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Audi A4, Toyota Hilux e Hyundai Sonata: veículos apreendidos do tráfico serão leiloados

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Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) de Minas Gerais realiza, na quarta-feira (26/8), o quinto leilão de 2020 com veículos apreendidos em operações de combate ao tráfico de drogas e outros crimes relacionados.  O leilão será completamente on-line e entre os destaques há um uma perua importada Audi A4 Avant, um Hyundai Sonata e uma Toyota Hilux.

Nesta edição, serão 23 veículos leiloados, entre carros, motocicletas e um caminhão. De forma inédita, uma pulseira de ouro também estará disponível para lances. Os arremates dos materiais serão exclusivamente on-line (veja os endereços abaixo), respeitando as recomendações de prevenção e combate à covid-19.

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A iniciativa faz parte do projeto “Esforço Concentrado para a Redução dos Bens aguardando Destinação”, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Sejusp.

Como explica a subsecretária de Prevenção à Criminalidade de Minas Gerais, Andreza Gomes, cuja área é responsável pelo gerenciamento dos leilões de bens do tráfico, a realização desse tipo de ação é importante porque o Estado consegue transformar os bens apreendidos em recursos, que são repassados à União e, posteriormente, retornam ao Governo de Minas. “Esse dinheiro que temos arrecadado com os leilões são significativos para a manutenção de políticas de prevenção relacionadas ao tráfico de drogas e à criminalidade de um modo geral”, ressalta.

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Todos os recursos arrecadados, quando de volta a Minas, deverão ser aplicados, especialmente, em ações de redução da oferta e da demanda de substâncias ilícitas, em campanhas, estudos e capacitações relacionadas à temática das drogas. Os recursos obtidos em leilões são também aplicados na própria gestão do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) e nas despesas decorrentes do cumprimento das atribuições da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.

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 Como participar

Os lances já podem ser realizados na página https://www.mgl.com.br/leilao/11209/lotes. Neste endereço, os interessados também podem ver fotos e conhecer mais detalhes sobre cada um dos bens disponíveis para o leilão. Quem desejar ver pessoalmente os carros ou a pulseira de ouro deve fazer agendamento prévio. A previsão é que essa visitação (confira o local de disponibilidade de cada bem no link disponibilizado acima) aconteça no dia 25/8.

Para participar do leilão, é preciso se cadastrar no site do leiloeiro público oficial, até 48 horas antes do leilão. Todas as informações necessárias para inscrição, as normas e procedimentos do leilão estão disponíveis no edital: https://d1tx9qwh0jlp9r.cloudfront.net/leiloes/0000011209/arquivos/edital-de-leilao-5f33ccfd7f5e4.pdf

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Peugeot 208 2021: nova geração terá equipamentos avançados de segurança

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A despeito de não ser vendido no Brasil com os modernos motores turbo da PSA, a marca francesa anuncia que o novo 208 terá equipamentos avançados de segurança.  A Peugeot não revelou se a lista abaixo será de série em todas as versões ou apenas na topo de linha. Como não falou, também não descartamos ser um pacote de opcionais…  Mas de concreto, será um modelo compacto com recursos até então disponíveis em veículos de categorias superiores!

Segundo a PSA, com a utilização da plataforma CMP (Common Modular Platform), o  208 teve a possibilidade  de incorporar os recursos Peugeot Driver Assist, Confira a lista de equipamentos que estarão disponíveis no modelo:

Alerta de colisão: avisa o condutor em caso de risco de colisão com o veículo à frente ou com um pedestre atravessando a rua. Dependendo da situação detectada e do nível de alerta configurado pelo motorista, diferentes tipos de avisos podem ser acionados e exibidos no painel de instrumentos.

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Frenagem de Emergência:
 o sistema automático entra em ação para reduzir a velocidade de impacto ou evitar uma colisão caso o motorista não tenha a ação esperada após os alertas de colisão, ou no caso de uma situação súbita de risco de choque. Baseado nas imagens captadas por uma câmera na parte superior do para-brisa, a frenagem automática de emergência atua diretamente nos freios do veículo caso seja detectado o risco de atropelamento ou de batida contra outro carro (rodando na mesma direção ou estacionado).

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Alerta e correção de mudança de faixa: o veículo é equipado com uma câmera na parte superior do para-brisa capaz de reconhecer as linhas (contínuas ou seccionadas) da estrada. É com base no processamento dessas imagens que um alerta é emitido no caso de transposição involuntária das demarcações – tanto das faixas de rolagem como das bordas da via.

O sistema funciona em velocidades superiores a 60 km/h e o alerta é do tipo sonoro e visual. Mais do que o aviso, o sistema promove uma correção na trajetória do veículo: assim que o sistema identifica risco de ultrapassagem involuntária da sinalização de solo, a direção é automaticamente corrigida para manter o carro dentro dos limites da faixa de rolamento.

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Auxílio de farol alto: a câmera de vídeo situada no alto do para-brisa também é utilizada no sistema de ativação automática do facho alto dos faróis. Com ela, o dispositivo tem a capacidade de captar, processar, interpretar e diferenciar as mais variadas fontes luminosas à frente do carro. Assim, o sistema de iluminação alterna automaticamente entre luz alta e luz baixa em função do ambiente. Na prática, ele desativa o farol alto ao detectar veículos no sentido da via ou oposto, voltando a elevar o facho quando a situação assim permitir.

Reconhecimento de placas de velocidade: a câmera de vídeo situada no alto do para-brisa efetua a leitura das placas de velocidade máxima permitida na via. O sistema, então, exibe uma apresentação gráfica da placa no painel de instrumentos (em paralelo, ele também utiliza as informações sobre limites de velocidade contidas nos mapas do sistema de navegação). De alta precisão, o recurso difere as sinalizações destinadas a automóveis (veículos leves) daquelas específicas para veículos pesados.

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Detector de fadiga: o sistema avalia o tempo ininterrupto de condução, a velocidade e o comportamento dinâmico do carro. Se o sistema entender que o motorista está desatento ou viajando por mais de duas horas em velocidades superiores a 65 km/h, um alerta é deflagrado orientando o condutor a fazer uma pausa.

VisioPark 180°: quando engatada a marcha à ré, o sistema multimídia mostra na tela imagens captadas pela câmera de ré, instalada na traseira do carro. Para permitir uma manobra fácil, precisa, rápida e segura, estas imagens são exibidas em três diferentes modos de visualização: Zoom, Standard e 180°, que se revezam de maneira complementar e automática nas diferentes fases da manobra.

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Honda Civic Si: cupê japonês ganha mudanças na linha 2020

Linha 2020 do Civic Si ganha discretas mudanças no design externo e interno, aprimoramentos mecânicos e novos equipamentos de conforto e conveniência

Na linha 2020, o carro ganha novas molduras para os faróis de neblina – que agora também são em LED – com novo desenho com acabamento em preto brilhante e uma barra transversal que acompanha a cor da carroceria. Além disso, oferece novas rodas de liga leve de 18 polegadas com acabamento em preto fosco Na traseira, o Civic Si 2020, mantém o mesmo desenho da linha anterior, mas com barra de LED horizontal que acompanha toda a extensão do aerofólio.

O painel do Civic Si tem novos elementos em vermelho, mesma tonalidade adotada nas novas faixas centrais dos bancos formato concha, com logotipos da versão bordados no encosto.
Para a linha 2020, o Civic Si também recebe sensor de chuva, além do sistema de recarga de celulares sem fio, por indução.

O carro segue equipado com motor 1.5 turbo somente a gasolina com 208 cv aos 5.700 rpm e o torque de 26,5 kgf.m aos 2.100 rpm. O bloco traz injeção direta, duplo comando de válvulas variáveis no cabeçote (Dual VTC) e quatro cilindros. Com esportivo puro-sangue, transmissão manual de seis velocidades. Na linha 2020, o modelo recebe uma relação de marchas 6% mais curta.

Outra novidade, agora o Civic Si ganha Active Sound Control, uma tecnologia que usa o sistema de áudio para amplificar o som do motor durante uma condução mais agressiva, permitindo uma experiência ainda mais imersiva de condução para o motorista. Isso pode ser configurado no seletor de modos de direção.

O Civic Si 2020 é comercializado no Brasil em versão única, cupê de duas portas, com três opções de cores: Platinum White, Crystal Black e Rallye Red. O modelo tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem
Preço: R$ 179.900

Interior tem bancos de tecido e acabamento na cor vermelha

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BMW X3 híbrido faz 31,7 km/l e custa R$ 18 mil a mais que versão de entrada

Marca alemã lança SUV híbrido em duas versões. BMW X3 xDrive30e tem conjunto plug-in híbrido com 290 cv de potência e 420 Nm de torque

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Thiago Ventura

Marca bávara anunciou nessa segunda (17) a chegada de duas versões plug-in híbridas do X3 ao mercado brasileiro. O SUV será oferecido a partir de setembro nas configurações BMW X3 xDrive30e e BMW X3 xDive30e X Line, ambas fabricadas na planta de Spartanburg, Estados Unidos.  Os interessados já podem comprar na a pré-venda, inclusive no Facebook e Instagram oficial da marca.  Os modelos têm preço de R$ 342.950 (xDrive 30e) e R$ 367.950 (versão X Line).

Considerando a versão de entrada a gasolina do carro, a X3 xDrive20i X-Line, modelo 2020,  que tem preço sugerido de R$ 324.920, a novidade chega com um acréscimo de aproximadamente R$ 18 mil. Uma diferença não tão elevada para o público de alto padrão, que pode ser atraído em levar versão híbrida. Nos testes de consumo do Inmetro, o veículo apresentou 29,04 km/le no ciclo urbano e 31,74 km/le no ciclo estrada. Esse ‘km/le’ é a a autonomia por litro equivalente ao combustível utilizando mais de uma fonte de energia, no caso, combustível e eletricidade.

Os novos modelos, que a BMW chama de SAV (Sport Activity Vehicle), vem com motor 2.0  a combustão de quatro cilindros que opera em conjunto com um elétrico, resultando em potência combinada e torque combinado de 420 Nm. O modelo X Line é calçado com rodas de liga leve Y-Spoke 20 polegadas e pneus 245×45 na frente e 275×40 atrás. Já a xDrive30e utiliza modelos V-spoke 19 polegadas que rodam envoltas por pneus BMW Star com tecnologia Run-Flat que medem 245×50.

De acordo com a situação o X3 híbrido pode rodar somente com motor elétrico ou em apoio ao bloco a combustão.  No modo max eDrive, que pode ser ativado por meio do botão eDrive no console central, o novo BMW X3 atinge uma velocidade máxima de 135 km/h com uma unidade de propulsão silenciosa e livre de emissões. Já na configuração Auto eDrive, a direção totalmente elétrica é possível a velocidades de até 110 km/h. O motor de combustão só liga em velocidades mais altas ou quando há uma necessidade de aceleração particularmente elevada.

A bateria  pode ser carregada em tomadas domésticas convencionais por intermédio da utilização de um cabo de carregamento padrão. Desta forma, a bateria pode ser totalmente carregada em menos de seis horas. Já com uma BMW Wallbox de 22kW (incluso sem custo nos novos BMW X3), o mesmo processo de carregamento pode ser concluído em cerca de três horas e meia. A tomada de carregamento está localizada sob um compartimento na parede frontal esquerda do carro.

A autonomia do  X3 híbrido no modo puramente elétrico de até 55 quilômetros (ciclo NEDC) e até 46 km (ciclo WLTP). O consumo combinado de energia está entre 17,2 e 16,4 kWh a cada 100 quilômetros percorridos.

Entre os recursos de série nos modelos, carregador de celular sem fio (wireless charging), Android Auto e a preparação para Apple Car Play, que transfere a interface do iPhone por meio de conexão sem fio. Vem ainda com assistentes de condução semiautônoma: o BMW Driving Assistant permite a direção inteligente em situações como congestionamentos, trânsito lento ou viagens longas. Já o Parking Assistant dispõe de câmera de ré e sensores dianteiros e traseiros que medem os espaços para estacionar automaticamente. Na versão X Line a versão embarcada é o Driving Assistant Plus, que além de todos os recursos, oferece ainda assistente para realização de manobras evasivas, assistente ativo de proteção contra colisão lateral, alerta de tráfego em cruzamentos em casos de visibilidade restrita e assistente auxiliar de troca de faixa
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O SUV oferece 450 litros de volume do porta-malas, uma redução de 100 litros em relação ao X3 convencional, já que a bateria está  sob o banco traseiro, enquanto o tanque de combustível foi posicionado acima do eixo traseiro. Ao rebater o banco traseiro, o espaço de armazenamento pode ser aumentado para até 1.500 litros.

Os novos SUVs vêm com ar condicionado automático digital com controle de três zonas, bancos dianteiros esportivos com ajustes elétricos – e de lombar – para motorista e passageiro dianteiro. O banco traseiro é tripartido. Volante esportivo em couro e tapetes em veludo são os outros requintes. Na versão X Line, o painel de instrumentos é revestido em Sensatec e há acabamentos em alumínio com detalhes em Pearl Chrome.

O X3 xDrive30e  tem ainda teto solar elétrico panorâmico nas duas versões e será oferecido em seis opções de cores: Branco Alpino, Preto Safira, Prata Glacier, Cinza Sophisto, Branco Mineral e Azul Phytonic. Na versão X Line, rack e moldura da janela têm acabamentos em alumínio satinado. Para as duas versões a fabricante alemã reserva quatro opções de revestimento interno, todas elas em couro Vernasca: Preto / Preto; Mocha / Preto com costura Mocha; Oyster / Preto; Bege / Preto.

 

 

Motorista embriagado poderá ser preso em flagrante no caso de acidente com vítima

Projeto em tramitação no Senado Federal endurece as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) no caso de acidente com motorista embriagado

Para senador, CTB é “benevolente” para uma motorista que bebe e pega ao volante (Foto: PRF)

O atual Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é contraditório e “muito brando” contra motoristas bêbados ou drogados que causam acidentes com vítimas. A afirmação é do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que apresentou um projeto para incluir no CTB a determinação para que o condutor embriagado que se envolver em acidente seja preso em flagrante e depois arque com eventual fiança.

Hoje, o Artigo 301 do código diz que nenhum condutor pode ser preso em casos de acidente com vítima, nem arcar com eventual fiança, caso preste socorro, ainda que esteja drogado ou bêbado, o que, para Contarato, é “flagrantemente contraditório”.

“Pensando de forma prática, sequer há capacidade de um indivíduo embriagado ou sob efeito de drogas prestar socorro seguro e efetivo a um acidentado. Ou seja, hoje quem bebe e dirige não é preso em flagrante pelo simples ato de não fugir, uma verdadeira distorção da legislação que merece reparo”, defende na justificativa do PL 3.995/2020.

Hoje, quem é pego dirigindo sob efeito de droga ou de bebida fica sujeito a multa por infração gravíssima, suspensão da carteira de motorista por 12 meses e retenção do veículo. Para Contataro, a legislação é “benevolente” para uma “prática criminosa que mata dezenas de milhares de brasileiros todos os anos”. O senador afirma que o CTB, nesse aspecto, “não é sério” e, por causa disso, ainda é extremamente comum o ato de dirigir sob efeito de entorpecentes, pois o Brasil ainda vê a prática como “um desvio social de grau menor”.

Fonte: Agência Senado

Chevrolet Joy: modelo de entrada tem preço sugerido de R$ 55.990

GM oferece Onix Joy para empregado que aderir programa de demissão

Marca americana prorroga Lay-off para mais de três mil funcionários e prepara PDV com diversos atrativos para equalizar finanças

Chevrolet Joy: modelo de entrada tem preço sugerido de R$ 55.990
Chevrolet Joy: modelo de entrada tem preço sugerido de R$ 55.990

A General Motors (GM) resolveu oferecer um Chevrolet Joy 2020 zero quilômetro  com pacote Black ao funcionário que aderir ao programa de demissão voluntária (PDV). O objetivo da empresa é equilibrar o quadro de empregados e evitar demissão em massa, devido aos efeitos da crise causada pela pandemia da Covid-19.

O PDV será aberto apenas nas plantas de São Caetano (SP) e de São José dos Campos (SP).  Os incentivos à demissão variam de 3,5 a sete salários extras para cada ano trabalhado. Se o funcionário tiver mais de 11 anos de casa, pode receber também um Chevrolet Onix Joy, modelo de entrada da marca.

Além do PDV, a GM conseguiu acertar com os sindicatos a extensão do lay-off  até novembro. Os mais de três mil funcionários nessa situação ficam com contratos de trabalhos suspensos. Durante esse período, o trabalhador não recebe salário da empresa e fica amparado pelo seguro desemprego. No caso da GM, a montadora americana vai bancar a diferença por dois meses; no resto, o funcionário recebe até o teto do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ou seja, cerca de R$ 1,8 mil.

Interior espartano do Chevrolet Joy 2020
Interior espartano do Chevrolet Joy 2020

Segundo apuração do jornal O Estado de São Paulo, trabalhadores das fábricas de São Caetano do Sul (SP) e de Gravataí (RS), onde são produzidos automóveis, já aceitaram a proposta em votação online, assim como os de Joinville (SC), onde são feitos motores. Na unidade de São José dos Campos (SP), que produz picapes e utilitários-esportivos, a votação deve ocorrer nos próximos dias.

A GM informou medidas de férias coletivas, banco de horas, redução de jornada com redução de salário, além de lay-off e PDV serão necessárias para  “preservar empregos e garantir a sustentabilidade do negócio”. A montadora declarou ainda que o plano de R$ 1 bilhão que seria aplicado até 2024 está congelado.

Chevrolet Joy 

Modelo mais básico da GM no Brasil, o Joy é a antiga geração do Onix. Ele vem com motor 1.0 SP/E de até 80 cv e câmbio manual de cinco marchas. O modelo apresenta acabamento em dois tons, volante com moldura em preto high gloss, vidro elétrico, travas e alarme. Além disso, vem equipado com ar condicionado, velocímetro digital e desembaçador elétrico temporizado do vidro traseiro. O Chevrolet Joy tem preço sugerido de R$ 55.990 (Com AE)

Para encerrar greve, Renault reintegra demitidos e abre novo PDV

Após derrota na Justiça do Trabalho, Renault se viu obrigada a negociar. Plano de Demissão Voluntária tem mais benefícios, mas congela reajustes de quem fica

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Com uma greve de 20 dias  que afetou a entrega de produtos da Renault em toda a rede de concessionários, a marca francesa e o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba chegaram a um acordo nessa segunda (10).  A empresa voltou atrás e readmitiu os 747 demitidos há mais de duas semanas, mas abriu um novo Programa de Demissão Voluntária (PDV),  com incentivo melhor do que o proposto anteriormente.  Caso a proposta seja aprovada, os funcionários retornam ao trabalho na quarta-feira.

A proposta da marca francesa é novamente desligar cerca de 800 funcionários da área de produção em sua fábrica em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. Segundo a Renault, a medida é  para adequar o efetivo à atual demanda do mercado. A francesa alega crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus e informa que deverá produzir neste 2020 186 mil veículos; a previsão no começo do ano era de fabricar 353 mil unidades.

Para forçar a adesão ao PDV, a marca elaborou a seguinte estratégia: para cada funcionário que aderir ao programa,  um do grupo que deseja continuar na empresa voltará ao trabalho. Os que não forem convocados entrarão em lay-off (suspensão de contratos) por cinco meses. Após enxugar o quadro na produção, a Renault planeja PDV para funcionários da área administrativa.  Os trabalhadores terão até esta terça para votar, de forma online, se aceitam ou não.

O novo plano de demissão voluntária prevê o pagamento de seis salários extras, independente do tempo de casa do funcionário. Também a extensão do plano de saúde para toda a família até junho de 2021 e do vale mercado até dezembro próximo. Quem aderir também receberá a primeira parcela do Programa de Participação nos Lucros (PPR) e um abono previsto para 2021.

A marca se viu obrigada a negociar após perder na Justiça do Trabalho. O sindicato conseguiu liminar que considerou a demissão coletiva irregular e determinava dos demitidos. Para o presidente do sindicato, Sérgio Butka, a proposta possibilita a manutenção de empregos daqui para frente e atende as demandas da empresa.

“Com aprovação da proposta teremos garantia de pilares de competitividade que precisamos para o futuro da Renault do Brasil”, diz a montadora em comunicado distribuído aos funcionários.  A marca condiciona as demissões dentro do PDV como forma de negociar a produção de novos modelos no complexo com a matriz da França.

Sem reajustes

O acordo inclui ainda a suspensão de reajustes salariais neste ano e no próximo – será pago um abono de R$ 2,5 mil no período e reposição pelo INPC em 2022. O PPR deste ano deve ficar em R$ 13,9 mil, caso a produção se confirme em 186 mil veículos. Se nos três anos seguintes os volumes a serem definidos serão pagos, respectivamente, R$ 27 mil, R$ 27,5 mil e R$ 28 mil. Novas contratações terão salários 20% inferiores aos atuais.

*Com informações da AE

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SUV com preço a partir de R$ 88 mil é ó carro mais vendido no Brasil

Categoria mais desejada pelo consumidor, SUV é receita de sucesso para montadoras saírem da crise. T-Cross, Tracker, Renegade e Compass despontam entre os 10 mais vendidos

Com preços a partir de R$ 88,7 mil, T-Cross foi o carro mais vendido no Brasil em julho

Thiago Ventura

Em um crescimento surpreendente, o Volkswagen T-Cross fechou julho de 2020 como automóvel mais vendido no Brasil. O veículo que tem preço inicial de R$ 88.790 superou o hatch compacto Chevrolet Onix ao emplacar 10.211 unidades no mês, contra 9.716 do modelo da GM. Em terceiro lugar no mês, ficou o Hyundai HB20, com 7.852 emplacamentos. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave. Nesta próxima quinta-feira (6), a Volksawagen lança a linha 2021 do T-Cross

O resultado mostra a força do segmento dos veículos utilitários esportivos (SUV) compactos no mercado nacional. No acumulado do ano, o T-Cross acumula 30.806 unidades, o quinto mais vendido no Brasil. Ele supera com boa folga o rival Jeep Renegade, que acumula 25.444 emplacamentos, o 9º mais vendido. Apesar do efeitos econômicos da pandemia da Covid-19, esse segmento parece não ter problemas em encontrar clientes dispostos a pagar até mais de R$ 110 mil nas versões mais caras dos SUVs compactos.

Essa retomada com foco nos SUVs se destaca também com o Chevrolet Tracker, que fechou julho como quarto mais vendido com 6.070 unidades e o médio Jeep Compass, com 4.786 emplacamentos, o sexto da lista. Todos esses citados estão na frente de carros compactos e mais baratos como o Volkswagen Gol e o Renault Kwid, novo e décimo mais vendidos respectivamente.

Os bons números dos SUVs vão de encontro com a retomada das vendas na indústria automobilística apontada pela Fenabrave. Segundo a entidade, considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) as vendas registraram crescimento de 43,61% em julho, na comparação com junho deste ano. Foram emplacadas 279.103 unidades, em julho, contra 194.345 no mês anterior.

Porém, quando os número deste ano são comparados a 2019, sem a pandemia, o mercado aponta para retração de 33,67%. No acumulado de janeiro a julho de 2020, a indústria emplacou 1.504.731 veículos emplacados. N mesmo período de 2019 foram emplacadas 2.268.385 unidades.
“Independentemente de termos tido dois dias úteis a mais em julho (23) em relação a junho (21), podemos observar que o mercado vem, gradativamente, se ajustando ao ‘novo normal’ e o índice de confiança começa a melhorar, principalmente, quando vemos uma retração menor do que a esperada nos números de desemprego e melhores níveis de aprovação cadastral para financiamento de veículos”, destacou Alarico Assumpção Jr, presidente da Fenabrave.

TOP 30 automóveis mais vendidos em Julho de 2020

1º VW/T CROSS 10.211
2º GM/ONIX 9.716
3º HYUNDAI/HB20 7.852
4º GM/TRACKER 6.070
5º GM/ONIX PLUS 5.205
6º JEEP/COMPASS 4.786
7º FIAT/ARGO 4.756
8º JEEP/RENEGADE 4.735
9º VW/GOL 4.427
10º RENAULT/KWID 4.274
11º FORD/KA 4.259
12º HYUNDAI/CRETA 4.017
13º VW/POLO 3.610
14º FIAT/MOBI 3.487
15º TOYOTA/COROLLA 3.265
16º VW/VIRTUS 2.642
17º NISSAN/KICKS 2.418
18º HONDA/HR-V 2.377
19º FORD/KA SEDAN 2.253
20º FORD/ECOSPORT 2.078
21º HYUNDAI/HB20S 2.031
22º RENAULT/SANDERO 2.005
23º GM/SPIN 1.831
24º VW/FOX/CROSS FOX 1.776
25º VW/VOYAGE 1.673
26º FIAT/UNO 1.547
27º RENAULT/DUSTER 1.422
28º TOYOTA/YARIS HB 1.415
29º RENAULT/CAPTUR 1.388
30º FIAT/CRONOS 1.337

Novas regras também ajudam no combate ao combustível adulterado. (foto Marcelo Camargo/ABr)

Gasolina mais cara e com melhor qualidade obrigatória a partir de 3 de agosto

Produto fica mais próximo do vendido na Europa, com melhora na octanagem e melhor desempenho para os veículos. Mas o preço da nova gasolina vai subir

Novas regras também ajudam no combate ao combustível adulterado. (foto Marcelo Camargo/ABr)
Novas regras também ajudam no combate ao combustível adulterado. (foto Marcelo Camargo/ABr)

O padrão da gasolina automotiva consumida no Brasil terá aumento de qualidade obrigatório partir desta segunda (3 ). A partir das mudanças, os motoristas devem obter desempenho maior dos veículos, e a fiscalização terá mais facilidade de identificar adulterações. Mas a qualidade maior também pode ter impacto no preço.

A mudança se deve à Resolução nº 807/2020, publicada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em janeiro. O texto estabelece novos parâmetros para a destilação, a octanagem e a massa específica da gasolina automotiva vendida no país. Especialistas  explicam o que cada uma dessas mudanças significa e como os motoristas vão se beneficiar delas.

A partir de 3 de agosto, 100% da gasolina comprada pelas distribuidoras precisarão atender às especificações. Essas empresas terão 60 dias para vender os produtos que foram comprados antes e não atendem às exigências. Da mesma forma, os postos de gasolina terão 90 dias, a partir de 3 de agosto, para vender os produtos que receberam antes de as especificações se tornarem obrigatórias.

A doutora em química e especialista em regulação da ANP Ednéia Caliman conta que a mudança aproxima o padrão da gasolina no Brasil ao que é praticado na União Europeia, que já havia sido acompanhado por países como a Argentina e o Chile. Os parâmetros também ficarão mais parecidos com os usados nos Estados Unidos.

“A gasolina está sendo melhorada para que os motoristas não sintam problemas com a qualidade, não sintam perda de potência, não sintam falhas de partida, não observem problemas de falha de detonação. Não há necessidade de nenhum ajuste nos veículos para o recebimento dessa gasolina. Muito pelo contrário. Ela está vindo justamente para se adequar às novas tecnologias e mesmo para um veículo antigo, não há nenhum problema.”

Greve de caminhoneiros provoca fila para abastecimento de combustível em posto de gasolina no Rio de Janeiro.
Posto de combustível – Tomaz Silva/Agência Brasil

Ednéia Caliman explica ainda que as mudanças estão alinhadas aos atuais requisitos de consumo de combustível dos veículos e de níveis de emissões atmosféricas, considerando o cenário das fases futuras do Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve – Ibama) e do Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, do governo federal.

Densidade

Uma das principais mudanças é o estabelecimento de um limite mínimo de massa específica para a gasolina automotiva. A partir de agosto, a gasolina vendida às distribuidoras precisará ter 715 quilos por metro cúbico. Antes, os fornecedores só precisavam informar os valores desse parâmetro, e a ausência de um limite mínimo fazia com que a gasolina vendida no Brasil fosse menos densa que a de outros mercados.

A massa específica da gasolina está relacionada à sua densidade, e quanto maior ela for, maior é a capacidade de um mesmo volume de combustível gerar energia. A gasolina mais densa tem mais energia disponível para ser convertida no momento da combustão, e isso fará com que os veículos sejam capazes de circular mais com menos combustível. A redução do consumo poderá ser de 4% a 6%, estimam os estudos que embasaram a mudança publicada pela ANP.

Outra novidade nas especificações é o estabelecimento de uma faixa com limite máximo e mínimo de temperatura para uma evaporação de 50% da gasolina, parâmetro que é chamado de destilação e mede a volatilidade do combustível. Antes, a ANP regulava apenas o limite máximo. Ednéia Caliman explica que um perfil adequado de destilação gera melhora na qualidade da combustão em ponto morto, na dirigibilidade, no tempo de resposta na partida a frio e no aquecimento adequado. Esses ganhos favorecem a eficiência do motor, resume a especialista da ANP.

Resistência à detonação

A terceira mudança mais relevante nas especificações é na medição da octanagem, que é importante para controlar a resistência da gasolina à detonação. Quando o combustível tem uma octanagem adequada, ele resiste mais à detonação, o que faz com que ela ocorra apenas no momento certo dentro do motor. Esse parâmetro evita um problema conhecido como batida de pino, uma ignição precoce que causa danos ao motor.

Antes da resolução publicada neste ano, só havia especificação prevista no país para a octanagem MON e o índice de octanagem (IAD), que é a média aritmética entre as octanagens MON e RON. A diferença entre as duas medições é que a octanagem MON mede a resistência à detonação em uma rotação mais alta, e a octanagem RON mede o mesmo parâmetro em rotações mais baixas. Ednéia explica que a evolução do conhecimento sobre os combustíveis permitiu concluir que o controle da octanagem RON é mais relevante que o da MON, e por isso as novas especificações exigem um mínimo de octanagem RON, que é de 92 para a gasolina comum, e de 97 para a gasolina premium. A partir de janeiro de 2022, o limite mínimo para a gasolina comum subirá para 93.

Especialista em combustíveis da Petrobras, Rogério Gonçalves conta que a empresa começou a adaptar suas refinarias para atender às especificações desde a publicação da resolução e já está cumprindo as exigências que se tornarão obrigatórias em 3 de agosto. A estatal é a maior fornecedora do combustível no país, e Gonçalves afirma que, além de já atender à especificação que vai começar a vigorar este ano, a Petrobras se antecipou em relação à octanagem e já está produzindo a gasolina nos moldes do que será exigido para esse parâmetro em 2022.

Preço

Gonçalves avalia que as novas regras também ajudam no combate ao combustível adulterado. “Muitos fraudadores de combustível adicionam produtos muito leves à gasolina para ganhar volume, produtos baratos”, explica. Ele afirma que, com uma gasolina mais leve, essas fraudes eram mais difíceis de identificar. As especificações que exigem uma gasolina mais densa, por outro lado, tornarão esses crimes mais fáceis de serem identificados.

A gasolina mais pesada e de melhor qualidade também é mais cara para ser produzida e tem maior valor no mercado internacional, que é usado como referência pela Petrobras para definir os preços de seus produtos. Em nota, a empresa afirma que “o ganho de rendimento compensa a diferença de preço da gasolina, porque o consumidor vai rodar mais quilômetros por litro”.

A Petrobras explica que o custo de produção é apenas um dos fatores que determina o custo final da gasolina, que também é influenciado pelas cotações do barril de petróleo e do câmbio e pelo custo com frete. “Esses fatores podem variar para cima ou para baixo e são mais influentes no preço do que o custo de formulação. Além disso, vale lembrar que a Petrobras é responsável por apenas 28% do preço final da gasolina nos postos de serviço. As demais parcelas são compostas por tributos, preço do etanol adicionado e margens das distribuidoras e revendedores”, diz a estatal.

O presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda, também avalia que possíveis adulterações na gasolina, com as novas especificações, vão ser mais fáceis de ser identificadas. A federação, que representa mais de 40 mil postos revendedores de combustíveis, diz acreditar que haverá aumento de preços.

“Trabalhamos com margens muito apertadas e nunca temos gordura para absorver eventuais aumentos. Então, quando a refinaria sobe o preço, é um efeito dominó”, afirma Miranda, que torce para que se confirme a previsão de ganho de desempenho nos veículos. “Esperamos que seja verdade, porque aumento de preço é sempre ruim para todo mundo.”

Fonte: Agência  Brasil