04 Fev 2019 | domtotal.com

O retorno do Galo à Taça Libertadores


O atleticano conta os minutos para a reestreia do time na Taça Libertadores.
O atleticano conta os minutos para a reestreia do time na Taça Libertadores. (Instagran @lokogalo)

Por Juliano Paiva

O atleticano conta os minutos. A noite deste 5 de fevereiro será especial para a Massa. O Atlético retorna à Taça Libertadores depois de ficar de fora na última temporada. O ano de 2018, inclusive, só trouxe de bom a vaga no torneio continental, graças principalmente à chegada do técnico ídolo Levir Culpi. 

Levir mudou a postura do time em campo e inflamou a torcida com seu carisma e coletivas nonsense, no bom sentido da palavra. O Galo foi para frente e conquistou a vaga, a duras penas, é verdade. 

Agora o clube se movimenta para ter a chance de levantar o caneco pela segunda vez em seis anos em Santiago, no Chile, no final de novembro. Será a primeira decisão em jogo único na história do torneio continental. 

A missão atleticana é considerada dificílima por causa do elenco modesto. Times mais fortes como os milionários Palmeiras e Flamengo, além de Grêmio e Cruzeiro, estão no páreo. E ainda há as equipes argentinas, sempre perigosas. O River Plate, do ex-atacante do Galo Lucas Pratto, é o atual campeão. 

O tão esperado reforço que seria o diferencial do elenco alvinegro ainda não chegou. Muito se fala em Diego Tardelli, um dos responsáveis pelo título de 2013, mas o alto custo pode inviabilizar a contratação. O salário dele seria de R$ 1,5 milhão, algo impensável para o padrão atleticano.  

Portanto, resta à torcida fazer o que faz de melhor: torcer, vibrar, gritar pelo Galo. O perfil @lokogalo no Instagram é a representação do torcedor nesse momento. Mesmo que distante nesta terça-feira, o atleticano estará com o time, como sempre esteve. Nos bons e maus momentos, ele sempre marca presença. 

Juliano Paiva
é jornalista formado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente editor do Dom Total, Paiva trabalhou nos jornais O Tempo, Hoje em Dia e no extinto Diário da Tarde, tradicional periódico de Belo horizonte fechado pelos Associados Minas em julho de 2007. No DT, começou como repórter da editoria Cidades, mas, na época do fechamento do jornal, fazia cobertura esportiva. Também foi responsável pela cobertura de jogos do Campeonato Brasileiro para a Folha de São Paulo no segundo semestre de 2007.
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