09 Out 2018 | domtotal.com

O enorme favoritismo do Cruzeiro na final da Copa do Brasil


Mano Menezes está no Cruzeiro há mais de dois anos e este é um dos motivos do grande favoritismo da equipe mineira.
Mano Menezes está no Cruzeiro há mais de dois anos e este é um dos motivos do grande favoritismo da equipe mineira. (Vinnicius Silva/Cruzeiro)

Por Juliano Paiva

O Cruzeiro tentará confirmar a partir desta quarta-feira o seu enorme favoritismo diante do Corinthians na busca do título da Copa do Brasil 2018. Não estou dizendo que a Raposa será campeã, mas as chances de isso acontecer são muito boas. 

O time mineiro mantém uma base há cerca de dois anos, mesmo período em que Mano Menezes está comando. Estes dois fatores combinados com a qualidade técnica da equipe azul a colocam num patamar superior. 

No Corinthians acontece o inverso. O Timão mudou muito o elenco em comparação com aquele que faturou o Brasileirão do ano passado. E para pior, pois tecnicamente houve uma queda considerável. Depois disso, ainda teve dois técnicos: Osmar Loss e Jair Ventura que chegou “ontem” ao Parque São Jorge. 

De positivo para o Alvinegro está o fato de decidir em casa, na Arena Corinthians, onde acontece a finalíssima, dia 17. Mas para ter a chance de levar o tetra diante da Fiel, o Timão precisa sair vivo do Mineirão. Ou seja, sequer pode perder já que o Cruzeiro, como todos sabem e os números provam, é um time fatal quando joga fora.

Mas se a Raposa conseguir ganhar na Pampulha, o que não fez em nenhum mata-mata das copas Libertadores e do Brasil nesta temporada, muito dificilmente perde o hexa e o jogo de volta será mera formalidade. 

Portanto, para o Timão o jogo de ida é muito mais importante. É como se o Corinthians só tivesse uma chance de ser campeão já que não pode perder de jeito nenhum no Mineirão. O Cruzeiro, por ser melhor, tem duas. 

Juliano Paiva
é jornalista formado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente editor do Dom Total, Paiva trabalhou nos jornais O Tempo, Hoje em Dia e no extinto Diário da Tarde, tradicional periódico de Belo horizonte fechado pelos Associados Minas em julho de 2007. No DT, começou como repórter da editoria Cidades, mas, na época do fechamento do jornal, fazia cobertura esportiva. Também foi responsável pela cobertura de jogos do Campeonato Brasileiro para a Folha de São Paulo no segundo semestre de 2007.
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