22 Abr 2019 | domtotal.com

O Cruzeiro de Mano foi o Cruzeiro de Mano


Mano e Fred comemoram o título mineiro.
Mano e Fred comemoram o título mineiro. (Vinnicius Silva/Cruzeiro)

Por Juliano Paiva

O cruzeirense está em estado de graça. O seu time está muito bem em 2019 e, após a conquista do Campeonato Mineiro, de forma invicta, mira os títulos das copas Libertadores e do Brasil e do Campeonato Brasileiro. 

É bem verdade que nos dois jogos da final não jogou tão bem, e contou com os erros de arbitragem para vencer no Mineirão, mas a Raposa mostrou a força do elenco sendo fatal nos lances cruciais como no gol de Fred de pênalti que deu o título ao clube celeste. 

O Cruzeiro de Mano foi o Cruzeiro de Mano, aquele time que sabe matar o jogo quando tem a chance. E isso passa pelo padrão de jogo criado pelo treinador – mesmo quando perde peças importantes a equipe joga do mesmo jeito – e pela qualidade técnica dos jogadores. 

Se coletivamente não foi tão bem na final do Mineiro, soube sofrer quando pressionado, como após o gol de Elias no Independência, para dar o bote quando possível. 

E isso é bom para a torcida. Pode render mais títulos este ano. 

Taça Libertadores

Sem tempo para comemorar muito, o Cruzeiro terá o Deportivo Lara pela frente nesta terça, na Venezuela. Será o quinto passo para ser o melhor time da fase de grupos da Taça Libertadores. 

Se conseguir, a Raposa fará sempre o segundo jogo em casa até a semifinal do torneio, caso chegue lá. E isso é uma boa vantagem tendo em vista a maneira reativa que joga o time de Mano Menezes. 

Para quem não se lembra, dos oito mata-matas a partir das oitavas de final nos títulos da Copa do Brasil de 2017 e 2018, o Cruzeiro decidiu seis em casa, sendo fator determinante para aquelas conquistas consecutivas.  

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Juliano Paiva
é jornalista formado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente editor do Dom Total, Paiva trabalhou nos jornais O Tempo, Hoje em Dia e no extinto Diário da Tarde, tradicional periódico de Belo horizonte fechado pelos Associados Minas em julho de 2007. No DT, começou como repórter da editoria Cidades, mas, na época do fechamento do jornal, fazia cobertura esportiva. Também foi responsável pela cobertura de jogos do Campeonato Brasileiro para a Folha de São Paulo no segundo semestre de 2007.
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