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14/04/2018 | domtotal.com

Movimento Ecos lança a consolidação da parceria do Projeto Socioambiental 2018

Francisco Haas ressalta que o Ecos hoje representa uma forma de garantir um meio ambiente sustentável para a presente e futuras gerações.

O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos.
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos.
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos.
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
O superintendente de Juventude, Ensino Médio e Educação Profissional da SEE, Wladmir Coelho, afirma que o Ecos possibilita o cumprimento de uma parcela importante da legislação que trata da educação ambiental.
O superintendente de Juventude, Ensino Médio e Educação Profissional da SEE, Wladmir Coelho, afirma que o Ecos possibilita o cumprimento de uma parcela importante da legislação que trata da educação ambiental. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores.
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores.
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos.
O coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, explica a estrutura de funcionamento do Ecos. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores.
Escolas participantes do Movimento Ecos desse ano são apresentadas por seus coordenadores. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Confraternização durante o intervalo do lançamento do Movimento Ecos 2018.
Confraternização durante o intervalo do lançamento do Movimento Ecos 2018. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Confraternização durante o intervalo do lançamento do Movimento Ecos 2018.
Confraternização durante o intervalo do lançamento do Movimento Ecos 2018. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Agrônoma, doutora em fitotecnia e pesquisadora em desenvolvimento local sustentável da Epamig, Maria Regina de Miranda Souza, fala sobre a sustentabilidade na perspectiva da agroecologia.
Agrônoma, doutora em fitotecnia e pesquisadora em desenvolvimento local sustentável da Epamig, Maria Regina de Miranda Souza, fala sobre a sustentabilidade na perspectiva da agroecologia. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Professores, alunos e monitores falam sobre o Ecos e sua importância para as escolas.
Professores, alunos e monitores falam sobre o Ecos e sua importância para as escolas. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento.
Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Foto (Daniela Galvão/Dom Total)

Com o objetivo de promover, nas escolas públicas de Minas Gerais, um processo de conscientização que leve à redução do consumo de água, energia e papel, geração de resíduos, além de promover uma alimentação saudável, dentre outros, o Movimento Ecos lançou, na manhã deste sábado (14), no auditório da Dom Helder Escola de Direito, a consolidação da parceria do Projeto Socioambiental 2018. Uma das novidades do oitavo ano de atuação do Ecos é que agora o número de escolas parceiras, que fazem parte da rede pública de ensino da Região Metropolitana de Belo Horizonte, chega a 118. Isso foi possível devido à assinatura de um convênio com a Secretaria de Educação de Minas Gerais, ocorrida no fim do ano de 2017.

Diretores, professores e alunos integrantes do Movimento Ecos participaram do evento. Os indicadores gerados pelos projetos desenvolvidos poderão contribuir para a melhoria dos ambientes escolares e dos seus familiares, em vista de um ambiente mais equilibrado e sustentável. Neste ano, cada equipe deverá desenvolver, em sua escola, ações em três das seguintes áreas, no mínimo: redução do consumo de água, redução do consumo de energia, redução do consumo de papel, redução da geração de resíduos sólidos, reciclagem e reaproveitamento de resíduos sólidos, promoção da alimentação saudável, recuperação e conservação do ambiente escolar, inclusive áreas verdes, melhoria e conservação da infraestrutura escolar, melhoria do trânsito no entorno da escola e inserção de temas ambientais nos conteúdos curriculares.

Segundo o coordenador do Ecos e pró-reitor de Extensão da Dom Helder Escola de Direito, Francisco Haas, com o lançamento da parceria terão início as atividades para as escolas que já se inscreveram. “Também ampliamos a equipe. Hoje estamos com quase 200 bolsistas, além de oito professores e estagiários que ajudam na mobilização e visitas. Cada professor coordena um grupo de escolas e, nas coordenações gerais, são criadas as grandes metas do dia a dia”. Ele ressalta que o Ecos hoje representa uma forma de garantir um meio ambiente sustentável para a presente e futuras gerações.

Intervenção na realidade

O superintendente de Juventude, Ensino Médio e Educação Profissional da Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), Wladmir Coelho, afirma que o Ecos possibilita o cumprimento de uma parcela importante da legislação que trata da educação ambiental. É, conforme ele, uma forma de trabalhar a transdisciplinaridade. “Trabalhamos não só com uma disciplina específica, mas usamos todas as disciplinas. Assim temos uma iniciação científica, de trabalho com a pesquisa e a prática. É de grande importância o trabalho realizado, porque se intervém na realidade. Se busca uma melhoria dessa realidade com o uso racional dos recursos naturais”.

Ele ressalta o retorno do Movimento Ecos, principalmente para a escola. “O trabalho tem muito a ver com aquela questão do gasto de energia da escola. Torna-se esse uso mais racional. Isso já é, por si, um avanço importantíssimo. E isso, naturalmente, não fica na escola, é levado para casa. A escola não é um espaço fechado, porque o estudante produz uma ideia e a levando para fora da escola”.

Wladmir Coelho fez questão de parabenizar a Dom Helder pela sua aproximação com as escolas. “Assim, não se separa aquela situação de um espaço só do pensar. Você coloca aquilo em prática e leva a escola a sair do discurso científico e ir para a prática científica. Isso é de uma importância muito grande”.

O coordenador técnico do Ecos, José Cláudio Junqueira, afirma que a questão ambiental deve ser discutida em todas as disciplinas. Para ele, deve haver uma integração dos conteúdos programáticos e educação ambiental às disciplinas curriculares, de modo transversal, contínuo e permanente. De acordo com ele, a legislação prevê o recolhimento seletivo de lixo reciclável para doação ou venda, cujo valor arrecadado pode ser revertido para a caixa escola. “Cada tonelada de lixo, em Belo Horizonte, custa de R$ 120 a R$ 150. Em termos de escolas, muitas toneladas podem ser reduzidas. Isso promove a redução do lixo e ainda pode se reverter isso para a caixa escolar”, frisa José Cláudio.

Sustentabilidade

Para a agrônoma, doutora em fitotecnia e pesquisadora em desenvolvimento local sustentável da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Maria Regina de Miranda Souza, a produção agropecuária é pautada nos princípios de sustentabilidade à medida em que trabalha com a questão da justiça social, tendo em vista a conservação dos recursos naturais, a manutenção do meio ambiente onde vivemos e da viabilidade econômica.

“O Ecos conscientiza os jovens das escolas estaduais de suas responsabilidades nesse equilíbrio, nessa sustentabilidade. Mesmo porque eles fazem parte desse sistema que considera os animais, os vegetais, o mundo mineral e a sociedade. Eles são indivíduos na sociedade, portanto, são responsáveis pela manutenção desse sistema e pela sustentabilidade”.

Integração

A estudante de Direito da Dom Helder e monitora do Ecos, Júlia Reis, afirma que o Movimento Ecos integra as pessoas nas escolas. “Paramos de olhar a escola como somente um momento de aula, de estudo, para olhá-la como um todo, como uma sociedade. No movimento desenvolvemos inúmeras atitudes, tanto exteriores quanto internas à escola, que fazem com que os alunos tenham até mais prazer de estarem dentro de uma sala de aula, de pensar em um novo projeto ou em um movimento acadêmico. Participo do Ecos há quatro anos. No meu primeiro ano fui coordenadora da minha escola, Pedro II. Entrei para o curso de Direito com bolsa no Movimento Ecos e é graças a essa bolsa que eu consigo hoje estudar. No ano consecutivo fui bolsista, ajudei o Pedro II e há dois anos sou monitora. É um privilégio ser monitora do Ecos, porque além de tudo que aprendi como aluna-coordenadora, hoje aprimoro isso ainda mais e levo para meu mercado de trabalho”, finaliza.


Redação Dom Total

EMGE

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