Religião Liturgia Diária

Dia 24 de Julho - Segunda-feira

XVI SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia)

Antífona de Entrada

É Deus quem me ajuda, é o Senhor quem defende a minha vida. Senhor, de todo o coração hei de vos oferecer o sacrifício e dar graças ao vosso nome, porque sois bom (Sl 53,6.8).

Oração do dia

Ó Deus, sede generoso para com os vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Êxodo 14,5-18)

Leitura do livro do Êxodo.
Naqueles dias, 14 5 quando se anunciou ao rei do Egito que o povo tinha fugido, o coração do faraó e de seus servos voltou-se contra o povo: “Que fizemos, disseram eles, deixando partir Israel e renunciando assim ao seu serviço!”
6 O faraó mandou preparar seu carro e levou com ele suas tropas.
7 Escolheu seiscentos carros dos melhores e todos os carros egípcios com homens de guerra em cada um deles.
8 O Senhor endureceu o coração do faraó, rei do Egito, e este se pôs a perseguir os filhos de Israel. Eles haviam partido de cabeça erguida.
9 Puseram-se os egípcios a persegui-los e alcançaram-nos em seu acampamento à beira do mar: todos os cavalos dos carros do faraó, seus cavaleiros e seu exército alcançaram-nos perto de Fiairot, defronte de Beelsefon.
10 Aproximando-se o faraó, os israelitas, ao levantarem os olhos, viram os egípcios que vinham ao seu encalço. Foram tomados de espanto e invocaram o Senhor, clamando em alta voz.
11 E disseram a Moisés: “Não havia, porventura, túmulos no Egito, para que nos conduzisses a morrer no deserto? Por que nos fizeste isso, tirando-nos do Egito?
12 Não te dizíamos no Egito: ´deixa-nos servir os egípcios! É melhor ser escravos dos egípcios do que morrer no deserto´.”
13 Moisés respondeu ao povo: “Não temais! Tende ânimo, e vereis a libertação que o Senhor vai operar hoje em vosso favor. Os egípcios que hoje vedes, não os tornareis a ver jamais.
14 O Senhor combaterá por vós; quanto a vós, nada tereis a fazer.”
15 O Senhor disse a Moisés: “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que se ponham a caminho.
16 E tu, levanta a tua vara, estende a mão sobre o mar e fere-o, para que os israelitas possam atravessá-lo a pé enxuto.
17 Vou endurecer o coração dos egípcios, para que se ponham ao teu encalço, e triunfarei gloriosamente sobre o faraó e sobre todo o seu exército, seus carros e seus cavaleiros.
18 Os egípcios saberão que eu sou o Senhor quando tiver alcançado esse glorioso triunfo sobre o faraó, seus carros e seus cavaleiros.”
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial Ex 15

Ao Senhor quero cantar,
pois fez brilhar a sua glória!
 
Ao Senhor quero cantar, pois fez brilhar a sua glória:
precipitou no mar Vermelho o cavalo e o cavaleiro!
O Senhor é minha força, é a razão do meu cantar,
pois foi ele, neste dia, para mim, libertação!
Ele é meu Deus e o louvarei, Deus de meu pai e o honrarei.
 
O Senhor é um Deus guerreiro, o seu nome é “onipotente”:
os soldados e os carros do faraó jogou ao mar.
Seus melhores capitães afogou no mar Vermelho.
 
Afundaram como pedras e as ondas os cobriram.
Ó Senhor, o vosso braço é duma força insuperável!
Ó Senhor, o vosso braço esmigalhou os inimigos!

Evangelho (Mateus 12,38-42)

Aleluia, aleluia, aleluia.
Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo, 12 38 alguns escribas e fariseus tomaram a palavra: "Mestre, quiséramos ver-te fazer um milagre".
39 Respondeu-lhes Jesus: "Esta geração adúltera e perversa pede um sinal, mas não lhe será dado outro sinal do que aquele do profeta Jonas:
40 do mesmo modo que Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim o Filho do Homem ficará três dias e três noites no seio da terra.
41 No dia do juízo, os ninivitas se levantarão com esta raça e a condenarão, porque fizeram penitência à voz de Jonas. Ora, aqui está quem é mais do que Jonas.
42 No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará com esta raça e a condenará, porque veio das extremidades da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. Ora, aqui está quem é mais do que Salomão".
Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho

UM PEDIDO FEITO COM MÁS INTENÇÕES
            Os milagres de Jesus despertavam a curiosidade de seus adversários. Escribas e fariseus queriam presenciar um milagre, embora não nutrissem nenhum amor por Jesus, nem tivessem respeito por ele. Queriam reduzi-lo a um milagreiro vulgar, cujos pretensos gestos poderosos são a maneira de se exibir, quando não, de iludir o povo. Jesus se recusa a satisfazer-lhes os desejos, porque não aceitavam seus milagres como credenciais da origem divina de sua missão, .
            O pedido dos adversários de Jesus foi, em parte, atendido. Um sinal lhes seria oferecido: o Filho do Homem ficaria três dias e três noites no seio da Terra, tempo transcorrido por Jonas no ventre de um monstro marinho. Eles, portanto, teriam a Ressurreição como sinal para compreender quem, afinal, era Jesus.
            O Mestre não se enganava em relação a seus interlocutores. Por serem mal-intencionados, fechados para a sua pregação, dificilmente seriam capazes de acolher a Ressurreição como sinal de sua identidade. Eram dignos de condenação. Tendo a possibilidade de achegar-se a Deus mediante a ação de Jesus, fechavam-se em seu ceticismo e se recusavam a reconhecer, no Mestre, a ação amorosa do Pai. Por essa sua atitude, escribas e fariseus privavam-se de participar deste amor misericordioso.


Oração
Senhor Jesus, dá-me um coração benevolente, que saiba reconhecer tua origem divina, através de tuas ações.


(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)

Sobre as Oferendas

Ó Deus, que no sacrifício da cruz, único e perfeito, levastes á plenitude os sacrifícios da antiga aliança, santificai, como o de Abel, o nosso sacrifício, para que os dons que cada um trouxe em vossa honra possam servir para a salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão

O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem (Sl 110,4s).

Depois da Comunhão

Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.

MEMÓRIA FACULTATIVA

SÃO CHARBEL MAKHLUF (Branco – Ofício da Memória)

Oração do Dia

Ó Deus, venham em auxílio dos vosso fiéis as preces dos vossos santos para que, celebrando com amor a sua festa, participemos com eles da glória eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas

Ao apresentarmos, ó Deus, as oferendas ao vosso altar, dai-nos os sentimentos que inspirastes a São Charbel, para celebrarmos, de todo o coração, o sacrifício que vos agrada e nos traz a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão

Que a comunhão no vosso sacramento, ó Pai, nos dê a salvação e nos confirme na luz da vossa verdade. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO CHARBEL MAKHLUF)

Nasceu em 8 de maio de 1828 em Bek-Kafra, Líbano como José Zaroun Makhouf. Filho de um dono de mulas foi criado por um tio que se punha a piedosa vocação dele. O seu livro favorito era a "Imitação de Cristo" de Thomas Kempis. Com 23 anos ele tomou o nome de Charbel em memória do mártir do século segundo, e entrou no Mosteiro Maronita em Annaya.Em 1853 tomou seus votos solenes e foi ordenado monge em 1859. Ele vivia uma vida de monge modelo, mas sonhava em ser um eremita no deserto. Assim ele se tornou um eremita de 1875 até 23 anos mais tarde vivendo com o mínimo de comida e água. Ganhou uma grande reputação de santo e vários pessoas de todas as classes iam ate ele para receber seus conselhos .Ele tinha uma grande devoção a Sagrada Eucaristia e era conhecido como pessoa que levitava durante as suas preces e curava vários doentes apenas com a sua benção. Vários outros milagres foram atribuídos a sua intercessão ele após sua morte incluindo alguns períodos em 1927 e em 1950 quando um suor saia de sua pele em seu corpo incorrupto. Assim sua tumba se tornou um local de peregrinação de libaneses e não libaneses e de cristãos e não cristãos de todas a nacionalidades. Faleceu em 24 de dezembro de 1898. Foi beatificado em 1965 e canonizado em 1977 pelo Papa Paulo VI.


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