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Fiat Toro 2022 é revelada com novo visual e preço a partir de R$ 114,5 mil

Picape ganhou novo visual, cluster digital e central multimídia vertical, além do novo motor 1.3 turbo flex. Fiat Toro 2022 tem tudo para manter a liderança e incomodar até mesmo os SUVs

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Thiago Ventura

Marca italiana lançou nesta quinta (22) a nova Fiat Toro 2022, que ganhou visual renovado, mais tecnologia e inédito motor 1.3 turboflex. Picape desenvolvida em estrutura monovolume, num conceito que a Fiat chama de Sport Utility Pick-up (SUP), a Toro tem tudo para roubar as vendas das médias e até mesmo dos SUVs. O modelo tem preço inicial de R$ 114.590.

Fiat Toro 2022: tabela de preços

Versão Preço
Toro Endurance 1.8 Flex AT6 R$ 114.590
Toro Endurance 270 Flex AT6 R$ 119.590
Toro Endurance Diesel AT9 R$ 152.990
Toro Freedom 270 Flex AT6 R$ 131.890
Toro Freedom Diesel AT9 R$ 164.390
Toro Volcano 270 Flex  AT6 R$ 144.990
Toro Volcano Diesel AT9 R$ 177.690
Toro Ranch Diesel AT9 R$ 185.490
Toro  Ultra  Diesel AT9 R$ 187.490

A nova Fiat Toro traz um desenho ainda mais moderno na dianteira, que inclui o Logo Script e a Fiat Flag, novo capô, grade, rodas e bullbar integrado ao para-choque. Tem ainda interior completamente renovado, com novo painel de instrumentos e console central. A mudança permitiu quase dobrar para 26 litros a capacidade de armazenamento dos porta-objetos.

A Fiat Toro 2022 estreia o motor turbo flex mais moderno, potente e de maior torque produzido no Brasil. São 185 cavalos e 270 Nm de torque com etanol. Mantém ainda versões com motor flex aspirado e diesel, com câmbio automático de 6 ou 9 marchas. Para uso urbano ou fora de estrada, com trações 4×2 ou 4×4. Um veículo que permite atender todos os gostos e necessidades de transporte, trabalho ou lazer, proporcionando prazer na direção como poucos veículos no mercado.

Tecnologia e segurança

A picape passa a oferecer em todas as versões cluster digital. Tem ainda nova central multimídia de até 10,1” posicionada na vertical, conexão sem fio para smartphones e uma plataforma completa de serviços conectados. De forma remota e com toda a conveniência, o usuário passa a contar, na palma da mão com seu celular, por exemplo, com serviços de manutenção, segurança e emergência, navegação, assistência virtual e entretenimento no veículo com Wifi dedicado, em uma experiência totalmente imersiva para o cliente.

A Fiat Toro 2022 agora conta com Sistema Avançado de Assistência ao Condutor (ADAS) com frenagem autônoma de emergência, aviso de mudança de faixa e comutação automática dos faróis. Há ainda faróis Full LED, sistema de iluminação frontal 100% em LED que melhora em 30% a performance dos faróis, e Cluster Full Digital 7’’. Conteúdo de série em todas as versões, o painel de instrumentos 100% digital com tela TFT proporciona uma melhor visualização das informações com imagens e mensagens completas.

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Volkswagen Kombi Samba 23 janelas 70 anos Carro Esporte Clube (17)

Icônica Volkswagem Kombi Samba de 23 janelas faz 70 anos

Versão mais icônica do modelo, Volkswagen Kombi Samba foi revelada em 19 de abril de 1951 no Salão de Frankfurt. Modelo com telo solar e 23 janelas teve 100 mil unidades fabricadas até 1967

Volkswagen Kombi Samba 23 janelas 70 anos Carro Esporte Clube (17)

Volkswagen Kombi Samba: ícone da indústria alemã

Frankfurt am Main, 19 de abril de 1951. O Internationale Automobil-Ausstellung (IAA), o Salão do Automóvel de Frankfurt, abria as portas pela primeira vez após a Segunda Guerra. Naquela edição, a Volkswagen exibiu em seu stand uma linha de montagem do Fusca com muitos jogos de luzes. Mas um modelo roubou a cena: a Volkswagen Kombi Samba 23 janelas, uma inédita versão que virou ícone.

Com a típica sisudez alemã, a Volkswagen chamou apenas de ‘versão especial’, no entanto a diferença com a básica era gritante: pintura bicolor, teto solar e janelas circulares extras, totalizando em 23 janelas na Bulli, como a Kombi é chamada na Alemanha.

Stand da Volkswagen no Salão de Frankfurt de 1951: Kombi Samba roubou a cena

Stand da Volkswagen no Salão de Frankfurt de 1951: Kombi Samba roubou a cena

O interior era mais refinado, com painéis laterais cobertos e acabamentos cromados, criando um ambiente luxuoso (para uma Kombi). O entretenimento musical era garantido com um rádio de válvulas modelo ‘Auto Super’ no painel. A possibilidade de viajar com a família e amigos numa espécie de ‘van cabriolet’ provocou o maior sucesso!

Kombi 23 Janelas virou um sucesso na Europa e EUA nos anos 50 e 60

Kombi 23 Janelas virou um sucesso na Europa e EUA nos anos 50 e 60

Foi lançada nos Estados Unidos como Microbus ‘Deluxe’. Na Alemanha, no entanto, a empresa modestamente manteve a ‘Versão Especial’ e, a partir de 1952, o termo igualmente não emotivo ‘Modelo Especial’.

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Foram os próprios consumidores que cuidaram de criar um nome legal. Foi quando surgiu o ‘Samba’. Nem a Volkswagen sabe de onde surgiu a alcunha. ‘Samba’ poderia ser a sigla em alemão para ‘Sonnendach-Ausführung mit besonderem Armaturenbrett’ (algo como ‘versão de teto solar com painel especial’) ou talvez ‘Sonder Ausführung mit besonderer Ausstattung’ (‘versão especial com características especiais’).

Foto de época mostra a primeira Volkswagen Kombi Samba de 1951

Foto de época mostra a primeira Volkswagen Kombi Samba de 1951

A relação com o ritmo brasileiro não está descartada. Na Holanda, a versão ‘Samba’ entrou na lista oficial de preços em 1954 e daí pegou até o final de sua trajetória.

A produção em série da Volksagen Kombi Samba começou em 27 de junho de 1951 e terminou em julho de 1967, depois de quase 100.000 unidades. Algumas foram enviadas ao Brasil, como podemos ver nessa foto histórica da Volkswagen em São Paulo, mas a versão nunca foi vendida oficialmente por aqui.

Fábrica da Volkswagen no Brasil em 1953, no bairro do Ipiranga, em São Paulo

Fábrica da Volkswagen no Brasil em 1953, no bairro do Ipiranga, em São Paulo

A mais antiga “Samba” conhecida é de um colecionador da Renânia, na Alemanha. Praticamente toda a sua história está documentada. O proprietário ainda tem a nota fiscal original. O veículo custou 9.025 marcos alemães.

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Todas as Sambas sempre tiveram relógio no painel

Todas as Sambas sempre tiveram relógio no painel

As Volkswagen Kombi Samba são as mais desejadas pelos colecionadores. O preço mais alto vendida pelo modelo em leilão é de US$ 302,5 mil. Foi em 2017, pela Barrett-Jackson. Como o Brasil produziu o visual da primeira geração até 1975, as Kombis brasileiras são muito procuradas por importadores e algumas oficinas realizam transformações, convertendo versões Luxo ou Standard em Samba.

Na Europa, a partir de 1963, a Kombi Samba passou a vir com 21 janelas com a mudança da traseira

Na Europa, a partir de 1963, a Kombi Samba passou a vir com 21 janelas com a mudança da traseira

Na Europa, a partir de 1963, a Kombi Samba passou a vir com 21 janelas com a mudança da traseira

Volkswagen Kombi Samba 23 janelas: fatos curiosos

– A pintura era quase sempre bicolor.
– Disponível apenas com acabamento decorativo.
– Sempre tinha um relógio no painel.
– De 1951 até 1963, tinha 23 janelas; de agosto de 63 até 1967, passou a ter 21 janelas devido tampa traseira mais ampla.
– Primeira Kombi Samba tinha apenas 25 cavalos.
– Até 1955 as janelas de canto eram de acrílico Plexiglas, tanto que na Suíça o modelo é chamado de ‘Plexibus’

Ficha Técnica
1951 Dezembro de 1953 Agosto de 1960 Janeiro de 1963 Agosto de 1965
Motor 4-cilindros boxer, refrigerado a ar
Cilindrada 1,131 cc 1,192 cc 1,192 cc 1,493 cc 1.493 cc
Potência 18 kW/25 cv a 3,300 rpm 22 kW/30 cv a 3,400rpm 25 kW/34cv a 3,600 rpm 31 kW/42 cv a 3,800rpm 32 kW/44cv a 4.000 rpm
Velocidade máxima 75 km/h 80 km/h 95 km/h 105 km/h 105 km/h
Dimensões
Comprimento 4,100 mm 4,220 mm 4,300 mm 4,300 mm 4.300 mm
Largura 1,700 mm 1,750 mm 1,800 mm 1,800 mm 1.800 mm
Altura 1,900 mm 1,940 mm 1,940 mm 1,940 mm 1.925 mm
Entre-eixos 2,400 mm 2,400 mm 2,400 mm 2,400 mm 2.400 mm
Peso 1,070 kg 1,110 kg 1,125 kg 1,150 kg 1.150 kg
Capacidade de carga 680 kg 740 kg 740 kg 750 kg 920 kg
Peso máximo permitido 1,750 kg 1,850 kg 1,865 kg 1,900 kg 2.050 kg

Seta no estilo ‘bananinha’

Primeira versão da Kombi tinha motor 1.1 de apenas 25 cavalos!

Volkswagen Kombi fazendo a alegria da criançada desde sempre!

Volkswagen Samba 1965: história de família

Veículo icônico, a Volkswagen Kombi está presente na história de muita gente. Igual essa das fotos abaixo, comprada por Horst Schönbach, que era funcionário da Volkswagen, e sua esposa Renate. O modelo era da fábrica e vendido usado ao empregado, mas ao contrário do que muitos faziam, ao invés de ficar com a unidade por um algum tempo, o modelo ficou na família por mais de 50 anos.

Habilidoso, Horst adaptou um teto removível para transformar o carro num espécie de motorhome. Com a Volkswagen Kombi a família viajou para vários destinos da Europa e rodou mais de 280 mil quilômetros. O veículo foi usado por duas das filhas no casamento.

Velho e doente, o patriarca decidiu vender o veículo em 2015, três anos anos de falecer. O bólido acabou sendo comprado pela divisão de Veículos Comerciais da Volkswagen na Alemanha. Após uma minuciosa restauração, a família foi convidada para rever o veículo, em 2020, num momento de grande emoção!

Renate Schönbach com seus filhos Silvia, Ingo e Marion (da esquerda para direita)

Renate Schönbach com seus filhos Silvia, Ingo e Marion (da esquerda para direita) em 2020

Três gerações da família Schönbach

A Kombi dos Schönbach durante viagem a Dinamarca

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https://youtu.be/2HuyU9t4BTc

O projeto cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), uma espécie de listagem de bons condutores. (Foto Tânia Rego/ABr)

Mudanças no Código de Trânsito começam a valer nesta segunda

Lei 14.071/20 fez mais de 50 mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Novas regras incluem prazo maior para renovar carteira e ampliam para 40 pontos o limite para perder CNH

O projeto cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), uma espécie de listagem de bons condutores. (Foto Tânia Rego/ABr)
O projeto cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), uma espécie de listagem de bons condutores. (Foto Tânia Rego/ABr)

Entram em vigor nesta segunda (12) as alterações promovidas no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei 14.071/2020. São mais de 50 mudanças e a principal novidade é ampliação do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dez anos no caso de condutores de até 50 anos. As mudanças foram sancionadas pelo presidente em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção.

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação).

As novas regras proíbem que condutores condenados por homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em alternativa. O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a 10 anos que não tenham atingido 1,45 metro de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.

Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento da campanhas de reparos.

Novas regras do Código de Trânsito

Cartilha feita pelo Departamento de Trânsito (Detran-MG) da Polícia Civil esclarece as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro. clique aqui para baixar!

Validade da habilitação

As CNHs, expedidas a partir do dia 12 de abril, passam a ter validade de 10 anos para condutores com até 50 anos de idade; 5 anos para condutores de 50 a 70 anos; e de 3 anos para condutores acima de 70 anos.  Os prazos poderão ser diminuídos a critério do médico perito quando houver indícios de deficiência física ou mental, bem como progressividade de doença que comprometa a capacidade para a condução de veículo.

Limite de pontos

O limite de pontos para a suspensão da CNH será ampliado. O motorista que não cometer infração gravíssima em 12 meses passa a responder processo administrativo para suspensão da habilitação a partir de 40 pontos. Se tiver cometido uma infração gravíssima, o limite de pontuação será de 30. Com duas infrações gravíssimas em um ano, permanece o limite de 20 pontos.

Motoristas profissionais terão limite de 40 pontos, independente da natureza das infrações, e poderão fazer curso de reciclagem sempre que atingirem 30 pontos, em até 12 meses.

Formação de condutores

Com a lei, os candidatos à habilitação não precisam mais aguardar 15 dias para realizar novo exame de legislação ou direção.

Já as aulas noturnas do curso prático de formação de condutores deixam de ser obrigatórias.

Exame toxicológico

O exame toxicológico será obrigatório para a alteração de categoria e renovação das CNHs nas categorias C, D e E. Os condutores com idade inferior a 70 anos deverão realizar o exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade dos demais exames. Se o resultado for positivo, haverá a suspensão do direito de dirigir por três meses.

Caso o motorista de uma dessas categorias for flagrado dirigindo sem realizar o exame toxicológico, após 30 dias do prazo estabelecido, será aplicada multa gravíssima no valor de R$1.467,35, além de três meses de suspensão do direito de dirigir.

Porte da habilitação

O porte da CNH, em meio físico ou digital, será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao sistema para verificar a habilitação do condutor.

Transporte de crianças

A nova lei estabelece que crianças com até dez anos, e que não tenham atingido 1,45 metro de altura, deverão ser transportadas em banco traseiro e com dispositivo de retenção adequado considerando idade, peso e altura. Motoristas que descumprirem a regra receberão multa gravíssima, no valor de R$293,47 e sete pontos na habilitação.

Não será permitido o transporte de crianças menores de 10 anos, bem como de pessoas impossibilitadas de cuidarem da própria segurança, na garupa de motocicletas. Nessas infrações, o motociclista recebe multa de R$293,47 e suspensão do direito de dirigir.

Advertência por escrito

Caso o condutor não tenha cometido nenhuma outra infração nos últimos 12 meses, a penalidade para infrações de natureza leve ou média, passível de multa, será convertida em advertência por escrito.

Cadastro positivo

Por meio da Lei 14.071/20, foi criado o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), no qual serão cadastrados motoristas que não cometeram infração de trânsito sujeita à pontuação nos últimos 12 meses. O RNPC ainda será regulamentado pelos órgãos competentes.

Sistema de notificação eletrônica

Os órgãos de trânsito deverão implantar o Sistema de Notificação Eletrônica (SNE). Ao optar pela utilização do SNE, o proprietário do veículo passa a ser notificado eletronicamente sobre as infrações de trânsito e tem a possibilidade de pagar as multas com 40% de desconto. O sistema também permitirá que o cidadão protocole defesas e recursos.

Prazos para notificação de penalidade

A nova lei prevê prazos para a expedição da notificação de penalidade pelo órgão de trânsito. Caso a defesa prévia não seja apresentada no prazo ou receba indeferimento, o limite para expedição da multa será de 180 dias, a partir da data da infração. Se a defesa for apresentada conforme o prazo, o órgão de trânsito deverá julgá-la e expedir a notificação de penalidade em até 360 dias. Não sendo cumpridos os prazos, a penalidade não poderá ser aplicada.

Indicação de real condutor e defesa

Quando não for imediata a identificação do real condutor, o prazo para indicação do infrator e defesa prévia aumenta de 15 para 30 dias, contados a partir da notificação da autuação.

Comunicação de venda do veículo

O prazo para o antigo proprietário realizar a comunicação de venda do veículo passa a ser de 60 dias, o dobro do tempo estipulado anteriormente.

Mais proteção para ciclistas

Passa a ser infração gravíssima não reduzir a velocidade ao ultrapassar ciclistas, e infração grave estacionar sobre ciclovias ou ciclofaixas.

Recall

As campanhas para chamamento de fabricante visando a substituição ou o reparo do veículo deverão constar no Certificado de Licenciamento Anual (CLA), se não atendidas no prazo de um ano.  Caso o proprietário não atenda à convocação, o veículo não será licenciado.

Luz baixa em rodovias

Para veículos que não dispuserem de luzes de rodagem diurna, o uso de faróis acesos durante o dia será obrigatório em rodovias de pistas simples que estejam fora do perímetro urbano, dentro de túneis, assim como em casos de neblina, chuva ou cerração.

Penas alternativas

De acordo com o novo CTB, motoristas envolvidos em homicídio culposo ou lesão corporal culposa – qualificados pela condução sob efeito de álcool ou drogas – não poderão solicitar a conversão de penas privativas de liberdade para penas restritivas de direito, também conhecidas como penas alternativas, em que são prestados serviços à sociedade, por exemplo. (Fonte: Redação, Ag. Brasil e Polícia Civil)

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CNH Carteira Nacional de Habilitação validade de 10 anos foto Thiago Ventura

CNH passa a ter validade 10 anos na segunda; entenda a mudança no Código de Trânsito

Lei 14.071/2020 que altera o Código de Trânsito Brasileiro entra em vigor dia 12 de abril. Entre as diversas mudanças, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ter validade de até 10 anos

CNH Carteira Nacional de Habilitação validade de 10 anos foto Thiago Ventura

Thiago Ventura

Entra em vigor nesta próxima segunda-feira, dia 12, a Lei 14.071/2020, que altera do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Dentre as diversas mudanças na legislação, agora a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) tem validade de até 10 anos. Contudo, o prazo não é alterado automaticamente e a validade depende da idade do motorista. Além disso, devido a pandemia, o prazo para renovar a habilitação está suspenso em quase todos os estados.
A partir de 12 de abril, a CNH tem validade de dez anos para motoristas com idade interior a 50 anos. O condutor que tiver entre 50 anos e abaixo de 70 anos, terá documento com validade de 5 anos. Motoristas com idade acima dos 70 devem renovar a cada três anos.

Anteriormente o prazo era de cinco anos para todos os motoristas até 65 anos e de três anos acima dessa idade. É importante ressaltar que, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, a validade diz respeito ao exame médico, que acaba coincidindo com a validade do documento.

Validade da carteira

Validade da CNH Idade do motorista
10 anos Abaixo de 50 anos
5 anos Entre 50 e abaixo de 70 anos
3 anos Acima de 70 anos


O motorista precisa ficar atento pois a ampliação da validade NÃO É AUTOMÁTICA! Os novos prazos de 10, cinco ou três anos só valem para exames feitos a partir de 12 de abril de 2021. A CNH já expedida seguirá com a validade prevista de acordo com indicado no documento.

CNH vencida na pandemia

A nova lei entra em vigor durante a fase mais grave da pandemia da Covid-19 no Brasil. Devido ao agravamento da doença, quase todos os estados já suspenderam prazos de trânsito, entre eles da renovação da CNH. A medida já havia sido adotada nacionalmente em 2020. Quem teve o documento vencido naquela época, ganhou novo prazo neste ano para regularizar a situação.

Esse prazo-extra permitirá que esses motoristas se enquadrem na nova legislação de trânsito estabelecida pela Lei 14.071/2020, sancionada pelo presidente da República em 13 de outubro de 2020. O texto alterou diversos dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Devido ao adiamento dos prazos e com a suspensão do atendimento nos Detrans de vários estados, o motorista precisará aguardar o retorno para regularizar a situação. O prazo varia em cada Unidade da Federação. Em geral, a suspensão vale para documentos vencidos a partir de 1º de março. Quem deveria ter regularizado até janeiro ou fevereiro, pode ser multado!

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Prazo para renovar CNH é adiado em 23 estados

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Contran suspende vencimento da CNH e outros prazos em 10 estados devido pandemia

Conselho Nacional de Trânsito (Contran) volta a tomar medida após agravamento da pandemia. Suspensão de prazos vale para dez estados brasileiros
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Thiago Ventura

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) voltou a suspender o vencimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e outros prazos e serviços devido ao agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil. A medida é semelhante à adotada em abril de 2020,  mas até o momento restrita a nove estados.

A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na noite de quarta (24) através das portarias  202 a 208/21 do Contran. Ficam prorrogados prazos de processos e procedimentos de trânsito na Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Goiás, Alagoas e São Paulo. Medida semelhante já havia sido tomada para o Acre , Amazonas e Ceará.

Entre os serviços prorrogados, estão os prazos para defesas de infrações de trânsito, recursos, validade da CNH e  da Permissão para Dirigir (PPD). Há ainda suspensão do prazo para registro de veículos novos e transferência de propriedade.

As datas de início da suspensão dos prazos variam em cada estado. Em São Paulo, por exemplo, a suspensão da validade da CNH vale para carteiras vencidas desde 1º de março de 2020 e com vencimento a partir da data de publicação da portaria.

Já em relação ao prazo para registro e licenciamento do veículo novo, fica suspenso  para o bem  adquirido desde 26 de fevereiro de 2021. No caso de transferência de veiculo usado, a data de ‘perdão’ é para veículo comprado a partir de 12 de fevereiro de 2021.

Os prazos ficam suspensos até edição de nova portaria. Na ocasião, será divulgada tabela de novas datas para colocar documento e serviços em dia.

Confira as portarias de cada estado:

202/21 – BAHIA:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-202-de-24-de-marco-de-2021-310304259

203/21 – PERNAMBUCO:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-203-de-24-de-marco-de-2021-310292030

204/21 – RIO GRANDE DO NORTE:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-204-de-24-de-marco-de-2021-310304396

205/21 – DISTRITO FEDERAL:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-205-de-24-de-marco-de-2021-310304500

206/21 – GOIÁS:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-206-de-24-de-marco-de-2021-310304420

207/21 – ALAGOAS:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-207-de-24-de-marco-de-2021-310304580

208/21 – SÃO PAULO:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-contran-n-208-de-24-de-marco-de-2021-310304660

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ATPV-precisa-ser-emitida-pelo-Detran-no-caso-de-venda-Foto-Detran-PR

Transferência de veículo fica menos burocrática em Minas

Departamento de Trânsito (Detran) mudou regra para emissão da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e) e reduziu burocracia na hora de vender o carro usado

ATPV-precisa-ser-emitida-pelo-Detran-no-caso-de-venda-Foto-Detran-PR

Thiago Ventura

O Departamento de Trânsito (Detran) de Minas Gerais modificou o processo de transferência de propriedade de veículo acabando com uma burocracia na hora de vender o carro. As regras são válidas para veículos licenciados a partir de 04 de janeiro de 2021, segundo prevê a Resolução n° 809 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Agora, de fato, para vender um veículo o proprietário poderá fazer de maneira 100% digital o pedido de Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio eletrônico (ATPV-e). Até então, para emitir o documento, o vendedor precisava ir pessoalmente ao Detran para imprimir o documento. Nós explicamos isso e janeiro. Clique aqui ou veja o vídeo nesta matéria!

Agora, para vender o veículo, o proprietário vai precisar fazer dois processos digitais. Primeiro é necessário registrar
a intenção de venda no site do Detran. Após negócio fechado, o vendedor deve pedir a ATPV-e informando os dados completos do comprador e fazer a impressão o documento numa folha A4 com boa qualidade. Com isso em mãos, deverá autentificar firma no cartório, como já era feito com antigo verdinho, o Certificado de Registro de Veículo (CRV), que foi extinto.

Para explicar melhor o processo, a a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) compilou, em uma cartilha, as principais dúvidas apresentadas pelos cidadãos no momento de vender e comprar um veículo. Clique aqui para conferir a cartilha! O conteúdo, além de esclarecer os questionamentos quanto à documentação, informa sobre os procedimentos realizados de forma on-line.

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volkswgaen

Volkswagen suspende produção no Brasil devido agravamento da pandemia

Marca alemã suspende atividades durante 12 dias corridos devido agravamento da pandemia. Volkswagen fecha fábricas em São Paulo e Paraná para evitar transmissão da Covid-19

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A Volkswagen do Brasil anunciou nesta sexta-feira a suspensão de atividades relacionadas à produção de todas as suas unidades no País, localizadas nos estados de São Paulo e Paraná, a partir do dia 24 de março de 2021 por 12 dias corridos. A Volkswagen fecha fábricas para preservar a saúde dos empregados e reporta casos de contaminados pela Covid.

Com o agravamento do número de casos da pandemia e o aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados brasileiros, a empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais.

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Os empregados da área administrativa atuarão em trabalho remoto. A medida foi tomada em conjunto com os Sindicatos locais.

Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)

Com investimento de R$ 400 mi, Stellantis começa a fabricar motores turbo em MG

Fábrica da Stellantis em Betim inicia fabricação do motor 1.3 turbo que vai equipar modelos da Fiat e Jeep. Montadora investiu R$ 400 milhões na planta

Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)
Linha de montagem de motores turbo em Betim (foto: Leo Lara)

 

A mais nova unidade de produção da Stellantis, localizada no Polo Automotivo Fiat de Betim (MG), inicia a fabricação da família de motores GSE Turbo por ocasião da visita do CEO da Stellantis, Carlos Tavares, em conjunto com Mike Manley, Head of Americas, e Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul. Nesta quarta, foi fabricado a primeira unidade, que é um motor 1.3 turbo a gasolina que vai equipar modelos da Fiat e Jeep.

A fábrica tem capacidade inicial de produção de 100 mil unidades por ano e exigiu recursos da ordem de R$ 400 milhões, incluindo investimentos de fornecedores e Pesquisa & Desenvolvimento. Esta é a primeira fase da planta, que começa a fabricar imediatamente o motor de quatro cilindros turbo e, ainda em 2021, terá expansão com novos investimentos adicionais da ordem de R$ 100 milhões e o início da produção do propulsor de três cilindros turbo.

Com o início da operação da nova planta, Betim torna-se o maior centro de produção de powertrain da América Latina, com capacidade anual de 700 mil motores e 500 mil transmissões. A integração produtiva da nova unidade com as linhas dos motores Fire e Firefly promove alta sinergia de gestão, manutenção, logística e expertise técnica.

Nós adiantamos esse assunto em maio de 2020 durante live com o assessor técnico da Stellantis Ricardo Dilser

“A Stellantis abre uma nova era para nossa presença sustentável na América Latina e o início da produção desse motor GSE Turbo de classe mundial é uma grande notícia para a economia brasileira. Estou convencido de que nossos talentosos e comprometidos funcionários farão o possível para garantir a satisfação de nossos clientes”, disse o CEO da Stellantis, Carlos Tavares, por ocasião de sua primeira visita ao Brasil desde a criação da Stellantis, em janeiro.

“A inauguração desta planta de motores turbo representa um passo estratégico na direção de ampliarmos nossa presença na América Latina. Também traz muitas possibilidades para nossa gama de produtos, pois os motores GSE Turbo reúnem as melhores tecnologias de desempenho e sustentabilidade, com ganhos no consumo de combustível e redução de emissões. Esta nova produção será fonte de grande orgulho e motivação para todos nós”, acrescentou Antonio Filosa, COO da Stellantis para a América do Sul.

Carlos Tavares, Mike Manley e Antonio Filosa
Carlos Tavares, Mike Manley e Antonio Filosa. (Foto: Leo Lara)

Nova planta

Com 12 mil metros quadrados de área produtiva, a nova planta possui duas linhas de usinagem, que compreendem cabeçote e bloco de motor, e uma linha de montagem, dividida em três ciclos: cabeçote, short block e long block. O projeto teve início em 2019 e, seguindo as tendências da Indústria 4.0, as análises técnicas do layout produtivo foram realizadas em 3D, com uso de ferramentas de virtualização para criar e testar os processos de manufatura antes da instalação física.

A realidade virtual também foi empregada para simular a operação de equipamentos e máquinas, em um trabalho integrado com fornecedores para garantir qualidade e eficiência, além da ergonomia correta dos operadores. Ao longo de dois anos, a nova unidade de motores GSE Turbo foi projetada e instalada com a participação de mais de 90 empresas para aporte de soluções tecnológicas e componentes, grande parte delas brasileiras.

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Com tecnologias de alta eficiência e desempenho, a fábrica adota as melhores práticas de manufatura já existentes em unidades fabris do grupo na Europa e na China. “Para garantir os melhores padrões mundiais de qualidade, realizamos benchmarks globais que, somados ao conhecimento acumulado ao longo de 44 anos de atividade do Polo Automotivo de Betim, tornam a nova fábrica de motores uma referência global”, destaca o diretor de Manufatura da Stellantis para a América do Sul, Pierluigi Astorino.


Motor 1.3 de quatro cilindros

Para assegurar alto grau de qualidade e confiabilidade, os processos têm como diferencial a completa rastreabilidade das operações realizadas. Dados como o aperto de parafusos e testes de componentes são armazenados em unidades de memória, chamadas databolt e datatag, que acompanham todo os ciclos produtivos da usinagem e da montagem. A nova unidade segue rigorosos requisitos ambientais e de segurança, em conformidade com as normas ISO 14.001, ISO 50.001 e OHSAS.

Diversidade

A nova fábrica emprega diretamente 350 pessoas, das quais 139 são mulheres. Considerando-se a cadeia produtiva e de desenvolvimento dos propulsores, foram gerados cerca de três empregos indiretos para cada posto de trabalho direto.

Para incorporar novos processos e tecnologias, o time passou por amplo percurso formativo, com treinamentos especializados. “Estamos empenhados em formar equipes cada vez mais diversas. A inclusão enriquece as relações sociais e de trabalho, aumentando o potencial da inovação e, consequentemente, a competitividade dos nossos negócios”, diz Pierluigi Astorino.

Mireli Resende foi contratada em 2019 e hoje é team leader na linha de usinagem do cabeçote do GSE Turbo. Antes de iniciar as atividades na nova fábrica, passou por amplo processo de capacitação e se orgulha dos resultados alcançados. “O motor turbo é produzido por um time diverso. São várias cabeças, mãos e corações, pois aqui produzimos também com paixão. Ver o motor pronto na ponta da linha é uma sensação de dever cumprido, de toda a equipe que está empenhada em produzir com qualidade, eficiência e segurança”, conta Mireli.

Motores com mais tecnologia e benefícios

Com mais economia de combustível, melhor desempenho e menos emissões de CO2, a nova família GSE Turbo que começa a ser produzida na planta de Betim é composta pelos motores T3 (1.0l) e T4 (1.3l), ambos disponíveis nas versões flex e gasolina. Na versão gasolina, o motor de 4 cilindros e trem de válvulas 4V MultiAir III 1.3 (cilindrada de 1.332 cm³) conta com uma potência de 180 cv, torque de 270Nm e taxa de compressão de 10.5:1.

Os motores GSE trazem a tecnologia MultiAir da Stellantis, já presente em outros propulsores de excelente performance. O sistema eletro-hidráulico permite o controle totalmente flexível da duração e da elevação das válvulas de admissão, além do controle de carga do motor sem gerar perdas de bombeamento e contribuindo para reduzir o consumo de combustível do motor em operações de baixa e média carga.

Com qualidade de classe mundial, os motores da família GSE possuem tecnologias para reduzir o tempo de aquecimento do motor, diminuindo as emissões de gases e o consumo de combustível, especialmente em uso urbano (trajetos curtos). O bloco de alumínio, além de reduzir o peso do propulsor, esquenta mais rápido pela menor resistência à condução de calor. Já o trocador de calor do óleo colabora para diminuir o tempo de aquecimento do motor, transferindo calor da água – que esquenta mais rápido – para o óleo, que, atingindo a temperatura ideal, reduz o atrito do motor. Por outro lado, o trocador também evita que o óleo esquente demais, o que traz confiabilidade ao conjunto.


Linha de montagem em Betim (Foto: Leo Lara)

Motor 1.3 turbo e 1.0 turbo

Segundo a Stellantis, a nova geração MultiAir III, presente na família GSE, tem o controle das válvulas ainda mais flexível. O novo perfil de came com pré-levantamento permite a abertura das válvulas de aspiração durante a fase de escapamento, visando à realização do EGR interno, com redução dos óxidos de nitrogênio e aumento da eficiência do motor na carga parcial. Além disso, o perfil de levantamento da válvula de admissão do MultiAir III é mais extenso e possibilita gerenciar a taxa de compressão efetiva do motor, mantendo a tendência à detonação sob controle (independente do combustível utilizado). Isso ocorre com o controle do atraso do fechamento da válvula de aspiração, o que reduz a pressão e a temperatura na câmera de combustão, controlando a detonação sem comprometer o avanço de ignição. Assim, como resultado, consegue-se mais eficiência de combustível nas condições de alta carga, quando se deseja desempenho do veículo.

Os motores da família GSE contam ainda com um sistema avançado de sobrealimentação. O turbocompressor de baixa inércia e volume de ar reduzido entre o compressor e o coletor de admissão leva a uma resposta mais rápida do propulsor. O coletor de escapamento integrado reduz o turbo lag e o tempo de aquecimento do motor e do catalizador, favorecendo o tempo de resposta e um menor consumo de combustível junto com uma rápida reposta ao controle de emissões. Com válvula wastegate eletrônica, os propulsores trabalham ainda com um controle refinado da sobrealimentação, garantindo mais confiabilidade e uma dirigibilidade aprimorada.

Injeção direta de combustível

Equipados com um sistema de combustão inovador para motores de pequena cilindrada unitária, os propulsores 1.0 e 1.3 GSE utilizam injeção direta de combustível. Este é um item fundamental em motores turbo porque reduz a temperatura da mistura dentro da câmara de combustão, diminuindo a tendência à detonação e, portanto, aumentando a eficiência da queima com menor consumo de combustível e melhor desempenho.

Outro destaque do sistema é o ângulo dos injetores de combustível. Posicionados quase verticalmente a 23 graus, as emissões são reduzidas graças ao menor contato do spray com a parede do cilindro. Além de favorecer a formação de mistura, esta característica evita o comprometimento do filme de óleo lubrificante na camisa do cilindro. A direção e o tipo do spray, combinados com o fluxo de alta turbulência criado pelo design otimizado dos condutos de aspiração do cabeçote (dois separados por cilindro), proporcionam excelentes velocidade e estabilidade da combustão.

Outra característica técnica com o mesmo propósito é o termostato elétrico, comandado pela centralina, que faz com que o motor atinja e mantenha sua temperatura ideal de funcionamento com mais velocidade e precisão. Por fim, a corrente de distribuição silenciosa e “for life” reduz o ruído e aumenta a confiabilidade no propulsor por não exigir nenhum tipo de manutenção.

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

Minas terá fábrica de veículos elétricos com investimento de R$ 25 milhões

Empresa argentina anuncia planta na Grande BH com previsão de criar 14 mil empregos. Bravo produzirá veículos elétricos e pack de baterias

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo
Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

A Bravo Motor Company anunciou investimento de R$ 25 milhões  para implantação de uma fábrica de veículos elétricos e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa faz parte do grupo que desenvolveu o primeiro carro elétrico da América Latina. O aporte será apenas na primeira fase, chamada de Projeto Colosso 1.

Novas fases de investimento estão previstas para outras regiões de Minas, com produção de baterias de lítio, e devem ser tema de futuros protocolos com a empresa.

O CEO da Bravo Motor Company Brasil, Eduardo Javier Muñoz, disse que o potencial de Minas Gerais levou a empresa a concentrar aqui suas operações no Brasil. “Industrialmente, nossa estratégia inicial era abrir três fábricas no Brasil. Uma em Minas, outra no Sul e outra no Norte. Em dezembro, na primeira visita aqui, entendi rapidamente que teríamos que fazer um esforço muito grande e que deveríamos nos concentrar em Minas Gerais. É muito importante entender que estamos vindo para Minas Gerais para trazer a indústria 4.0, a eficiência e a transparência aumentadas. Eficiência aumentada do ponto de vista da tecnologia empreendedora, e transparência aumentada do ponto de vista da implantação e integração dessa tecnologia e serviços com a população”, explicou.

 

O governador do estado, Romeu Zema,  comemorou o investimento. “ Sabemos que, nas próximas décadas, a indústria automobilística deverá se reinventar totalmente, passando do tipo de motorização atual para motores elétricos. Vamos começar esse processo em Minas Gerais e no Brasil. Faremos tudo para que essas raízes fiquem muito consistentes e, independentemente de quem estiver aqui, que isso prospere o máximo possível. É um momento único, na minha gestão, receber algo tão inovador e que possa gerar tanta mudança positiva nesse estado que amamos tanto”, disse o governador.

https://youtu.be/vhVSlr0-rag

Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo
Projeto de frota de van elétrica ou microônibus da Bravo

 


O projeto

A estimativa é a de que a fábrica de veículos elétricos e packs de baterias comece a ser implantada em junho de 2021 na Região Metropolitana de Belo Horizonte e inicie a operação em 2023. A produção estimada para 2024 é de 22.790 unidades de veículos e 43.750 de unidades de packs de baterias. O investimento total de R$ 25 bilhões deve ser realizado até o final de 2029 e a previsão é que sejam gerados 13.813 empregos diretos e indiretos.

Economia verde

Além da geração de empregos e benefícios econômicos, a implantação da nova fábrica vai gerar ganhos significativos ao meio ambiente, já que o carro elétrico é mais sustentável e menos poluente. O diretor de atração de investimentos do Indi (Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico), Ronaldo Alexandre Barquette, avalia que o projeto deve ser exemplo para todo o país.

“A implantação deste projeto eleva Minas Gerais a um novo patamar de desenvolvimento de tecnologias disruptivas e sustentáveis ainda não visto no Brasil, voltadas à mobilidade elétrica, com o desenvolvimento e produção de veículos elétricos e seus componentes. Reflete a importância de Minas nos mais variados setores da economia e sua busca constante para se manter na vanguarda de tecnologias que facilitem e melhorem a vida das pessoas”, afirmou.

A empresa

A empresa ArqBravo Group começou a operar em 2008 na Argentina. Em 2019, criou a primeira comunidade de energia de vanguarda para produção de baterias, tetos solares e veículos, na Califórnia. No Brasil, produz atualmente projetos de mobilidade elétrica no Pará, com frota de 1,1 mil veículos elétricos em Belém. Em 2021, o grupo abriu CNPJ em Minas sob a razão Bravo Motor Company Brasil.

Cluster Industrial

Cluster Industrial é um conjunto de empresas dedicado à inovação aplicada nas áreas de mobilidade urbana e energia, onde serão fabricadas baterias de lítio de alta densidade energética, veículos de mobilidade urbana (pessoas e mercadorias), sistemas de armazenamento de energia, nodos de comunicação para satélites, sistemas de cargas por indução, robôs para uso em logística e combate a incêndios, sistemas de motorização elétrica para mobilidade de pessoas com deficiência motora e sistemas de transporte público. (Fonte: Agência Minas)

Porsche 911 Type 964 Carrera 2 1992 Diego Maradona - Carro Esporte Clube (5)

Porsche de Diego Maradona vai a leilão por R$ 1,3 milhão

Esportivo pertenceu ao craque argentino quando jogava pelo Sevilla nos anos 1990. Porsche 911 Carrera 2 1992 tem valor estimado em 200 mil euros

Porsche 911 Type 964 Carrera 2 1992 Diego Maradona - Carro Esporte Clube (5)

Um Porsche 911 Carrera 2 1992 que pertenceu a Diego Maradona será leiloado nesta semana na Europa. O modelo pertenceu ao ex-jogador, falecido em 2020, quando jogou no Sevilla, na temporada de 1992-93. O leilão virtual vai até o dia 10 de março. O preço do veículo está estimado em até 200 mil euros (R$ 1,3 milhão).

O carro ficou 20 anos com outro dono na ilha espanhola de Maiorca. Depois, passou pelas mãos de vários colecionadores franceses. Atualmente está com cerca de 120 mil quilômetros rodados.

 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

“O carro foi entregue novo a Maradona e, por causa desta procedência, provavelmente pode valer o dobrou ou o triplo de um carro normal”, disse Gregory Tuytens, especialista em carros da casa de leilões Bonhams.

Apenas 1.2 mil unidades desse modelo foram produzidas. Super carro na época, foi usado por Maradona em suas noitadas na Espanha. Um episódio famoso, o jogador foi parado e multado pela polícia por avançar no sinal vermelho e ter sido flagrado a 180 km/h. O carro tem motor Carrera 2 de 3,6 litros de 250 cv, com velocidade máxima de 260 km / h.

 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

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 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona

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 Porsche 911 Carrera 2 1992 de Diego Maradona