Hyundai HB20 Premium AT6 2019

Teste | Hyundai HB20 2019 é bonito e anda bem, mas consumo é elevado

Compacto coreano é bem esperto com o motor 1.6. Contudo, consumo é elevado o  Hyundai HB20 Premium 2019 fica devendo alguns equipamentos

Hyundai HB20 Premium AT6 2019 – Foto Thiago Ventura/Carro Esporte Clube


Por Thiago Ventura

Lançado em 2012 com a proposta de ser um carro compacto que preza pelo belo design da Hyundai que cativou o consumidor brasileiro, o HB20 segue cumprindo sua promessa. Além do visual, somam-se o padrão de qualidade na fabricação e bom atendimento na rede. O resultado é que o carro fechou 2018 como o 2º carro mais vendido do Brasil, com 105.506 unidades emplacadas, e a Hyundai como a quarta montadora do Brasil, considerando apenas os automóveis de passeio, na frente de Renault e Fiat por exemplo.

Nós avaliamos o Hyundai HB20 Premium 2019, versão top de linha do compacto coreano. Antes de prosseguir, importante frisar: a marca vai lançar neste ano a nova geração do HB20. Assim, caso você opte por esse modelo, lembre-se de chorar um desconto com o vendedor!

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019



Também vale a pena esclarecer, para quem não sabe, mas é que existem duas Hyundai no Brasil: a Hyundai Motor do Brasil, uma subsidiária direta da marca e a Hyundai Caoa, fruto de parceria entre a coreana e o grupo Caoa. A primeira produz no Brasil o HB20 e o Creta; a segunda importa modelos mais caros (Elantra, Santa Fe) e produz o Tucson. Isso faz toda a diferença em relação ao pós-venda. Feito os informes, seguimos com o HB20 2019.

Apesar de consolidado como segundo carro mais vendido, o coreano viu o Onix abrir grande distância e o Ford Ka se aproximar. Na linha 2019, o HB20 ganhou pequenos detalhes de estilo e agora a oferta da TV Digital em qualquer versão equipada com a central multimídia BlueMedia com tela de 7″.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

Mecânica

O Hyundai HB20 Premium 2019 é equipado com motor Gamma 1.6 16V de 128 cv de potência com etanol e 122 com gasolina. O torque fica nos 161 com combustível de cana e 156 com o fóssil. Ele é acoplado com a transmissão automática de seis velocidades.

O desempenho do Hyundai HB20 Premium 2019  1.6 é muito bom. Ele é bem esperto na cidade e também faz bonito na estrada. O casamento com o câmbio é perfeito. As trocas acontecem no tempo correto, sem trancos. Essa eficiência mecânica é um dos pontos que sempre se destacaram no carro.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

 

Importante frisar que ele anda bem mais que seus concorrentes diretos, como Onix e o Ka, e até mesmo com o Argo 1.8. (Polo TSI não, é claro). O que sentimos falta foi da opção de trocas manuais com borboletas atrás do volante. São feitas apenas na alavanca de câmbio. Também não possui cruise control.

O grande problema do Hyundai HB20 Premium 2019  é o consumo: o motor cobra sua parte pelo bom desempenho… Andando na cidade, o carro não fez mais que 5,4 km/l com etanol. Na estrada chegou ao máximo nos 9 km/l. Não medimos com gasolina. São números muito ruins para um carro nessa categoria, mesmo automático. Rivais como o Argo 1.3 (automatizado) e o Polo TSI (automático de seis marchas) têm eficiência energética muito melhor que o HB20. E economia de combustível é um quesito muito importante nessa categoria.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

 

Vida a Bordo

 

O Hyundai HB20 Premium 2019  é um carro compacto, criado para fazer frente ao Gol, então líder lá pelos anos 2010 a 2012. O motorista e passageiro da frente têm bom espaço. O condutor tem todos os comandos bem à mão, com exceção do botão do computador de bordo. O banco oferece ajuste de altura, assim como o volante multifuncional.

Quatro pessoas viajam tranquilas, desde que elas tenham estatura mediana do brasileiro. O quinto lugar, apenas uma criança (e pequena por sinal). Aliás, a linha de cintura alta do modelo acaba gerando um ambiente um pouco claustrofóbico atrás. Alguns rivais, como o Sandero e mesmo o Argo, oferecem bem mais espaço interno.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

Por falar no assento traseiro, o Hyundai HB20 Premium 2019  oferece dois pontos de fixação Isofix com top theater. Porém comete uma falta grave: o passageiro do meio não possui encosto de cabeça, nem cinto de três pontos!

Na versão que aparece nas fotos, a Premium, o HB20 tem bancos de couro marrom. Positivo pelo lado da exclusividade, mas penso que pode ficar enjoativo no longo prazo. No console central, uma tampa móvel cobre o porta-trecos. Um recurso barato que mais carros dessa categoria deveriam ter.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019




Equipamentos

Na linha 2019, a grande novidade é a TV Digital de série em todas as versões equipadas com a central multimídia BlueMedia. O recurso é um mimo bem vindo e para atender a legislação brasileira, o vídeo só funciona com o carro parado. Essa transição é automática e funciona de forma inteligente:quando o carro começa a se movimentar a tela apaga. Isso garante que mesmo naquele rápido minuto no sinal, dê para assistir alguma coisa. Outros modelos que tem o recurso, como o Toyota Corolla por exemplo, só permitem a visualização com o freio de mão puxado.

Sensor de estacionamento traseiro e rebatimento elétrico dos retrovisores são outros dois itens de série nesta versão. Também merece nota o ar-condicionado, que apesar de ser mono zone, é digital e automático.

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019
Hyundai HB20 Premium AT6 2019
Hyundai HB20 Premium AT6 2019



O Hyundai HB20 Premium 2019  vem com quatro airbags, os obrigatórios frontais, mais dois laterais. Contudo, especialmente na opção topo de linha, fazem falta os controles eletrônicos de estabilidade e tração, presentes em correntes mais novos, em especial o Argo e Polo.

Hyundai HB20 Premium AT6 2019



Conclusão

O Hyundai HB20 Premium 2019 com bancos de couro agrada pela montagem bem feita das peças e da beleza de suas linhas. O casamento do motor 1.6 com a transmissão automática de seis velocidades é muito boa em desempenho. Contudo, o modelo coreano peca pela falta de alguns equipamentos de segurança já presentes nos rivais e pelo alto consumo de combustível, mesmo para um modelo automático.

Além disso, ressalto novamente que a nova geração do modelo chega ainda neste ano, prometendo uma revolução em seu principal atributo, o belo design. Contudo, a compra do Hyundai HB20 Premium 2019 segue como escolha para muita gente: 15.304 foram emplacados entre janeiro e fevereiro deste ano, o terceiro mais vendido. Sinônimo de uma boa revenda, num carro já reconhecido pela mídia e público.

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

 

TABELA DE PREÇOS

HB20 Unique 1.0 5MT –  R$ 44.490
HB20 Comfort Plus 1.0 5MT -R$ 48.990
HB20 1.0 Turbo 6MT –  R$ 53.190
HB20 Comfort Plus 1.6 6MT – R$ 55.590
HB20 Comfort Plus 1.6 6AT – R$ 59.990,00
HB20 R spec 1.6 6AT – R$ 64.990
HB20X 1.6 6MT – R$ 63.990
HB20X 1.6 6AT – R$ 67.990
HB20 Premium (com bancos de couro) – R$ 68.990

 

FICHA TÉCNICA Hyundai HB20 Premium 2019

 

Motor

Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 1.591 cm³ de cilindrada, flex, que desenvolve potências máximas de 122 cv (gasolina)/128 cv (etanol) a 6.000 rpm e torques máximos de 16 kgfm (g) a 4.500 rpm e 16,5 kgfm (e) a 5.000 rpm

 

Transmissão

Tração dianteira e câmbio automático sequencial de seis marchas

 

Suspensão, roda e pneu

Dianteira, independente, tipo McPherson e barra estabilizadora; traseira independente, com barra estabilizadora / 5,5 x 15 polegadas de liga leve/ 185/60 R15

 

Direção

Do tipo pinhão e cremalheira, com assistência hidráulica

 

Hyundai HB20 Premium AT6 2019

 

 

Freios

Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS e EBD

 

Capacidades

Do tanque, 50 litros; e de carga (ocupantes e bagagem), 459 quilos

 

Porta-malas

300 litros

 

Velocidade máxima

186 km/h (g) e 190 km/h (e) (*)

 

Aceleração (0 a 100 km/h)

11s (g)/10,6s (e) (*)

 

Consumo urbano

11,6 km/l (g) e 8,1 km/l (e) (Dados Inmetro)

 

Consumo rodoviário

13,8 km/l (g) e 9,9 km/l (e) (***)

 

Dimensões (A x B x C x D)

3,92 x 1,68 x 1,47 x 2,50 (m) (**)

 

Preço

R$ 68.990

 

(*) Dados dos fabricantes

(g) gasolina; (e) etanol

 

 

Volkswagen Golf tem motor 1.0 TSI de 128 cavalos.

Volkswagen Golf 1.0 e Golf 1.4 saem de linha no Brasil

Com baixas vendas e público interessado apenas em SUVs, modelos médios deixam o mercado

Volkswagen Golf tem motor 1.0 TSI de 128 cavalos.
Volkswagen Golf tem motor 1.0 TSI de 128 cavalos.


Por Thiago Ventura

Aos poucos, o segmento dos hatches médios vai chegando ao fim no Brasil. A última perda anunciada é o fim de linha do Volkswagen Golf 1.0 e 1.4: eles não são mais fabricados no Brasil. No começo do mês passado, a importação da versão perua Golf Variant já havia sido interrompida. O modelo médio alemão será vendido apenas na opção esportiva Golf GTI, que custa a partir de R$ 149 mil.

O Golf 1.4 já nem aparece no site da Volkswagen; o modelo com motor 1.0 turbo ainda é exibido, mas apenas para terminar os estoques nas concessionárias. Apesar do fim das versões mais acessíveis, a marca ainda pretende oferecer no mercado brasileiro o híbrido Golf GTE – virá importado e apenas como “carro de nicho”.

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A razão do fim do Golf 1.0 e Golf 1.4 é o crescente interesse do público pelo segmento dos SUVs compactos. Com a chegada do Volkswagen T-Cross, que começa as ser vendido em abril, o Golf seria canibalizado.

A efeito de comparação, nos primeiros dois meses de 2019, o Volkswagen Golf  vendeu apenas  526 unidades no Brasil. Somente na pré-venda, o T-Cross registrou 800 reservas em três dias!

O fim de linha do Golf 1.0 e 1.4 é uma grande pena, pois eram bons produtos. O blog Veículos DomTotal já fez o teste com um deles, reveja aqui. Contudo, com baixas vendas, a operação não faz sentido para a montadora.

O Golf  1.0 Comfortline tinha preço de R$ 91.790. Já a opção 1.4 Comfortline começava nos R$ 112.190. O topo de linha GTi, que segue em oferta pode ser seu por  R$ 149.290.

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GM-ameaça-sair-do-Brasil-e-marca-anuncia-R$-10-bi

GM ameaça sair do Brasil, governo dá isenção e marca anuncia R$ 10 bi

General Motors ganha 25% de desconto no ICMS para manter operações em São Paulo e gerar 400 empregos

Governador de SP, João Doria, o presidente da GM, Zarlenga, e o secretário de Fazenda, Henrique Meirelles.
Governador de SP, João Doria, o presidente da GM, Zarlenga, e o secretário de Fazenda, Henrique Meirelles.


Menos de três meses após ameaçar sair do Brasil devido aos prejuízos da operação no mercado local, a  montadora americana General Motors (GM) anunciou que vai investir R$ 10 bilhões em duas fábricas do estado de São Paulo. Segundo o presidente da empresa na América do Sul, Carlos Zarlenga, os recursos serão usados para lançar novos produtos nas unidades de São José dos Campos, no interior do estado, e em São Caetano do Sul, na região do grande ABC.

E por que ela mudou de ideia? É que a GM foi beneficiada por isenção de 25% no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), concedida pelo governo de São Paulo.  A companhia, que já emprega 15 mil pessoas no estado, informou que pretende contratar mais 400 funcionários no processo de ampliação.

O anúncio foi feito nessa terça-feira (19) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, ao lado do governador, João Doria.  A GM não deu detalhes sobre como os recursos serão aplicados ou quais são os valores destinados a cada uma das unidades.

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Segundo o presidente para América do Sul da empresa, foi feita ainda uma intensa negociação com os principais fornecedores. “Muitos segurando [os repasses da] inflação e outros dando até redução de preços”, disse, sobre as condições que foram conseguidas para garantir novos contratos de longo prazo.

A estimativa é que a montadora, além dos 15 mil funcionários, seja responsável por 50 mil empregos indiretos em todo o estado. Para o secretário estadual da Fazenda, Henrique Meirelles, a ampliação das fábricas são uma vitória na “competição mundial por investimentos”. “Estamos aqui impulsionando toda a economia brasileira”, disse.

 

A planta da GM de São Caetano produz atualmente Cobalt, Spin a a pick-up Montana e o Onix Joy, versão básica do Hatch. Com esse investimento a marca planeja lançar novos produtos, mas não revelou quais.

Blefe

O anúncio que iria sair do Brasil (mesmo sendo líder de mercado) alarmou o governo de São Paulo. Para saber se era um blefe ou não, o secretário de Fazenda, Henrique Meirelles, foi até os EUA conversar com investidores. De acordo com o jornal Valor Econômico, fontes contaram ao secretário que a operação sul-americana tem mesmo dado à companhia americana prejuízo anual em torno de R$ 1 bilhão.

De volta ao Brasil, Meirelles costurou com Doria um pacote de incentivos à indústria automobilística.  A próxima montadora que o governo vai tenta manter é a Ford, que anunciou o fim de linha do Fiesta e caminhões. Certamente todas as outras vão querer mais um incentivo.

Fabricante do carro mais vendido no mercado e com operações no Brasil desde 1925 iria mesmo sair do mercado local? Muito provavelmente não. Mas, pelo susto dado, ganhou pelo menos R$ 400 milhões em incentivo.

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Bugatti lança mini carro que custa R$ 120 mil

Réplica do Bugatti Type 35 tem motor elétrico e pode ser dirigida por adultos e crianças. Bugatti Baby II custará a partir 30 mil euros

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Por Thiago Ventura

Em mais uma comemoração dos 110 anos da marca francesa, foi relançado no Salão de Genebra o Bugatti Baby! Em 1926, Ettore e seu filho Jean decidiram construir um Type 35 de meia-escala para o filho mais novo de Ettore, Roland, por ocasião de seu quarto aniversário.

O feedback dos clientes que visitaram a sede da empresa em Molsheim foi tão positivo que o mini carro entrou em produção e foi vendido entre 1927 e 1936. Nascia o Bugatti ‘Baby’. Amados pelos entusiastas da Bugatti em todo o mundo, hoje nenhuma coleção da marca está completa sem um ‘bebê’. Cerca de 500 foram produzidos, mas  poucos estão 100% preservados. Até agora.

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Num tributo contemporâneo à obra de Ettore, o Baby II terá novamente apenas 500 unidades fabricadas. Ao contrário do original, que só era adequado para os condutores mais jovens, o Baby II é uma réplica de três quartos do Bugatti Type 35, pelo que pode ser conduzido tanto por adultos como por crianças.
O Baby II tem um powertrain elétrico e tração traseira. Ao contrário do seu antecessor, o Baby II possui baterias removíveis de íons de lítio, um diferencial de deslizamento limitado e até mesmo frenagem regenerativa.

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O carro júnior virá com dois modos de potência selecionáveis para motoristas de diferentes estaturas: um ‘modo infantil’ de 1kW  (1,3 cv) com a velocidade máxima limitada a 20 km / h, e um modo adulto de 4kW (5,4 cv ) com a velocidade máxima limitada a 45 km / h . Além disso, para aqueles entusiastas que anseiam por um ritmo ainda maior, um opcional ‘Speed Key’ está disponível (assim como a Speed Key para seu irmão mais velho, o Chiron), que permite potência de até 10kW (15 cv) e desengata o limitador de velocidade.

As rodas de liga leve de alumínio de oito raios são réplicas em escala do inovador design 1924 de  Ettore Bugatti e abrigam modernos freios em cada roda. Finalmente, os faróis potentes (não mostrados nas imagens do Geneva Motor Show) iluminam o caminho à frente para os condutores jovens e velhos, quer esteja a explorar novas paisagens ou a percorrer a pista de karting local.
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Apesar de ser o menor membro da família Bugatti, o Baby II tem muito em comum com seus irmãos maiores. Orgulhosamente exibido no nariz do carro é o famoso distintivo “Macaron” da Bugatti, feito de 50g de prata sólida, assim como o Chiron. Cada carro vem com uma placa numerada de edição limitada e os carros encomendados em 2019 também incorporarão um distintivo para comemorar o 110º aniversário da Bugatti.
Os preços começam em 30.000 euros  (cerca de R$ 130 mil) e a produção começa no outono / outono de 2019.

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Volkswagen Golf Variant deixa de ser vendido no Brasil

Perua deixa de ser oferecida no Brasil, num mercado cada vez mais dominado pelos utilitários-esportivos 

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Mais uma vítima da moda dos SUV, a perua do Golf deixa de ser importada para o Brasil. A VW não confirmou o motivo, mas é claro, ela seria canabalizada pelo T-Cross.

Um dos modelos mais bonitos e acertados do segmento, a Volkswagen Golf Variant era vendida no Brasil nas versões Comfortline e Highline, ambas equipadas com motor 1.4 TSI de 150 cv e 25o Nm de torque e transmissão automática de seis marchas.

A demanda pelo modelo, cujo segmento está em extinção, vinha muito baixa. Ao longo de todo o ano passado, apenas 503 unidades da perua foram emplacadas no país. Em janeiro deste ano, as vendas do modelo não passaram de 45 exemplares.

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Golf ameaçado?

Enquanto a perua derivada do modelo deixa de ser vendida no Brasil, o próprio hatch está ameaçado! A Volkswagen suspendeu a produção do modelo em São José dos Pinhais (PR). A marca alemã informa que essa ação é apenas temporária.

Fato é que o segmento dos hatches médios também está em declínio. O 308 deixou der importado par ao Brasil e o Focus também foi descontinuado.