Lançada em 2014, placa padrão Mercosul foi mais uma vez adiada. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

Virou Novela II: Contran restabelece placas padrão Mercosul

Em meio à batalha judicial, Conselho de Trânsito renovou validade de resoluções que estabelecem placas padrão Mercosul  no Brasil 

Lançada em 2014, placa padrão Mercosul foi mais uma vez adiada. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES
Lançada em 2014, placa padrão Mercosul já está sendo emitida no estado do Rio. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

Mais um capítulo da implantação do novo sistema de identificação veicular no Brasil: as novas placas padrão Mercosul estão novamente autorizadas! Foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (30) a Deliberação Nº 174 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que restabelece a validade das resoluções 729, de 06 de março de 2018, e 733, de 10 de maio de 2018.

A publicação acontece depois de decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha.  O magistrado suspendeu a decisão liminar de uma desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), de 10 de outubro, que havia impedido o uso das novas placas sob o argumento de que primeiro era preciso concluir o novo sistema eletrônico de informações.

De acordo com a magistrada, a mudança precipitada traria gastos aos contribuintes sem a correspondente contrapartida do poder público em fornecer o sistema integrado de segurança.

No despacho, o ministro João Noronha permitiu o emplacamento de veículos em todo o país com o novo modelo do Mercosul, até o trânsito em julgado da ação civil pública que questiona a adoção das novas placas.

Segundo o presidente do STJ, não há como deixar de reconhecer o potencial lesivo da liminar do TRF1, sendo evidentes os danos à economia pública que podem decorrer da paralisação do novo sistema de emplacamento. Agora, com a publicação da deliberação 174, os carros podem ser emplacados normalmente. Até o momento, apenas o Detran do Rio de Janeiro adotou o novo sistema. De acordo com a resolução 729/2018, todos os demais estados têm até 1º de dezembro para emitir as novas placas.
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Mais de 100 mil carros já emplacados

Ao completar um mês da implantação no último 11 de outubro, o Estado do Rio havia contabilizado naquela data 112.225 placas no padrão Mercosul circulando no Estado, sendo 16 mil em veículos zero quilômetro. Metade disso foi na capital e o restante no interior.

A média de instalação de placas dobrou em comparação com a antiga placa cinza. Havia 2,5 mil instalações por dia, enquanto que atualmente são colocadas nos veículos cerca de 5 mil por dia. As Resoluções do CONTRAN determinavam que até 1° de dezembro deste ano todos os estados deveriam estar adequados ao novo modelo.

Mais de 110 mil placas foram emitidas no Rio. Carros poderão trafegar normalmente. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES
Mais de 110 mil placas foram emitidas no Rio. Carros poderão trafegar normalmente. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

 

Entenda a decisão do TRF1 que havia barrado

A decisão da desembargadora Daniele Maranhão da Costa, do TRF1, em Brasília, que havia suspendido a adoção das placas de veículos do Mercosul, atendeu a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).

Na decisão, a desembargadora argumenta que as resoluções 729/18 e 733/18 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) atribuem competência ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para fazer o credenciamento de empresas fabricantes e estampadoras de placas. Entretanto, diz a desembargadora, a atribuição é conferida aos departamentos de Trânsito (detrans) dos estados.

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Prejuízos

De acordo com o Contran, a decisão da Justiça provoca reflexos negativos para as empresas fabricantes e estampadoras de chapas que investiram em modernização e segurança fabril para a confecção das novas placas, “comprometendo, assim, o cumprimento da Resolução 033/2014, que trata da Patente e Sistema de Consulta sobre Veículos do Mercosul”.

O Detran RJ defendeu o novo modelo de placas, afirmando que são mais baratas e melhoram as condições de combate ao crime de clonagem e roubo de veículos. “Tais benefícios foram aprovados pela população, visto que apenas no primeiro mês 154 mil veículos adotaram a placa Mercosul”, destacou o órgão.

Preço da placa

Desde o dia 22 de outubro o custo de produção das placas do padrão Mercosul ficou R$ 25 mais barato para a população fluminense. O novo modelo não terá a exigência do lacre. A mudança permitiu a redução do preço pago em R$ 25,00, que passou de R$ 219,35 para R$ 193,84 para os veículos em geral. A placa para as motocicletas custará R$ 64,61.

A medida foi uma adequação solicitada pelo Detran-RJ e autorizada pelo Denatran para todo o território nacional, com o aprimoramento dos equipamentos de segurança do item veicular.

Um dos benefícios da nova placa é a segurança para os proprietários de veículos, com tecnologias que evitam a possibilidade de clonagem. O novo modelo tem QR Code que contém todos os dados de confecção da placa, desde a identificação do fornecedor até o número, data e ano e modelo de fabricação do carro, além de permitir a rastreabilidade dela. Foi a existência desta ferramenta tecnológica que fez o Denatran desobrigar a presença do lacre.

Fonte: Redação, STJ e Agência Brasil

 

Lançada em 2014, placa padrão Mercosul foi mais uma vez adiada. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

Virou novela: Contran suspende placas do Mercosul

Novas placas padrão Mercosul começaram a ser utilizadas em setembro pelo Detran-RJ, mas ação de  fabricantes de placas barrou a novidade

Lançada em 2014, placa padrão Mercosul foi mais uma vez adiada. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES
Lançada em 2014, placa padrão Mercosul foi mais uma vez adiada. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

Após decisão tomada por juíza do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que barrou a adoção das novas placas de identificação de veículos no padrão dos países do Mercosul, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) suspendeu nessa  quarta-feira (24) a vigência das duas resoluções que tratavam do assunto.

O presidente do Contran, Maurício Alves, disse que o órgão cumpriu a liminar “enquanto aguarda no mérito ou em instância superior a possível mudança da decisão final” do recurso impetrado por meio da Advocacia-Geral da União (AGU). A deliberação do Contran foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e suspende as resoluções 729, de 06 de março de 2018, e 733, de 10 de maio de 2018.

Além da AGU, a Associação Nacional dos Fabricantes de Placas Veiculares (ANFAPV) também entrou com recurso na 5ª Turma do TRF1. A entidade manifestou em nota o desejo de que a questão judicial seja resolvida o mais rápido possível, de modo a impedir a manutenção do “quadro caótico de clonagem de placas e furto de veículos para o comércio ilegal em países vizinhos”.

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Mais de 100 mil carros já emplacados

Ao completar um mês da implantação no último 11 de outubro, o Estado do Rio atingiu 112.225 placas no padrão Mercosul circulando no Estado, sendo 16 mil em veículos zero quilômetro. Metade disso foi na capital e o restante no interior.

A média de instalação de placas dobrou em comparação com a antiga placa cinza. Havia 2,5 mil instalações por dia, enquanto que atualmente são colocadas nos veículos cerca de 5 mil por dia. As Resoluções do CONTRAN determinavam que até 1° de dezembro deste ano todos os estados deveriam estar adequados ao novo modelo.

Mais de 110 mil placas foram emitidas no Rio. Carros poderão trafegar normalmente. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES
Mais de 110 mil placas foram emitidas no Rio. Carros poderão trafegar normalmente. Foto: Lúcio Távora/ MCIDADES

 

Decisão do TRF1

A decisão da desembargadora Daniele Maranhão da Costa, do TRF1, em Brasília, que suspendeu a adoção das placas de veículos do Mercosul, atendeu a pedido da Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).

Na decisão, a desembargadora argumenta que as resoluções 729/18 e 733/18 do Conselho Nacional de Trânsito (Conatran) atribuem competência ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para fazer o credenciamento de empresas fabricantes e estampadoras de placas. Entretanto, diz a desembargadora, a atribuição é conferida aos departamentos de Trânsito (detrans) dos estados.

O estado do Rio de Janeiro era o único do país que já vinha adotando o emplacamento do Mercosul quando houve a decisão do TRF1. O Detran do estado informou que foi notificado hoje da decisão judicial e anunciou que vai recorrer da sentença, acompanhando as
ações impetradas pelo Contran.

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Prejuízos

De acordo com o Contran, a decisão da Justiça provoca reflexos negativos para as empresas fabricantes e estampadoras de chapas que investiram em modernização e segurança fabril para a confecção das novas placas, “comprometendo, assim, o cumprimento da Resolução 033/2014, que trata da Patente e Sistema de Consulta sobre Veículos do Mercosul”.

O Detran RJ defendeu o novo modelo de placas, afirmando que são mais baratas e melhoram as condições de combate ao crime de clonagem e roubo de veículos. “Tais benefícios foram aprovados pela população, visto que apenas no primeiro mês 154 mil veículos adotaram a placa Mercosul”, destacou o órgão.

Fabricantes

No recurso judicial, a Associação Nacional dos Fabricantes de Placas Veiculares (ANFAPV) disse que a decisão judicial tratou dos serviços públicos de emplacamento e selagem de placas veiculares previstos no Artigo 22 do Código do Trânsito Brasileiro (CTB), “quando, em verdade, as resoluções suspensas do Contran regulamentam o credenciamento de fabricantes e estampadores de placas veiculares, atividade privada e totalmente distinta daquelas tratadas na decisão. Portanto, há um nítido equívoco na análise do caso”.

Na avaliação da entidade, isso traz “grave lesão à economia pública, prejuízos reflexos à estatal federal Serpro, que planejou e realizou investimentos para desenvolvimento do novo sistema, bem como aos detrans de Pernambuco, Bahia, Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, que já solicitaram a alteração de seu órgão para o padrão Mercosul no ambiente de homologação do Serpro”.

Segundo a ANFAPV, existem no Brasil muitas fábricas clandestinas que atendem a quadrilhas especializadas. “Com o mercado sem a devida organização, torna-se possível a aquisição de equipamentos para montar uma fábrica de placas clandestina no modelo atual (placa cinza)”, afirmou em nota.

Fonte: Agência Brasil

Ford Mustang 2019: superesportivo terá grafeno em peças do capô.

Ford será a primeira a usar grafeno em seus veículos

200 vezes mais forte do que o aço, grafeno será utilizado em peças do Ford Mustang e na F-150

Ford Mustang 2019: superesportivo terá grafeno em peças do capô.
Ford Mustang 2019: superesportivo terá grafeno em peças do capô.

A Ford será a primeira na indústria automotiva a usar o grafeno em seus veículos – veja o vídeo. Esse novo material leve e incrivelmente resistente, 200 vezes mais forte que o aço, começará a ser aplicado no final do ano em componentes do capô do Mustang e da F-150, podendo equipar também outros carros da marca.

Chamado de “material milagroso” por alguns engenheiros, o grafeno já é usado em telefones celulares e alguns artigos esportivos. Além de extremamente fino e flexível, é um dos melhores condutores do mundo e também um ótimo isolante de som.

O grafeno é um material usado em revestimentos, telefones celulares e até em alguns artigos esportivos – e em breve, será usado sob os capôs ​​em veículos da Ford, o primeiro no setor automotivo

Embora não seja economicamente viável para todas as aplicações, a Ford desenvolveu junto com a Eagle Industries e a XG Sciences uma maneira de usar esse nanomaterial bidimensional em pequenas quantidades. Ele será aplicado na cobertura de linhas de combustível, bombas e motores, como um isolante acústico superpotente para tornar a cabine mais silenciosa.

“A inovação aqui não está no material, mas na forma como ele é usado”, diz Debbie Mielewski, líder técnica de sustentabilidade e novos materiais da Ford. “Com uma quantidade muito pequena, de menos de 0,5%, conseguimos obter melhorias significativas em durabilidade, isolação acústica e redução de peso – aplicações que não têm sido focadas por outros estudos.”

 Prêmio Nobel

O grafeno foi isolado pela primeira vez em 2004, mas os avanços na sua aplicação são relativamente novos. O primeiro experimento para isolar o grafeno foi feito usando grafite de lápis e um pedaço de fita adesiva. Com a fita, foram retiradas camadas de grafite para criar o material. Esse experimento rendeu o prêmio Nobel em 2010 aos seus criadores, Andre Geim e Konstantin Novoselov.

Ford F-150 também estreia novidade. Modelo não tem previsão de ser vendido no Brasil.
Ford F-150 também estreia novidade. Modelo não tem previsão de ser vendido no Brasil.

Em 2014, a Ford começou a estudar com fornecedores o uso do material em peças automotivas. Geralmente, reduzir o ruído na cabine dos veículos significa adicionar mais material e peso, mas com o grafeno é o oposto.

“Uma pequena quantidade de grafeno tem um efeito significativo na qualidade de absorção sonora”, diz John Bull, presidente da Eagle Industries.

Em testes feitos pela Ford e fornecedores, a espuma misturada com grafeno trouxe uma redução de 17% no ruído, uma melhoria de 20% nas propriedades mecânicas e de 30% na resistência ao calor comparado ao material sem grafeno.

“Estamos entusiasmados com os ganhos de desempenho que nossos produtos podem oferecer à Ford e à Eagle Industries, mostrando o potencial do grafeno em múltiplas aplicações”, diz Philip Rose, CEO da XG Sciences.

 

Jeep Renegade 2019 (1)

Jeep Renegade 2019: SUV reestilizado a partir de R$ 78,4 mil

SUV compacto recebeu sutis mudanças visuais, em especial nos para-choques e conjunto óptico.  Veja os preços do Jeep Renegade 2019

Jeep Renegade 2019 (1)
Por Thiago Ventura

Marca americana lançou nesta quarta SUV compacto com visual reestilizado no Brasil. O carro tem preço inicial de R$ 78.490 para a versão Sport com câmbio manual. Terá ainda oferta da versão PcD, com valor de R$ 69.990 (dentro do limite de isenção da categoria). SUV compacto recebeu sutis mudanças visuais, em especial nos para-choques e conjunto óptico.

Nas versões Limited e Trailhawk, os faróis agora são de LED, quanto os de neblina, bem como as luzes diurnas (DRL). Nas versões Flex, novidade é o para-choque dianteiro, que proporciona ao modelo ângulos de ataque de até 28° ( nas opções Diesel é de 30º). Sempre de liga leve, as rodas ganharam novos desenhos em todas os Renegade, com destaque para o Limited, que exibe aros de 19” polegadas.

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Na traseira, a maçaneta do porta-malas do novo Renegade está posicionada na própria tampa do compartimento – antes ficava abaixo. Além disso, o porta-malas ganhou 47 litros com a adoção de estepe temporário (capacidade total de 320 litros). Essa medida que já havia sido adotada nas versões flex e agora alcança toda a linha, com exceção da versão top de linha Trailhawk, pela sua proposta de ser a configuração mais capacitada para o off-road.

A partir das versões Longitude, o Renegade 2019 passa a contar com uma tela multimidia maior de 8,4 polegadas. Ela faz parte do mesmo sistema Uconnect aplicado no “irmão maior” Compass.

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Mecanicamente, não há qualquer mudança no Jeep Renegade 2019. E isso é uma pena, pois na Europa o carro ganhou um novo motor turbo a gasolina 1.3 com 150 cv. No Brasil segue com motor 1.8 1 E.torQ,de 139 cv. Ele continuará sendo acoplado à transmissão manual de cinco marchas ou à automática de seis. As configurações mais luxuosas permanecerão com o 2.0 turbodiesel Multijet, com 170 c e câmbio automático de nove velocidades e tração 4×4.

Tabela de Preços Jeep #Renegade2019

Renegade 2019 PcD (Flex AT6) R$ 69.999
Renegade 2019 1.8 Sport R$ 78.490
Renegade 2019 1.8 Sport (AT6) R$ 83.990
Renegade 2019 1.8 Longitude (AT6) R$ 96.990
Renegade 2019 1.8 Limited (AT6) R$ 103.490
Renegade 2019 2.0 Longitude (AT9) R$ 125.490
Renegade 2019 2.0 Trailhawk (AT9) R$ 136.990

Jeep Renegade 2019 (5) Jeep Renegade 2019 (4) Jeep Renegade 2019 (3) Jeep Renegade 2019 (6)