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Contran suspende vencimento da CNH e outros prazos em 10 estados devido pandemia

Conselho Nacional de Trânsito (Contran) volta a tomar medida após agravamento da pandemia. Suspensão de prazos vale para dez estados brasileiros
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Thiago Ventura

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) voltou a suspender o vencimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e outros prazos e serviços devido ao agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil. A medida é semelhante à adotada em abril de 2020,  mas até o momento restrita a nove estados.

A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na noite de quarta (24) através das portarias  202 a 208/21 do Contran. Ficam prorrogados prazos de processos e procedimentos de trânsito na Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Goiás, Alagoas e São Paulo. Medida semelhante já havia sido tomada para o Acre , Amazonas e Ceará.

Entre os serviços prorrogados, estão os prazos para defesas de infrações de trânsito, recursos, validade da CNH e  da Permissão para Dirigir (PPD). Há ainda suspensão do prazo para registro de veículos novos e transferência de propriedade.

As datas de início da suspensão dos prazos variam em cada estado. Em São Paulo, por exemplo, a suspensão da validade da CNH vale para carteiras vencidas desde 1º de março de 2020 e com vencimento a partir da data de publicação da portaria.

Já em relação ao prazo para registro e licenciamento do veículo novo, fica suspenso  para o bem  adquirido desde 26 de fevereiro de 2021. No caso de transferência de veiculo usado, a data de ‘perdão’ é para veículo comprado a partir de 12 de fevereiro de 2021.

Os prazos ficam suspensos até edição de nova portaria. Na ocasião, será divulgada tabela de novas datas para colocar documento e serviços em dia.

Confira as portarias de cada estado:

202/21 – BAHIA:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-202-de-24-de-marco-de-2021-310304259

203/21 – PERNAMBUCO:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-203-de-24-de-marco-de-2021-310292030

204/21 – RIO GRANDE DO NORTE:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-204-de-24-de-marco-de-2021-310304396

205/21 – DISTRITO FEDERAL:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-205-de-24-de-marco-de-2021-310304500

206/21 – GOIÁS:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-206-de-24-de-marco-de-2021-310304420

207/21 – ALAGOAS:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-207-de-24-de-marco-de-2021-310304580

208/21 – SÃO PAULO:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-208-de-24-de-marco-de-2021-310304660

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Transferência de veículo fica menos burocrática em Minas

Departamento de Trânsito (Detran) mudou regra para emissão da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e) e reduziu burocracia na hora de vender o carro usado

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Thiago Ventura

O Departamento de Trânsito (Detran) de Minas Gerais modificou o processo de transferência de propriedade de veículo acabando com uma burocracia na hora de vender o carro. As regras são válidas para veículos licenciados a partir de 04 de janeiro de 2021, segundo prevê a Resolução n° 809 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Agora, de fato, para vender um veículo o proprietário poderá fazer de maneira 100% digital o pedido de Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio eletrônico (ATPV-e). Até então, para emitir o documento, o vendedor precisava ir pessoalmente ao Detran para imprimir o documento. Nós explicamos isso e janeiro. Clique aqui ou veja o vídeo nesta matéria!

Agora, para vender o veículo, o proprietário vai precisar fazer dois processos digitais. Primeiro é necessário registrar
a intenção de venda no site do Detran. Após negócio fechado, o vendedor deve pedir a ATPV-e informando os dados completos do comprador e fazer a impressão o documento numa folha A4 com boa qualidade. Com isso em mãos, deverá autentificar firma no cartório, como já era feito com antigo verdinho, o Certificado de Registro de Veículo (CRV), que foi extinto.

Para explicar melhor o processo, a a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) compilou, em uma cartilha, as principais dúvidas apresentadas pelos cidadãos no momento de vender e comprar um veículo. Clique aqui para conferir a cartilha! O conteúdo, além de esclarecer os questionamentos quanto à documentação, informa sobre os procedimentos realizados de forma on-line.

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Volkswagen suspende produção no Brasil devido agravamento da pandemia

Marca alemã suspende atividades durante 12 dias corridos devido agravamento da pandemia. Volkswagen fecha fábricas em São Paulo e Paraná para evitar transmissão da Covid-19

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A Volkswagen do Brasil anunciou nesta sexta-feira a suspensão de atividades relacionadas à produção de todas as suas unidades no País, localizadas nos estados de São Paulo e Paraná, a partir do dia 24 de março de 2021 por 12 dias corridos. A Volkswagen fecha fábricas para preservar a saúde dos empregados e reporta casos de contaminados pela Covid.

Com o agravamento do número de casos da pandemia e o aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados brasileiros, a empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais.

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Os empregados da área administrativa atuarão em trabalho remoto. A medida foi tomada em conjunto com os Sindicatos locais.

Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)

Com investimento de R$ 400 mi, Stellantis começa a fabricar motores turbo em MG

Fábrica da Stellantis em Betim inicia fabricação do motor 1.3 turbo que vai equipar modelos da Fiat e Jeep. Montadora investiu R$ 400 milhões na planta

Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)
Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)

 

A mais nova unidade de produção da Stellantis, localizada no Polo Automotivo Fiat de Betim (MG), inicia a fabricação da família de motores GSE Turbo por ocasião da visita do CEO da Stellantis, Carlos Tavares, em conjunto com Mike Manley, Head of Americas, e Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul. Nesta quarta, foi fabricado a primeira unidade, que é um motor 1.3 turbo a gasolina que vai equipar modelos da Fiat e Jeep.

A fábrica tem capacidade inicial de produção de 100 mil unidades por ano e exigiu recursos da ordem de R$ 400 milhões, incluindo investimentos de fornecedores e Pesquisa & Desenvolvimento. Esta é a primeira fase da planta, que começa a fabricar imediatamente o motor de quatro cilindros turbo e, ainda em 2021, terá expansão com novos investimentos adicionais da ordem de R$ 100 milhões e o início da produção do propulsor de três cilindros turbo.

Com o início da operação da nova planta, Betim torna-se o maior centro de produção de powertrain da América Latina, com capacidade anual de 700 mil motores e 500 mil transmissões. A integração produtiva da nova unidade com as linhas dos motores Fire e Firefly promove alta sinergia de gestão, manutenção, logística e expertise técnica.

Nós adiantamos esse assunto em maio de 2020 durante live com o assessor técnico da Stellantis Ricardo Dilser

“A Stellantis abre uma nova era para nossa presença sustentável na América Latina e o início da produção desse motor GSE Turbo de classe mundial é uma grande notícia para a economia brasileira. Estou convencido de que nossos talentosos e comprometidos funcionários farão o possível para garantir a satisfação de nossos clientes”, disse o CEO da Stellantis, Carlos Tavares, por ocasião de sua primeira visita ao Brasil desde a criação da Stellantis, em janeiro.

“A inauguração desta planta de motores turbo representa um passo estratégico na direção de ampliarmos nossa presença na América Latina. Também traz muitas possibilidades para nossa gama de produtos, pois os motores GSE Turbo reúnem as melhores tecnologias de desempenho e sustentabilidade, com ganhos no consumo de combustível e redução de emissões. Esta nova produção será fonte de grande orgulho e motivação para todos nós”, acrescentou Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul.

Carlos Tavares, Mike Manley e Antonio Filosa
Carlos Tavares, Mike Manley e Antonio Filosa. (Foto: Leo Lara)

Nova planta

Com 12 mil metros quadrados de área produtiva, a nova planta possui duas linhas de usinagem, que compreendem cabeçote e bloco de motor, e uma linha de montagem, dividida em três ciclos: cabeçote, short block e long block. O projeto teve início em 2019 e, seguindo as tendências da Indústria 4.0, as análises técnicas do layout produtivo foram realizadas em 3D, com uso de ferramentas de virtualização para criar e testar os processos de manufatura antes da instalação física.

A realidade virtual também foi empregada para simular a operação de equipamentos e máquinas, em um trabalho integrado com fornecedores para garantir qualidade e eficiência, além da ergonomia correta dos operadores. Ao longo de dois anos, a nova unidade de motores GSE Turbo foi projetada e instalada com a participação de mais de 90 empresas para aporte de soluções tecnológicas e componentes, grande parte delas brasileiras.

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Com tecnologias de alta eficiência e desempenho, a fábrica adota as melhores práticas de manufatura já existentes em unidades fabris do grupo na Europa e na China. “Para garantir os melhores padrões mundiais de qualidade, realizamos benchmarks globais que, somados ao conhecimento acumulado ao longo de 44 anos de atividade do Polo Automotivo de Betim, tornam a nova fábrica de motores uma referência global”, destaca o diretor de Manufatura da Stellantis para a América do Sul, Pierluigi Astorino.


Motor 1.3 de quatro cilindros

Para assegurar alto grau de qualidade e confiabilidade, os processos têm como diferencial a completa rastreabilidade das operações realizadas. Dados como o aperto de parafusos e testes de componentes são armazenados em unidades de memória, chamadas databolt e datatag, que acompanham todo os ciclos produtivos da usinagem e da montagem. A nova unidade segue rigorosos requisitos ambientais e de segurança, em conformidade com as normas ISO 14.001, ISO 50.001 e OHSAS.

Diversidade

A nova fábrica emprega diretamente 350 pessoas, das quais 139 são mulheres. Considerando-se a cadeia produtiva e de desenvolvimento dos propulsores, foram gerados cerca de três empregos indiretos para cada posto de trabalho direto.

Para incorporar novos processos e tecnologias, o time passou por amplo percurso formativo, com treinamentos especializados. “Estamos empenhados em formar equipes cada vez mais diversas. A inclusão enriquece as relações sociais e de trabalho, aumentando o potencial da inovação e, consequentemente, a competitividade dos nossos negócios”, diz Pierluigi Astorino.

Mireli Resende foi contratada em 2019 e hoje é team leader na linha de usinagem do cabeçote do GSE Turbo. Antes de iniciar as atividades na nova fábrica, passou por amplo processo de capacitação e se orgulha dos resultados alcançados. “O motor turbo é produzido por um time diverso. São várias cabeças, mãos e corações, pois aqui produzimos também com paixão. Ver o motor pronto na ponta da linha é uma sensação de dever cumprido, de toda a equipe que está empenhada em produzir com qualidade, eficiência e segurança”, conta Mireli.

Motores com mais tecnologia e benefícios

Com mais economia de combustível, melhor desempenho e menos emissões de CO2, a nova família GSE Turbo que começa a ser produzida na planta de Betim é composta pelos motores T3 (1.0l) e T4 (1.3l), ambos disponíveis nas versões flex e gasolina. Na versão gasolina, o motor de 4 cilindros e trem de válvulas 4V MultiAir III 1.3 (cilindrada de 1.332 cm³) conta com uma potência de 180 cv, torque de 270Nm e taxa de compressão de 10.5:1.

Os motores GSE trazem a tecnologia MultiAir da Stellantis, já presente em outros propulsores de excelente performance. O sistema eletro-hidráulico permite o controle totalmente flexível da duração e da elevação das válvulas de admissão, além do controle de carga do motor sem gerar perdas de bombeamento e contribuindo para reduzir o consumo de combustível do motor em operações de baixa e média carga.

Com qualidade de classe mundial, os motores da família GSE possuem tecnologias para reduzir o tempo de aquecimento do motor, diminuindo as emissões de gases e o consumo de combustível, especialmente em uso urbano (trajetos curtos). O bloco de alumínio, além de reduzir o peso do propulsor, esquenta mais rápido pela menor resistência à condução de calor. Já o trocador de calor do óleo colabora para diminuir o tempo de aquecimento do motor, transferindo calor da água – que esquenta mais rápido – para o óleo, que, atingindo a temperatura ideal, reduz o atrito do motor. Por outro lado, o trocador também evita que o óleo esquente demais, o que traz confiabilidade ao conjunto.


Linha de montagem em Betim (Foto: Leo Lara)

Motor 1.3 turbo e 1.0 turbo

Segundo a Stellantis, a nova geração MultiAir III, presente na família GSE, tem o controle das válvulas ainda mais flexível. O novo perfil de came com pré-levantamento permite a abertura das válvulas de aspiração durante a fase de escapamento, visando à realização do EGR interno, com redução dos óxidos de nitrogênio e aumento da eficiência do motor na carga parcial. Além disso, o perfil de levantamento da válvula de admissão do MultiAir III é mais extenso e possibilita gerenciar a taxa de compressão efetiva do motor, mantendo a tendência à detonação sob controle (independente do combustível utilizado). Isso ocorre com o controle do atraso do fechamento da válvula de aspiração, o que reduz a pressão e a temperatura na câmera de combustão, controlando a detonação sem comprometer o avanço de ignição. Assim, como resultado, consegue-se mais eficiência de combustível nas condições de alta carga, quando se deseja desempenho do veículo.

Os motores da família GSE contam ainda com um sistema avançado de sobrealimentação. O turbocompressor de baixa inércia e volume de ar reduzido entre o compressor e o coletor de admissão leva a uma resposta mais rápida do propulsor. O coletor de escapamento integrado reduz o turbo lag e o tempo de aquecimento do motor e do catalizador, favorecendo o tempo de resposta e um menor consumo de combustível junto com uma rápida reposta ao controle de emissões. Com válvula wastegate eletrônica, os propulsores trabalham ainda com um controle refinado da sobrealimentação, garantindo mais confiabilidade e uma dirigibilidade aprimorada.

Injeção direta de combustível

Equipados com um sistema de combustão inovador para motores de pequena cilindrada unitária, os propulsores 1.0 e 1.3 GSE utilizam injeção direta de combustível. Este é um item fundamental em motores turbo porque reduz a temperatura da mistura dentro da câmara de combustão, diminuindo a tendência à detonação e, portanto, aumentando a eficiência da queima com menor consumo de combustível e melhor desempenho.

Outro destaque do sistema é o ângulo dos injetores de combustível. Posicionados quase verticalmente a 23 graus, as emissões são reduzidas graças ao menor contato do spray com a parede do cilindro. Além de favorecer a formação de mistura, esta característica evita o comprometimento do filme de óleo lubrificante na camisa do cilindro. A direção e o tipo do spray, combinados com o fluxo de alta turbulência criado pelo design otimizado dos condutos de aspiração do cabeçote (dois separados por cilindro), proporcionam excelentes velocidade e estabilidade da combustão.

Outra característica técnica com o mesmo propósito é o termostato elétrico, comandado pela centralina, que faz com que o motor atinja e mantenha sua temperatura ideal de funcionamento com mais velocidade e precisão. Por fim, a corrente de distribuição silenciosa e “for life” reduz o ruído e aumenta a confiabilidade no propulsor por não exigir nenhum tipo de manutenção.

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

Minas terá fábrica de veículos elétricos com investimento de R$ 25 milhões

Empresa argentina anuncia planta na Grande BH com previsão de criar 14 mil empregos. Bravo produzirá veículos elétricos e pack de baterias

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo
Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

A Bravo Motor Company anunciou investimento de R$ 25 milhões  para implantação de uma fábrica de veículos elétricos e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa faz parte do grupo que desenvolveu o primeiro carro elétrico da América Latina. O aporte será apenas na primeira fase, chamada de Projeto Colosso 1.

Novas fases de investimento estão previstas para outras regiões de Minas, com produção de baterias de lítio, e devem ser tema de futuros protocolos com a empresa.

O CEO da Bravo Motor Company Brasil, Eduardo Javier Muñoz, disse que o potencial de Minas Gerais levou a empresa a concentrar aqui suas operações no Brasil. “Industrialmente, nossa estratégia inicial era abrir três fábricas no Brasil. Uma em Minas, outra no Sul e outra no Norte. Em dezembro, na primeira visita aqui, entendi rapidamente que teríamos que fazer um esforço muito grande e que deveríamos nos concentrar em Minas Gerais. É muito importante entender que estamos vindo para Minas Gerais para trazer a indústria 4.0, a eficiência e a transparência aumentadas. Eficiência aumentada do ponto de vista da tecnologia empreendedora, e transparência aumentada do ponto de vista da implantação e integração dessa tecnologia e serviços com a população”, explicou.

 

O governador do estado, Romeu Zema,  comemorou o investimento. “ Sabemos que, nas próximas décadas, a indústria automobilística deverá se reinventar totalmente, passando do tipo de motorização atual para motores elétricos. Vamos começar esse processo em Minas Gerais e no Brasil. Faremos tudo para que essas raízes fiquem muito consistentes e, independentemente de quem estiver aqui, que isso prospere o máximo possível. É um momento único, na minha gestão, receber algo tão inovador e que possa gerar tanta mudança positiva nesse estado que amamos tanto”, disse o governador.

https://youtu.be/vhVSlr0-rag

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo
Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

 


O projeto

A estimativa é a de que a fábrica de veículos elétricos e packs de baterias comece a ser implantada em junho de 2021 na Região Metropolitana de Belo Horizonte e inicie a operação em 2023. A produção estimada para 2024 é de 22.790 unidades de veículos e 43.750 de unidades de packs de baterias. O investimento total de R$ 25 bilhões deve ser realizado até o final de 2029 e a previsão é que sejam gerados 13.813 empregos diretos e indiretos.

Economia verde

Além da geração de empregos e benefícios econômicos, a implantação da nova fábrica vai gerar ganhos significativos ao meio ambiente, já que o carro elétrico é mais sustentável e menos poluente. O diretor de atração de investimentos do Indi (Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico), Ronaldo Alexandre Barquette, avalia que o projeto deve ser exemplo para todo o país.

“A implantação deste projeto eleva Minas Gerais a um novo patamar de desenvolvimento de tecnologias disruptivas e sustentáveis ainda não visto no Brasil, voltadas à mobilidade elétrica, com o desenvolvimento e produção de veículos elétricos e seus componentes. Reflete a importância de Minas nos mais variados setores da economia e sua busca constante para se manter na vanguarda de tecnologias que facilitem e melhorem a vida das pessoas”, afirmou.

A empresa

A empresa ArqBravo Group começou a operar em 2008 na Argentina. Em 2019, criou a primeira comunidade de energia de vanguarda para produção de baterias, tetos solares e veículos, na Califórnia. No Brasil, produz atualmente projetos de mobilidade elétrica no Pará, com frota de 1,1 mil veículos elétricos em Belém. Em 2021, o grupo abriu CNPJ em Minas sob a razão Bravo Motor Company Brasil.

Cluster Industrial

Cluster Industrial é um conjunto de empresas dedicado à inovação aplicada nas áreas de mobilidade urbana e energia, onde serão fabricadas baterias de lítio de alta densidade energética, veículos de mobilidade urbana (pessoas e mercadorias), sistemas de armazenamento de energia, nodos de comunicação para satélites, sistemas de cargas por indução, robôs para uso em logística e combate a incêndios, sistemas de motorização elétrica para mobilidade de pessoas com deficiência motora e sistemas de transporte público. (Fonte: Agência Minas)

Porsche 911 Type 964 Carrera 2 1992 Diego Maradona - Carro Esporte Clube (5)

Porsche de Diego Maradona vai a leilão por R$ 1,3 milhão

Esportivo pertenceu ao craque argentino quando jogava pelo Sevilla nos anos 1990. Porsche 911 Carrera 2 1992 tem valor estimado em 200 mil euros

Porsche 911 Type 964 Carrera 2 1992 Diego Maradona - Carro Esporte Clube (5)

Um Porsche 911 Carrera 2 1992 que pertenceu a Diego Maradona será leiloado nesta semana na Europa. O modelo pertenceu ao ex-jogador, falecido em 2020, quando jogou no Sevilla, na temporada de 1992-93. O leilão virtual vai até o dia 10 de março. O preço do veículo está estimado em até 200 mil euros (R$ 1,3 milhão).

O carro ficou 20 anos com outro dono na ilha espanhola de Maiorca. Depois, passou pelas mãos de vários colecionadores franceses. Atualmente está com cerca de 120 mil quilômetros rodados.

 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

“O carro foi entregue novo a Maradona e, por causa desta procedência, provavelmente pode valer o dobrou ou o triplo de um carro normal”, disse Gregory Tuytens, especialista em carros da casa de leilões Bonhams.

Apenas 1.2 mil unidades desse modelo foram produzidas. Super carro na época, foi usado por Maradona em suas noitadas na Espanha. Um episódio famoso, o jogador foi parado e multado pela polícia por avançar no sinal vermelho e ter sido flagrado a 180 km/h. O carro tem motor Carrera 2 de 3,6 litros de 250 cv, com velocidade máxima de 260 km / h.

 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

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