Na Sala de Realidade Virtual, é possível simular uma linha de produção completa

Fábricas de carros utilizam realidade virtual nas linhas de produção no Brasil

Óculos 3D, joysticks e tela de projeção são utilizados para criar modelos digitais e testar cada etapa da montagem do carro.

Na Sala de Realidade Virtual, é possível simular uma linha de produção completa
Na Sala de Realidade Virtual, é possível simular uma linha de produção completa

Por Thiago Ventura

O que antes parecia aplicação apenas no universo de games e produtos digitais já é realidade na indústria automobilística, inclusive no Brasil. Entre as mudanças do conceito conhecido como ‘Indústria 4.0’,  o uso da realidade virtual facilita a criação de novos processo de produção a cada lançamento.

Um exemplo é da Fiat Chrysler Automóveis (FCA): a montagem de um novo modelo ocorre, primeiro, no ambiente virtual! Nesses espaços, as ferramentas são os óculos 3D, joysticks e a tela de projeção. O objetivo é testar cada etapa da montagem do carro.

“Entre as inovações da Indústria 4.0 está o conceito do Digital Twin, ou seja, gêmeo digital, onde é possível criar e testar processos antes de serem instalados fisicamente”, aponta Fábio Pugliese, especialista de Engenharia de Manufatura da FCA. Um dos softwares utilizado é o IC.IDO, do fornecedor francês ESI. A FCA foi a primeira empresa do setor automotivo no Brasil a utilizar o IC.IDO aplicado à manufatura.

A ferramenta cria uma linha de produção virtual,  idêntica à real, para montagem do modelo. Assim,  é possível antecipar qualquer problema e rever os processos e evitar desperdício de tempo e recursos. O custo para criar a sala de realidade virtual, na planta de Betim (MG),  foi de R$ 1 milhão. Mas a marca afirma que  o investimento já foi recuperado com oito meses de uso!

“É possível mapear todos os movimentos e postura dos operadores na execução das atividades como, por exemplo, a montagem de uma lanterna”, conta Eric Baier, especialista em Simulação Virtual da marca.  Um exemplo de  aplicação recente aconteceu no painel do Fiat Cronos. O processo de montagem da peça foi todo elaborado virtualmente.  Em Goiana (PE), a solução foi aplicada para validação das linhas de produção do Jeep Renegade, Jeep Compass e Fiat Toro.

Através de um óculos, inspetor de qualidade consegue identificar falhas na montagem.
‘Inspetor Robocop’: através de um óculos, funcionário de qualidade consegue identificar falhas na montagem.

Realidade aumentada

Outra exemplo de marca que aplica processo da Indústria 4.0 no Brasil é a Renault. Prestes a completar 20 anos de produção no país, a francesa utiliza em sua planta no Paraná o sistema sistema HTC Vive.

Funcionários da área de Carroceria recebem treinamento em realidade virtual com interatividade em três dimensões. O sistema simula o ambiente de trabalho e todos os processos que serão realizados na linha de produção.

A Renault também utiliza a Realidade Aumentada através de óculos utilizados pelos inspetores de produção. O equipamento exibe imagens com os parâmetros de cada modelo. Ao identificar alguma irregularidade, o óculos exibe sinal visual e sonoro ao inspetor, mostrando o problema.

 

Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)

Volkswagen vai produzir novo SUV compacto no ABC

Trabalhadores da Volkswagen aprovam produção de um SUV na planta Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Assembleia estava prevista em acordo

Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)
Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)

Por Thiago Ventura

A produção de mais um utilitário esportivo (SUV) da Volkswagen no Brasil foi confirmada, dessa vez pelos trabalhadores da empresa. A assembleia foi realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC nessa terça-feira (17) e faz parte do acordo firmado com Volkswagen.

O modelo é o quinto SUV que a Volkswagen vai lançar no Brasil e será a opção mais barata. O projeto é conhecido pelo codinome ‘A0 CUV’ e vai concorrer com Renault Kwid e outros semelhantes. Ele deverá ter um pouco do conceito Taigun, revelado em 2014. Criado na plataforma do up!, a Volks tinha desistido do projeto, mas pelo visto será retomado, dessa vez com uma versão reduzida da plataforma MQB (a mesma do Polo).

Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)
Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)

Em 2012, com o anúncio do fim da produção da Kombi e do Gol geração 4,  metalúrgicos da planta Anchieta ficaram com os empregos. Em 2015, dentro do acordo que reverteu 800 demissões anunciadas pela empresa, foi assegurada a vinda de uma plataforma mundial. Assim, a aprovação do novo modelo (já anunciado pela direção da VW) pelos funcionários faz parte do trâmite do acordo sindical.

Atualmente a fábrica produz 1036 carros por dia – os modelos Saveiro, Virtus e Polo – e tem capacidade para produção diária de 1091 carros. ‘Só poderá ocorrer o compartilhamento caso nossa produção aqui na planta Anchieta tenha atingido sua capacidade máxima’, ressaltou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e trabalhador na Volks, Wagner Santana, o Wagnão.

Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)
Novo SUV subcompacto pode ser inspirado no conceito Volkswagen Taigun (2014)

Cinco novos SUVS

No começo do mês, a Volkwagen anunciou o investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do utilitário esportivo (SUV)  T-Cross em sua fábrica de São José dos Pinhais (PR). O modelo é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil.

A produção do T-Cross e a chegada ao mercado brasileiro e exportações aos principais mercados na região América do Sul, Central e Caribe estão programadas para o primeiro semestre do ano que vem.
Cinco novos SUVs da VW no Brasil
1. Tiguan: 2018 (importado do México)
2. Touareg:  2018 (importado da Alemanha)
3. T-Cross: 2019  (produzido em São José dos Pinhais/PR)
4. Tharu: 2019 (produzido em Pacheco/Argentina)
5. A0 CUV: 2020 (produzido em S.Bernardo do Campo)

Fábrica da VW em Anchieta: novo modelo vai assegurar empregos na unidade.
Fábrica da VW em Anchieta: novo modelo vai assegurar empregos na unidade.

O valor faz parte do plano de investimentos da empresa no Brasil, anunciado em novembro de 2017 e que prevê R$ 7 bilhões e o lançamento de 20 modelos até 2020.

Destes, cinco serão SUVs, sendo que o primeiro será a nova geração do Tiguan, lançada neste mês, importada do México. Considerando o T-Cross, sobram três vagas: uma será da nova geração do Touareg. O quarto SUV será o Volkswagen Tharu, que será produzido na Argentina e rival do Jeep Compass. E o quinto, esse novo SUV subcompacto produzido em Anchieta.

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Muito mudou na indústria automobilística nos últimos 25 anos.

O que mudou numa fábrica de automóveis nos últimos 25 anos?

Do trabalho pesado feito por humanos aos mais novos conceitos de Indústria 4.0.  Dois funcionários da SEAT revelam as mudanças ao longo de um quarto de século

Muito mudou na indústria automobilística nos últimos 25 anos.
Muito mudou na indústria automobilística nos últimos 25 anos.

Inaugurada em 1993, a planta da SEAT (marca do grupo Volkswagen) em Martorell, na grande Barcelona, completa 25 anos. Para comemorar, a  montadora e fez um vídeo e recolheu depoimento de dois funcionários, que revelam as mudanças na indústria automobilística nesse período. Dessa planta vieram alguns modelos da Seat, comercializados no Brasil enter 1995 e 2002, como o Ibiza, Cordoba, Vario e Inca.

‘Quando pisei a fábrica de Martorell pela primeira vez tinha apenas 18 anos e lembro-me que tinham acabado de decorrer os Jogos Olímpicos de Barcelona. Eu era aprendiz e havia uma enorme expetativa entre os companheiros: era tudo novo e dizia-se que esta era a fábrica mais moderna da Europa”. Estas são as palavras de Juan Pérez, o atual responsável da equipe de Processos de Prensagem de chapa, sobre a sua chegada à fábrica da SEAT em Martorell, há 25 anos. Tanto ele como o seu companheiro Victor Manuel Díaz, responsável pelo Trabalho em Equipe, Estandardização e Shopfloor Management, têm sido testemunhas das mudanças na fábrica ao longo deste quarto de século.

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Quando entraram na fábrica, no começo da década de 90, os operários tinham que andar cerca de 10 quilômetros por dia durante o trabalho. “Naquele labirinto, podíamos chegar a andar 10 quilômetros por dia, muito mais do que hoje”, compara Víctor Manuel. Atualmente, os empregados convivem com 125 veículos de condução automatizada – AGV – que se encarregam de transportar 23.800 peças por dia através de rotas invisíveis ao longo de toda a fábrica.

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Outra mudança sentida é a inclusão dos robôs, o que não representou necessariamente  o fim dos empregos.  Em 1993 havia 6.000 trabalhadores na fábrica de Martorell, e agora são o dobro. Os 12.000 empregados atuais partilham as oficinas com mais de 2.000 robôs, que tratam de montar a estrutura do automóvel e que representam cerca de 10% dos robôs industriais existentes em toda a Espanha. “Naquele tempo, montávamos os vidros à mão e eram precisas duas pessoas. Eram muito pesados e grandes. Atualmente, é um robô que faz isso, enquanto nós ficamos com os trabalhos mais leves”, esclarece Juan Pérez.

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Robôs e tecnologia de realidade virtual reduziram o tempo de produção. Há 25 anos, um carro demorava 60 horas para ficar pronto. Agora são apenas 16h. Um grupo de 84 robôs aplica finas camadas de pintura numa estufa, enquanto um scanner de última geração analisa a uniformidade da superfície em apenas 43 segundos.

A produção atual, digitalizada e conectada, permite fabricar 2.300 automóveis por dia, um valor que era de apenas 1.500 há 25 anos. Atualmente, sai da fábrica um modelo a cada 40 segundos. Realidade virtual, impressão 3D ou realidade aumentada, são outros dos avanços que surgiram com a chegada da Indústria 4.0.

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A vida dos operários também melhorou em ergonomia. Víctor Manuel Díaz descreve a mudança: “Antigamente, era preciso pegar numa pesada banqueta que se colocava dentro do automóvel e que utilizava para montar os interiores, o que não se revelava muito cômodo para os operários”. Atualmente, eles utilizam confortáveis cadeiras, chamadas ‘Raku Raku’, facilitam o trabalho do operário, que consegue aceder ao interior do carro sentado e com os materiais ao alcance da mão.

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Fábrica no Paraná vai receber 239 novos robôs e implantará processo da indústria 4.0.

Volkswagen vai investir R$ 2 bilhões para implantar indústria 4.0 no Paraná

Criado na plataforma MQB, a mesma de Polo e Virtus, o Volkswagen T-Cross chega em 2019 para brigar com Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta

Fábrica no Paraná vai receber 239 novos robôs e implantará processo da indústria 4.0.
Fábrica no Paraná vai receber 239 novos robôs e implantará processo da indústria 4.0.

 

Por Thiago Ventura

Marca alemã acaba de anunciar o investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do utilitário esportivo (SUV)  T-Cross em sua fábrica de São José dos Pinhais (PR). O modelo é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil.

O valor contempla a ampliação da fábrica, modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças e qualificação de pessoal, além de ações para o lançamento do modelo no Brasil. O valor faz parte do plano de investimentos da empresa no Brasil, anunciado em novembro de 2017 e que prevê R$ 7 bilhões até 2020.

A produção do T-Cross e a chegada ao mercado brasileiro e exportações aos principais mercados na região América do Sul, Central e Caribe estão programadas para o primeiro semestre do ano que vem.

Indústria 4.0

O valor que a Volks vai aplicar no T-Cross também abrange a completa modernização em todas as áreas com foco na aplicação de inovações da Indústria 4.0.  Dessa forma, a linha de montagem no Paraná vai virar uma verdadeira ‘fábrica digital’, através de  planejamento e execução de processos com simulações virtuais. Os engenheiros planejam os seguintes resultados:

  • Redução no tempo de ajuste das ferramentas na Estamparia;
  • Dimensionamento enxuto reduzindo custos, garantindo o volume de produção e fluxo logístico, agregando novas tecnologias aos processos existentes em todas as áreas;
  • Avaliação de Ergonomia e validação de acesso de ferramentas em postos de trabalho na Montagem Final.

Para conseguir tais objetivos, a unidade receberá 158 novas ferramentas  no setor de Estamparia. Já na armação, a marca vai comprar 239 robôs mais rápidos e precisos e equipamentos de solda a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz.

A fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, foi inaugurada em 18 de janeiro de 1999 para a produção do Volkswagen Golf e do Audi A3. Já produziu mais de 2,6 milhões de veículos e atualmente emprega cerca de 2.600 pessoas, produzindo os modelos Fox, Golf, Audi A3 Sedan e Audi Q3.

T-Cross e novos projetos

Conceito T-Cross Breeze foi exibido no Salão do Automóvel  de São Paulo em 2016.
Conceito T-Cross Breeze foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016.

 

Ainda não há imagens da versão de produção, mas o modelo deverá ter um pouco do design desse conceito da foto, o T-cross Breeze. O bólido foi apresentando em 2016 durante o Salão do Automóvel de São Paulo, que deve ser o palco do premiere da versão de produção. Naturalmente, não terá a versão cabriolet.

Conceito é conversível, mas versão de produção terá carroceria fechada.
Conceito é conversível, mas versão de produção terá carroceria fechada.

Sete bilhões

Os R$ 2 bilhões anunciados pela Volkswagen integram o pacote dos R$ 7 bi que  marca vai investir no Brasil até 2020. Esse valor será para o lançamento de 20 modelos até aquele ano.

Destes 20 novos modelos, três já foram lançados: a nova geração do Polo e o Virtus, produzidos na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), e a Amarok V6, da Argentina. Cinco serão SUVs, sendo que o primeiro será a nova geração do Tiguan, prevista para chegar neste mês de abril, importada do México. Considerando o T-Cross, sobram duas vagas: uma será da nova geração do Touareg. O quinto SUV será o Volkswagen Tharu, que será produzido na Argentina e rival do Jeep Compass.  A verba também vai bancar novas gerações da Saveiro e do Golalém de permitir a chegada do novo Jetta, importado do México.

 

Conceito T-Cross Breeze foi exibido no Salão do Automóvel  de São Paulo em 2016.

Volkswagen vai investir R$ 2 bilhões para produzir novo SUV no Brasil

Criado na plataforma MQB, a mesma de Polo e Virtus, o Volkswagen T-Cross chega em 2019 para brigar com Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta

Conceito T-Cross Breeze foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016.
Conceito T-Cross Breeze foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016.

Por Thiago Ventura

Marca alemã acaba de anunciar o investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do utilitário esportivo (SUV)  T-Cross em sua fábrica de São José dos Pinhais (PR). O modelo é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil.

O valor contempla a ampliação da fábrica, modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças e qualificação de pessoal, além de ações para o lançamento do modelo no Brasil. O valor faz parte do plano de investimentos da empresa no Brasil, anunciado em novembro de 2017 e que prevê R$ 7 bilhões até 2020.

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A produção do T-Cross e a chegada ao mercado brasileiro e exportações aos principais mercados na região América do Sul, Central e Caribe estão programadas para o primeiro semestre do ano que vem.

Ainda não há imagens da versão de produção, mas o modelo deverá ter um pouco do design desse conceito da foto, o T-cross Breeze. O bólido foi apresentando em 2016 durante o Salão do Automóvel de São Paulo, que deve ser o palco do premiere da versão de produção. Naturalmente, não terá a versão cabriolet.

Conceito é conversível, mas versão de produção terá carroceria fechada.
Conceito é conversível, mas versão de produção terá carroceria fechada.

Sete bilhões

Os R$ 2 bilhões anunciados pela Volkswagen integram o pacote dos R$ 7 bi que  marca vai investir no Brasil até 2020. Esse valor será para o lançamento de 20 modelos até aquele ano.

Destes 20 novos modelos, três já foram lançados: a nova geração do Polo e o Virtus, produzidos na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), e a Amarok V6, da Argentina. Cinco serão SUVs, sendo que o primeiro será a nova geração do Tiguan, prevista para chegar neste mês de abril, importada do México. Considerando o T-Cross, sobram duas vagas: uma será da nova geração do Touareg. O quinto SUV será o Volkswagen Tharu, que será produzido na Argentina e rival do Jeep Compass.  A verba também vai bancar novas gerações da Saveiro e do Gol, além de permitir a chegada do novo Jetta, importado do México.

Fábrica no Paraná vai receber 239 novos robôs e implantará processo da indústria 4.0.
Fábrica no Paraná vai receber 239 novos robôs e implantará processo da indústria 4.0.

Indústria 4.0

O valor que a Volks vai aplicar no T-Cross também abrange a completa modernização em todas as áreas com foco na aplicação de inovações da Indústria 4.0.  Dessa forma, a linha de montagem no Paraná vai virar uma verdadeira ‘fábrica digital’, através de  planejamento e execução de processos com simulações virtuais. Os engenheiros planejam os seguintes resultados:

  • Redução no tempo de ajuste das ferramentas na Estamparia;
  • Dimensionamento enxuto reduzindo custos, garantindo o volume de produção e fluxo logístico, agregando novas tecnologias aos processos existentes em todas as áreas;
  • Avaliação de Ergonomia e validação de acesso de ferramentas em postos de trabalho na Montagem Final.

Para conseguir tais objetivos, a unidade receberá 158 novas ferramentas  no setor de Estamparia. Já na armação, a marca vai comprar 239 robôs mais rápidos e precisos e equipamentos de solda a laser, que fazem a união das peças por meio de um feixe de luz.

A fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, foi inaugurada em 18 de janeiro de 1999 para a produção do Volkswagen Golf e do Audi A3. Já produziu mais de 2,6 milhões de veículos e atualmente emprega cerca de 2.600 pessoas, produzindo os modelos Fox, Golf, Audi A3 Sedan e Audi Q3.

Sketch do novo T-Cross
Sketch do novo T-Cross
Toyota Corolla XEi 2019: acabamento na cor preta no interior.

Toyota Corolla 2019: sedã mais vendido tem preços a partir de R$ 89,9 mil

Marca reposicionou a opção de entrada, GLi 1.8L, agora vendida somente com bancos de couro. Toyota Corolla 2019 já está na rede de concessionários

Toyota Corolla XEi 2019: acabamento na cor preta no interior.
Toyota Corolla XEi 2019: acabamento na cor preta no interior.

 

Sedã médio mais vendido no Brasil chega à linha 2019 e a principal mudança está na versão XEi (foto): o modelo adota acabamento interno na cor preta. Além disso, a Toyota reposicionou a opção de entrada, GLi 1.8L, agora vendida somente com bancos de couro.

São quatro versões: GLi 1.8L com acabamento em couro e transmissão Multi-Drive, capaz de reproduzir sete velocidades nos modos Drive e sequencial, por meio de trocas na alavanca de transmissão; a intermediária XEi, a XRS e a topo de linha Altis, todas de motorização 2.0L equipadas com a mesma transmissão, porém com possibilidade de trocas de marchas manuais no modo sequencial, tanto na alavanca do câmbio quanto por meio de borboletas localizadas atrás do volante.

Acabamento negro é a novidade da linha 2019 do Coroll
Acabamento negro é a novidade da linha 2019 do Coro

O Corolla 2019 continuará sendo comercializado nas cores branco perolizado, prata supernova, cinza granito, preto eclipse, vermelho granada e na nova cor marrom urban. O Corolla XRS, apenas nas cores branco polar e preto eclipse.

Tabela de Preços da linha Corolla 2019:

GLi Couro – R$ 89.990,00
XEi – R$ 105.690,00
XRS – R$ 111.270,00
Altis – R$ 118.850,00

Toyota Corolla GLi agora só com bancos de couro.
Toyota Corolla GLi agora só com bancos de couro.

Líder

O Corolla está presente no Brasil desde 1994, com produção nacional a partir de 1998, na planta da Toyota em Indaiatuba (SP). Atualmente o carro está na primeira reestilização da 11ª geração.

Em 2017, o modelo de maior sucesso da Toyota no mundo contabilizou 66.200 unidades vendidas no Brasil, 2% a mais que em 2016, com market share próximo aos 50%, atestando sua liderança absoluta entre os sedãs médios disponíveis no mercado nacional. No ano passado, o Corolla foi ainda o 7º colocado no ranking geral de vendas.

Toyota-Corolla-XEI-2019-Interior-2-

Entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, as vendas do Corolla no Brasil somam 8.335 unidades, total que representa cerca de 44% das vendas de todo o segmento.

Exportação

Atualmente, o Corolla fabricado no Brasil é exportado para Argentina, Paraguai, Uruguai e, mais recentemente, Colômbia.

Toyota-Corolla-XEI-2019