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Economia

19/11/2018 | domtotal.com

Roberto Castello Branco será presidente da Petrobras no governo Bolsonaro

Ele fazia parte do time de especialistas que Paulo Guedes reuniu durante a campanha para debater a formulação de propostas econômicas para o então presidenciável.

Roberto Castello Branco assumirá o comando da estatal em substituição a Ivan Monteiro, que chegou a ser cotado para permanecer no comando da petroleira.
Roberto Castello Branco assumirá o comando da estatal em substituição a Ivan Monteiro, que chegou a ser cotado para permanecer no comando da petroleira. (Reuters)

Por Rodrigo Viga Gaier

Rio de Janeiro - O economista Roberto Castello Branco aceitou convite da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro para presidir a Petrobras, informou em nota a assessoria de futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Ele assumirá o comando da estatal em substituição a Ivan Monteiro, que chegou a ser cotado para permanecer no comando da petroleira. Castello Branco é doutor em Economia pela Fundação Getúlio Vargas e Post Doctoral Fellow in Economics pela Universidade de Chicago, tendo sido diretor do Banco Central e da Vale, entre outros postos.

Ex-diretor do Banco Central e da Vale, ele fazia parte do time de especialistas que Paulo Guedes reuniu durante a campanha para debater a formulação de propostas econômicas para o então presidenciável. Castello Branco é visto como homem de confiança de Guedes e seu nome já vinha sendo cogitado para o posto.

Caixa

Rubem Novaes, que foi diretor do BNDES e é professor da FGV, e Pedro Guimarães, sócio do banco Brasil Plural, estão ambos bem cotados para assumir o comando da Caixa nesse desenho.

A atual secretária executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, chegou a ser sondada para o cargo, mas não se mostrou entusiasmada com a proposta. Paulo Guedes tem repetido aos mais próximos que quer auxiliares "com brilho nos olhos" e não apenas com currículo adequado para exercer as funções.

Novaes chegou a ser cogitado para o comando do BNDES, mas como as conversas com Joaquim Levy avançaram, ele deve ser realocado para outra área do governo.

Com a confirmação dos nomes de Levy no comando do BNDES e Mansueto de Almeida na secretaria do Tesouro Nacional, a futura equipe econômica chefiada por Guedes vai tomando forma. Na área do atual Ministério do Planejamento, que será incorporado à pasta de Guedes, o atual ministro Esteves Colnago é bem cotado para seguir no posto, mas não há definição.

Ao seu time, Guedes tem dito que deseja enxugar o número de secretarias e também reestruturar algumas áreas de seu futuro "superministério". Ele gostaria, por exemplo, de criar uma secretaria de "produtividade e emprego".

Também já indicou que pretende convidar outros nomes do mercado para integrar a futura administração, trazendo, até mesmo, empresários. Guedes já citou Salim Mattar, sócios da Localiza, a interlocutores como um "bom nome" para integrar seu superministério.


Reuters/Agência Estado/Redação Dom Total

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