;
ESDHC

07/12/2017 | domtotal.com

Pesquisadora analisa gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte

Larissa Carolina Vieira de Freitas recebeu o título de mestre em Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável pela Dom Helder Câmara.

Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Professor Kiwonghi Bizawu, pró-reitor de pós-graduação da Escola e orientador da mestranda.
Professor Kiwonghi Bizawu, pró-reitor de pós-graduação da Escola e orientador da mestranda. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa.
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa.
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte.
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa.
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte.
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa formam a banca examinadora.
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa formam a banca examinadora. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa.
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte.
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa.
Professores Maraluce Custódio, Kiwonghi Bizawu e Ilton Garcia da Costa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte.
Pesquisadora analisou gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Professora Maraluce Custódio apresenta suas considerações.
Professora Maraluce Custódio apresenta suas considerações. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder.
Larissa Carolina Vieira de Freitas defende dissertação nesta quinta-feira (7), na Dom Helder. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa é aprovada com distinção e recebe os cumprimentos da banca.
Larissa é aprovada com distinção e recebe os cumprimentos da banca. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Emoção e alegria ao receber a notícia da aprovação.
Emoção e alegria ao receber a notícia da aprovação. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Larissa é aprovada com distinção e recebe os cumprimentos da banca.
Larissa é aprovada com distinção e recebe os cumprimentos da banca. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa.
Amigos e familiares acompanharam a defesa de Larissa. Foto (Patrícia Azevedo/Dom Total)

A campanha ‘Construindo Cidades Resilientes’ pode ser considerada um instrumento adequado para a redução de desastres em Belo Horizonte? Em busca de respostas para o questionamento, a mestranda Larissa Carolina Vieira de Freitas desenvolveu a dissertação ‘Construindo cidades resilientes: um olhar para a gestão de riscos de desastres em Belo Horizonte/MG’.

O trabalho foi apresentado nesta quinta-feira (7), na Dom Helder Escola de Direito, e aprovado com distinção pela banca examinadora, formada pelos professores Kiwonghi Bizawu, pró-reitor de pós-graduação da Escola e orientador da mestranda, Maraluce Custódio, também da Dom Helder, e Ilton Garcia da Costa, da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP).

De acordo com a mestranda, a campanha ‘Construindo Cidades Resilientes’ foi lançada internacionalmente em 2010, pela Organização das Nações Unidas (ONU), trazendo 10 passos essenciais para fins de incremento da resiliência a desastres. No Brasil, foi incorporada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil, que vem desenvolvendo ações para a redução dos eventos adversos.

“Conheci a campanha através da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, temos aqui o programa ‘Minas Mais Resiliente’. Surgiu então o desejo de desenvolver a pesquisa, para compreender se a proposta é aplicável às cidades brasileiras. Com o prazo limitado do mestrado, focamos os estudos em Belo Horizonte, que já é uma cidade resiliente conforme os padrões da ONU, foi inclusive premiada”, contou Larissa, que atua como advogada na Defesa Civil de Minas Gerais desde 2014.

Para desenvolver a pesquisa, a mestranda analisou tratados e eventos internacionais, como o Protocolo de Kyoto, a Conferência de Paris (COP 21), o Marco de Ação de Hyogo e Marco de Sendai para Redução do Risco de Desastres. Estudou também a legislação nacional, com destaque para a Lei 12.608/2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, além de alterar importantes legislações urbanísticas em prol da prevenção aos riscos de desastres no país.

“O tema escolhido para a pesquisa justifica-se, porque, cada vez mais, verifica-se o aumento das ocorrências de eventos adversos no Brasil. A cada ano, eventos extremos atingem mais localidades no nosso país, fato que aumenta a preocupação com a necessidade de se reduzir os riscos e salvar bens e, principalmente, vidas”, afirmou Larissa.

Belo Horizonte

Segundo a pesquisadora, o município de Belo Horizonte apresenta-se como uma cidade que possui níveis de resiliência consideráveis, e mesmo antes de aderir à Campanha, já desenvolvia políticas públicas que convergiam para a minimização dos efeitos dos desastres mais recorrentes como, por exemplo, as inundações e alagamentos.

“Belo Horizonte está no caminho certo, já avançamos muito. Às vezes somos questionados: colocar uma placa para não transitar em determinado local quando chove é resiliência? É sim, porque ela também passa pela informação. Mas claro, temos muito a melhorar, principalmente no envolvimento da comunidade, que ainda é pequeno. Mesmo com as campanhas, muitas pessoas têm dúvidas e desconhecem os riscos aos quais estão expostas”, apontou Larissa.

Excelência

Para o professor Ilton Garcia da Costa, o trabalho desenvolvido pela mestranda destaca-se pela qualidade e deve ser publicado. “Fiz uma leitura aprofundada, a Larissa traz uma análise muito interessante sobre essa questão da resiliência das cidades. Houve uma pesquisa ampla, que abordou diversos temas, trouxe exemplos de boas práticas de governança, de políticas públicas aplicadas aqui em Belo Horizonte, apresentou a questão legislativa e a questão mundial. Enfim, um trabalho excelente, que pode ser um marco nesta temática”, afirmou Ilton. O professor teceu ainda comentários sobre a estrutura do texto, que avaliou como agradável e envolvente.

O professor Kiwonghi Bizawu, por sua vez, destacou o dinamismo e o empenho da mestranda. “Você tem uma vontade de sempre ir além, de fazer o melhor. Agradeço a oportunidade ao me escolher como seu orientador”, disse.

Sonho

Um sonho realizado. Assim a mestranda sintetizou o sentimento de defender a dissertação na presença de amigos, familiares e colegas. Bastante emocionada, agradeceu a presença de todos e, em especial, as contribuições de seu orientador, professor Sebastien Kiwonghi.

“Foi um processo árduo, mas o professor Kiwonghi é muito solícito, quase um pai e, além disso, possui um vasto conhecimento do Direito Internacional. Sou filha da casa, a Escola é um lugar em que me sinto à vontade, o curso é muito sério, os professores bastante envolvidos, então as possibilidades de os alunos terem sucesso são muito grandes. Sou muito feliz de chegar até aqui e ter feito isso junto com a Dom Helder, que me acolheu, apoiou e sempre esteve ao meu lado”, contou.


Dom Total

EMGE

*O DomTotal é mantido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Engenharia Civil conceito máximo no MEC. Saiba mais!


Instituições Conveniadas