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Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos  (Fotos: Thiago Ventura)

Na casa dos R$ 100 mil, Volkswagen Polo GTS chega ao mercado

Hot hatch alemão ganha motor 1.4 turbo de 150 cv e transmissão automática de seis marchas. Mas a VW cobra muito caro pelo Polo GTS

Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos (Fotos: Thiago Ventura)
Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos (Fotos: Thiago Ventura)

Thiago Ventura

A Volkswagen lançou no mercado a nova versão esportiva Polo GTS (Gran Turismo Sport). O carro já está nas concessionárias, como já mostramos. Vem com bloco 1.4 TSI turbo de 150 cv a 4.500 rpm e 250 Nm de torque já a 1.500 rpm acoplado com a transmissão automática de seis marchas, com borboletas atrás do volante. Segundo a marca, faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos e velocidade máxima de 207 km / h. O irmão sedã Virtus GLS chega em fevereiro.

O visual é marcado por para-choque exclusivo, grade com padronagem de colmeia e faróis Full LED, unidos por um filete vermelho. O conjunto tem assinatura de luz formando um C. Logos ‘GTS’ ornam grade, tampa do porta malas e badges nas laterais. Além disso, rodas exclusivas 17″ e detalhes em black piano, com os retrovisores e o aerofólio.

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube8

O interior, como de costume, exibe detalhes em vermelho e costuras nessa cor com volante revestido em couro e na alavanca de câmbio. Os bancos dianteiros tem o logo GLS aplicado em alto relevo: são no formato concha e parcialmente revestidos em couro. Pedaleiras cromadas também completam o visual.

O Polo GTS vem de série com ar-condicionado digital Climatronic, sistema de alarme com comando remoto, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, painel Active Info Display, sistema infotainment Discover Media, computador de bordo, e câmera traseira, dentre outros.

Inclui ainda chave presencial com partida por botão, airbags laterais, assistente de partida em rampa, controle automático de velocidade e saídas de ventilação para fileira de trás e detector de fadiga. Vem também com start-stop, lanternas escurecidas e seletor de modos de condução, equipamentos inéditos na linha.

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube3

Completo, como esse da foto, custa R$ 103.440, valor que inclui o pacote Beats Sound (dois tweeters, subwoofer e amplificador, divisória ajustável do porta-malas e rede para bagagens) que custa R$ 2.400 + pintura metálica cinza por R$ 1.570.

O Blog Veículos/Carro Esporte Clube conferiu o carro de perto numa concessionária da Volkswagen em Belo Horizonte. O carro é visualmente muito bonito e conjunto mecânico promete. Porém, preço na casa dos R$ 100 mil contrasta com o amplo uso de plástico duro no painel e banco de materiais (tecido e couro) muito simples.

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube1

 

 

 

 

 

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Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube2

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube8

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Placas Mercosul começam em todo o Brasil até 31 de janeiro

Dez estados brasileiros já aderiram a nova placa veicular do Mercosul.  Novela chega ao fim para todo o Brasil

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Novo padrão Mercosul já é adotado em 10 estados, como o Paraná Foto: Thiago Ventura/DomTotal

Após sucessivos adiamentos, começa a valer a partir do dia 31 de janeiro a obrigatoriedade de uso da placa do Mercosul em todos os estados do país. O prazo atende ao estipulado na Resolução nº 780/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de julho do ano passado, que determina que as unidades federativas do país devem utilizar o novo padrão de placas de Identificação Veicular (PIV).

Desde a decisão pela adoção da placa do Mercosul, a implantação do registro foi adiada seis vezes. A adoção do sistema de placas do Mercosul foi anunciada em 2014 e, inicialmente, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016. Em razão de disputas judiciais a implantação ficou para 2017 e depois, adiada mais uma vez para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

As novas placas já são utilizadas na Argentina e no Uruguai. A previsão é que em breve comecem a valer também no Paraguai e na Venezuela. Dos 26 estados brasileiros, já aderiram à nova PIV Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia.

Nova placa

A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa, e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira. Quem quiser, poderá espontaneamente trocar pelo novo modelo.

A nova placa apresenta o padrão com quatro letras e três números, o inverso do modelo atualmente adotado no país com três letras e quatro números. Também muda a cor de fundo, que passará a ser totalmente branca. A mudança também vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores.

Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador da placa. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de autenticidade.

Da Agência Brasil

CRLVe-2020

CRLV não será mais impresso a partir deste ano

Detrans de todo o país têm até 30 de junho de 2020 para implantar o CRLV-e. Alguns estados já têm o recurso disponível. 

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QR-Code vai substituir a necessidade de porte do CRLV Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou no último dia 31 de dezembro de 2019 a Deliberação 180/2019, que modifica detalhes do uso do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio eletrônico (CRLV-e). Pelas novas regras, o CRLV-e  será expedido em substituição ao CRLV em meio físico, na forma estabelecida Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Os Detrans de todo o país têm até 30 de junho de 2020 para implantar o CRLV-e.

Alguns estados já têm o recurso disponível. Entre eles, Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe.

Ou seja, a partir de agora, os Detrans serão dispensados de emitir o certificado tradicional de papel. Quem quiser, por conta própria, poderá imprimir o documento. Para esse exercício (2020), o CRLV tradicional poderá ser utilizado para o licenciamento de veículos. Em outras palavras, aquele documento em papel moeda verde não terá mais valor algum e sim o código QR Code correspondente ao registro do veículo.

O Denatran disponibilizará sistema eletrônico para validação do CRLV-e, ou sua versão impressa, por meio da leitura do código de barras bidimensionais dinâmico (Quick Response Code – QRCode) inserido no documento. Esse #QRCode será gerado a partir de algoritmo específico, de propriedade do Governo, composto pelos dados individuais do veículo obtidos por meio do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan).
O CRLV-e somente será expedido após a quitação dos débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais, vinculados ao veículo, bem como o pagamento do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestres (DPVAT).

O CRLV em meio físico com modelo previsto na Resolução CONTRAN nº 16, de 06 de fevereiro de 1998, com a alteração dada pela Resolução CONTRAN nº 775, de 28 de março de 2019, poderá ser utilizado para o licenciamento de veículos para o exercício 2020.  Pela nova norma, quem viajar de carro para outro país também deverá providenciar, por conta própria, a versão impressa do CRLV-e.

O Denatran tem prazo de 12 meses para estabelecer procedimentos para aplicação da medida administrativa de recolhimento do CRLV-e. Basicamente, o órgão deverá criar alguma forma de cancelar o QR-Code.

Chevrolet-Onix-Plus-Premier-2020-Vazmenteo-Oleo-Procon

GM tem até dia 6 para se explicar no Procon devido vazamento de óleo no Onix Plus

Após casos de autocombustão, novo sedã compacto da GM apresenta vazamento de óleo. Chevrolet Onix pode passar por novo recall

Chevrolet-Onix-Plus-Premier-2020-Vazmenteo-Oleo-Procon

A Fundação Procon-SP (Programa de Proteção e Defesa do Consumido),  órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo de São Paulo, notificou a General Motors (GM) do Brasil para que esclareça sobre problemas apresentados pelo veículo Chevrolet Onix Plus 2020: vazamento de combustível e falha no LED do câmbio.

A notificação foi feita no último 23 de janeiro e a General Motors tinha até sete dias para prestar os esclarecimentos devidos. Contudo, conforme apurou o DomTotal, o prazo foi adiado e agora a montadora tem até a próxima segunda-feira, 6 de janeiro para responder o Procon.

A empresa deverá informar a quantidade dos produtos comercializados, a data e a forma como foi detectado o problema; descrever o defeito e os potenciais riscos aos consumidores; esclarecer as providências adotadas com relação aos proprietários dos veículos para reparar o problema; informar se ocorreram acidentes em decorrência do defeito e em caso positivo, deverá informar também o local, data, vítimas, medidas tomadas, danos, eventuais processos judiciais.

O Procon pede ainda que a GM comprove se houve comunicado de campanha de recall. Segundo o órgão, a notificação visa resguardar os direitos dos consumidores e garantir que não sejam prejudicados. É o segundo incidente com o veículo; antes disso, foram registrados dois casos de autocombustão com o sedã. O sinistro obrigou a marca a fazer um recall. 

Foto: Fernando Oliveira/PRF

Vai pegar estrada? Radares móveis estão de volta e vão multar!

Prazo dado pela justiça para retorno da fiscalização termina nesta segunda (23) e PRF deve atuar para evitar acidentes no feriado

Foto: Fernando Oliveira/PRF
Foto: Fernando Oliveira/PRF

Pretende viajar neste feriado? Então fique atento: os radares móveis estão de volta e vão multar.  É que o  Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília, negou recurso da União para anular a decisão que determinou a volta dos radares móveis às rodovias.  O prazo dado pela justiça para retorno da fiscalização terminou nesta segunda (23) e a multa para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) caso não cumpra a decisão é de R$ 50 mil por dia.

Confira na íntegra as decisões e a ação do MPF:

No DF, por exemplo, a polícia já aferiu os radares, guardados desde agosto quando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) determinou o fim da fiscalização por radar. Ao comentar a respeito, o presidente  afirmou que as multas aplicadas seriam “educativas”, porém a própria Advocacia Geral da União (AGU) explicou que as multas são pra valer.

A decisão em primeira instância proferida em 11 de dezembro   do juiz federal Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara do Distrito Federal, atendendo pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Ação Civil Pública em desfavor da União. “A justificativa de possível utilização do sistema como meio de arrecadação (e não como instrumento pedagógico), a despeito de relevante, não parece suficiente à suspensão do sistema em funcionamento”, escreveu o magistrado.

 A AGU recorreu, mas o TRF1 apenas ampliou o prazo para que a PRF tivesse tempo de retomar a fiscalização. O desembargador relator do caso, Caio Marinho, afirmou no despacho que a União não apresentou elementos que indicassem que a suspensão do uso dos radares teria sido substituída por ações efetivas para a segurança e a proteção da vida no trânsito. “Igualmente não houve apresentação dos indicativos que demonstrassem em que medida estaria havendo o uso desvirtuado dos equipamentos (com fins eminentemente de arrecadação)”.

Marinho esclareceu também que a ordem proferida na primeira instância apenas reafirmou o entendimento já consolidado entre os próprios órgãos competentes para legislar sobre o assunto. Nesse aspecto, “é possível a intervenção do Poder Judiciário em matéria de política pública, quando verificada a omissão administrativa na promoção das ações necessárias à implementação dos direitos constitucionalmente reconhecidos”.

A decisão restabelece o uso de três tipos de radares móveis: estáticos (instalados em veículo parado ou sobre suporte), móveis (instalados em veículo em movimento) e portáteis (direcionados manualmente para os veículos).

O governo ainda pode recorrer, mas enquanto isso não acontece fica o alerta: se beber não dirija. E se dirigir, trafegue com prudência e nos limites de segurança. Bom feriado!

Renault-Crash-Test

Para evitar fiasco em crash test, Renault Sandero recebe melhoria na segurança

Quem comprou Renault, Logan e Stepway produzido até 10 de dezembro de 2019 tem um carro mais inseguro do que quem levar o mesmo modelo a partir desta semana

Renault-Crash-Test
Existe uma máxima que aconselha os interessados em um carro recém-lançado a “aguardar algum tempo para ver se não haverá algum problema” com a novidade. Esse ditado foi mais renovado: quem comprou um Renault Sandero, Logan ou Stepway 2020 produzido do lançamento até o dia 10 de dezembro de 2019 terá um carro mais inseguro que os fabricados a partir de 11 de dezembro.  É que a marca francesa foi obrigada a corrigir detalhes na segurança dos modelos para evitar um fiasco no teste de impacto feito pelo Programa de Avaliação de Veículos Novos para a América Latina e o Caribe (LatinNCAP).

 

Equipado de série em todas as versões com quatro airbags (dois frontais e dois laterais), cinto três pontos e encosto de cabeça para os cinco ocupantes  e Isofix para cadeirinhas infantis, Sandero, Logan e Stepway receberam apenas uma estrela para adultos e quatro para crianças no crash test. O resultado já é pífio por si só, mas um fator chamou atenção dos especialistas.

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Airbag do modelo fabricado no Brasil era inferior ao colombiano
Airbag do modelo fabricado no Brasil era inferior ao colombiano. Repare também an estrutura mais simples do banco

O Sandero vendido no Mercosul é fabricado em São José dos Pinhais (PR) e na Argentina, mas o mesmo modelo, produzido pela Renault na Colômbia, recebeu três estrelas de segurança, em resultado divulgado nessa quarta (11).  Ao tentar entender o que aconteceu, o Latin NCAP descobriu que o carro fabricado no Brasil é inferior ao colombiano em três aspectos: tamanho e forma dos airbags laterais, intrusão estrutural na proteção contra impactos laterais e estrutura dos bancos dianteiros.

Segundo a entidade, o  airbag da versão produzida na Colômbia (volume de 22 litros e maior área de cobertura) oferece uma proteção mais robusta em comparação com os airbags das versões produzidas na Argentina e no Brasil (volume de 18 litros e área de cobertura mais restrita. Além disso, os veículos fabricados na Colômbia mostraram uma intrusão estrutural um pouco menor no teste de batida de impacto lateral do que os carros fabricados no Mercosul.  Além disso, a estrutura dos bancos é notoriamente menor e mais frágil.  A impressão é que a Renault colombiana reproduziu o projeto da romena Dacia, onde o Sandero é vendido para o mercado europeu, enquanto a Renault do Brasil e Argentina optaram por simplificar o projeto e reduzir custos.

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Notificada pela entidade, a Renault resolveu agir para evitar a má repercussão de uma nota baixa em seu modelo. A francesa correu contra o tempo e adaptou as mudanças aplicadas pela subisiária colombiana em suas plantas a Argentina e Brasil. Com isso, a segurança de Sandero, Logan e Stepway ficou da seguinte forma:

Todos os Renault Sandero/Logan/Stepway até o número de série (VIN) 93Y5SRZ85LJ319432 (data 10/12/2019) para carros fabricados no Brasil; até VIN 8A14SRYE5LL345154 (data 03/12/19) para veículos fabricados na Argentina, e até VIN 9FB4SR0EGLM157526 (data 18/07/2019) para veículos fabricados na Colômbia são uma estrela para proteção de ocupantes adultos e quatro estrelas para proteção de ocupantes infantis. A partir desses VINS e datas para cada planta de produção, os Renault Sandero/Logan/Stepway têm três estrelas para proteção de ocupantes adultos e quatro estrelas para proteção de ocupantes infantis.

Ou seja, todos que compraram Sandero/Logan/Stepway fabricados até 10/12/2019 têm um carro pior em nível de segurança de quem comprou o mesmo modelo produzido a partir de 11/12/2019.

Apesar de agora três estrelas, o Latin NCAP considera o resultado ruim, pois  o modelo  não possui lembrete de uso do cinto de segurança (SBR) para o passageiro da frente e o nível de disponibilidade do Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) está abaixo dos volumes recomendados.

“O Latin NCAP aprova a reação da Renault em melhorar a segurança dos populares Sandero, Logan e Stepway, bem como a estratégia da Peugeot para melhorar o equipamento do 301. As famílias do Sandero e 301 são modelos muito populares na América Latina, e o Latin NCAP está pressionando fortemente para os modelos mais populares alcançarem níveis de cinco estrelas. Ao mesmo tempo, a decisão da Renault e da Hyundai é decepcionante, pois ainda não oferecem o ESC como equipamento padrão nos modelos avaliados”, comentou, Alejandro Furas, Secretário Geral do Latin NCAP.

 

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Fiat coloca capota rígida em caçamba e cobra R$ 164,9 mil por Toro

Picape é um sucesso de vendas e  marca italiana aproveitou para cobrar ainda mais caro pelo produto

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Para comemorar 200 mil unidades comercializadas da picape, a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) lança a versão Ultra, que passa a ser a topo de linha da Toro. Equipada com motor 2.0 Diesel de 170 cv, tração 4×4 e câmbio automático de nove marchas, a versão tem como grande destaque o Dynamic Cover como item de série.

Colocado na caçamba, o equipamento tem melhor vedação contra infiltração de água e vem com tampa removível, o que facilitará caso o cliente queira eventualmente carregar objetos mais altos que sua capacidade quando fechada. Com proteção anti-furto de cargas, o Dynamic Cover possui alça auxiliar para fechamento e maçaneta de abertura interna posicionada do lado esquerdo.

. A nova tampa, que suporta 100kg de carga distribuídos em sua superfície, ainda possui proteção contra infiltração de água. Sua abertura funcional é de 40 graus e é auxiliada por amortecedores laterais com sistema de mola a gás.

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O Fiat Toro Ultra ainda conta com badges externos e interno (console), logo da versão bordado nos bancos, tapetes em borracha, detalhes e logos internos escurecidos, assentos em couro e espelhos externos pretos, estribo lateral, engate reboque, santantônio integrado e para-barro. Disponível nas cores Branco Ambiente (sólida), Prata Billet, Preto Carbon e Azul Jazz (metálicas), a nova versão Fiat Toro Ultra custa R$ 164.990.

Opinião do Thiago: se o objetivo é  ter uma picape média/compacta a diesel e automática, por R$ 143,9 mil já é possível comprar uma Toro Freedom com esse mesmo motor e câmbio. Se o consumidor foi ainda mais racional, pode-se levar a Endurance, com visual mais básico, mas com mesmo conjunto por R$ 131,9 mil.  Quem deseja um produto diferenciado, pode levar a Volcano (155,9 mil). Mas, antes de pagar quase R$ 20 mil apenas por  detalhes estéticos, confira o que a concorrência oferece.

Fiat Toro 2020 – Tabela de Preços
Toro Endurance 1.8 Flex MT5 – R$ 94.990
Toro Endurance 1.8 Flex AT6 – R$ 100.990,00
Toro Endurance 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 131.990
Toro Freedom 1.8 Flex AT6 – R$ 112.490
Toro Freedom 1.8 Flex AT6 S-Design – 117.990
Toro Freedom 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 143.990
Toro Freedom 2.0 Diesel AT9 4×4 S-Design – R$ 149.990
Toro Volcano 2.4 Flex AT9 –R$ 125.990
Toro Volcano 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 155.990
Toro Ranch 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 162.990
Toro Ultra 2.0 Diesel AT9 4×4 – R$ 164.990

Modelo da Chevrolet foi totalmente consumido pelas chamas

Recém lançado, Chevrolet Onix Plus registra casos de incêndio e marca pode convocar recall

Dois incêndios espontâneos foram registrados com o Chevrolet Onix Plus e recall pode ser convocado

Modelo da Chevrolet foi totalmente consumido pelas chamas
Modelo da Chevrolet foi totalmente consumido pelas chamas

Pelo menos dois casos de autocombustão já foram registrados com o novo sedã Chevrolet Onix Pus, substituto do Prisma. O primeiro aconteceu no pátio da General Motors em Gravataí (RS); o segundo foi com um cliente na cidade Mirador (MA), no último dia 30 de outubro.

Informações da página ‘Notícias com Maritonio Dantas’ sobre o caso recente no Nordeste dão conta que o dono do carro ouviu uma explosão vinda do motor enquanto dirigia numa estrada rumo à Teresina (PI). Ele parou e ao abrir o capô percebeu que o bloco estava em chamas, que consumiram o Onix Plus.

Assista ao vídeo: 

Informação exclusiva publicada pela Quatro Rodas com colaboração dos nossos amigos do Autos Segredos aponta que, na verdade, já são três os casos de incêndio com o novo Onix. E mais: os concessionários já foram orientados pela GM a fazer alguns reparos nos carros em estoque e até mesmo já entregues aos clientes!
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Os comunicados de “não conformidade” e boletins internos referem-se a falhas no chicote, porca de aterramento e mesmo correção do número do chassi. Os dois primeiros envolvem a parte elétrica e podem ter alguma relação com os casos. A descrição completa você encontra no site da QR. De toda forma, isso revela forte indício de que algo errado está acontecendo com o novo Onix 2020.

E até o momento a Chevrolet não se manifestou a respeito. Seria o Onix Plus uma “reencarnação” do Marea ou do Tipo?

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Fiat-Fastback-concept-2018---foto-Thiago-Ventura

Fiat Fastback: veja em detalhes o SUV coupé conceito

Derivado da picape Toro, conceito Fiat Fastback antecipa um novo utilitário da marca que será fabricado no Brasil

Fiat-Fastback-concept-2018---foto-Thiago-Ventura

 
Conceito de SUV coupé derivado da Fiat Toro é exibido na exposição ‘Beleza em Movimento: ícones do design italiano’, em cartaz na Casa Fiat de Cultura, antigo Palácio dos Despachos do governador de Minas, localizado no Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Essas linhas antecipam o que está por vir da FCA para o mercado latino-americano em termos de design. A Toro SUV chega em breve, mas não terá essa bela traseira no estilo coupe.

Revelado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, tem 2.695 mm de distância entre-eixos, 4.600 mm de comprimento, 2.045 mm de largura e 1.610 mm de altura. O Fiat Fastback é um híbrido entre SUV (Utility Vehicles) e coupé. Muita gente falou que será o BMW X6 da Fiat! A frente mais refinada do conceito em relação à Toro indica já uma breve reestilização da picape, bem como a dianteira do novo SUV.

A FCA anunciou que vai investir R$ 8 bilhões no Brasil para 15 novos lançamentos até 2023. O ‘Toro SUV’ está entre eles. A exposição tem entrada gratuita e segue até 03 de novembro. Vale muito a pena conferir.

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Ônibus com cinto três pontos para passageiros (Volvo/Divulgação)

Argentina torna obrigatório cinto três pontos para passageiros de ônibus

Medida vale para viagens em longa distâncias. No Brasil, ônibus intermunicipais oferecem cintos abdominais

Ônibus com cinto três pontos para passageiros (Volvo/Divulgação)
Ônibus com cinto três pontos para passageiros (Volvo/Divulgação)

 

O Ministério dos Transportes da Argentina publicou nesta semana uma resolução no Diário Oficial para que os ônibus de longa distância ofereçam cintos de segurança com três pontos para todos os passageiros. Segundo o texto, as empresas têm seis meses para se adaptar à nova regra.

Aa medida é válida para os ônibus 0km emplacados a partir de meados de 2020. O cinto deve ser do tipo três pontos e retrátil e os passageiros só podem deixar de utilizá-lo para ir ao banheiro, por exemplo. Caso o veículo tenha sistema de vídeo, deverá sempre exibir mensagem de segurança sobre o uso correto do cinto.O texto cita recomendações das Nações Unidas para segurança no trânsito, mas não fala sobre sobre multas, para  passageiro ou empresa, pela não utilização do equipamento. Contudo, a norma pode ter implicações com outras regras do ordenamento jurídico daquele país.No Brasil, os ônibus interurbanos devem oferecer cinto aos passageiros, mas o texto não estipula se é  do tipo três pontos. Normalmente são oferecidos apenas os cintos abdominais (dois pontos).

Em 2012, o PL 4254/2012 na Câmara dos Deputados, de autoria do então deputado Geraldo Resende (PMDB-MS) previa a obrigatoriedade do cinto três pontos para ônibus. Contudo, o projeto foi rejeitado e arquivado pela comissão de Viação e Transportes em 2015.

Volvo-assento-de-ônibus-com-cinto-três-pontosSeja dois ou três pontos, a realidade no Brasil é que muita gente NÃO usa o cinto. Levantamento feito em abril de 2019 pelo projeto “Passageiro consciente viaja de cinto!”, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), constatou que apenas quatro em cada dez passageiros de ônibus de viagem municipal estavam usando o cinto e segurança. Os dados são preliminares. O levantamento foi feito nas cidades paranaenses de Ponta Grossa, Curitiba, Maringá, Londrina e Cascavel, levando informações a cerca de 6,7 mil passageiros.

O que você acha da ideia dos hermanos?

LEIA A RESOLUÇÃO NA ÍNTEGRA ! (em espanhol)

Publicación del Boletín Oficial
Resolución 149/2019 – RESOL-2019-149-APN-SECGT#MTR

Ciudad de Buenos Aires, 21/10/2019 – VISTO el Expediente N° EX-2019-69215860-APN-SSTA#MTR del Registro del MINISTERIO DE TRANSPORTE, la Ley N° 26.363, los Decretos N° 958 de fecha 16 de junio de 1992, N° 808 de fecha 21 de noviembre de 1995, N° 1388 de fecha 29 de noviembre de 1996, N° 818 de fecha 11 de septiembre de 2018 y N° 174 de fecha 2 de marzo de 2018, y

CONSIDERANDO:

Que el Decreto N° 958 de fecha 16 de junio de 1992, modificado por los Decretos N° 808 de fecha 21 de noviembre de 1995, y N° 818 de fecha 11 de septiembre de 2018, creó el REGISTRO NACIONAL DEL TRANSPORTE DE PASAJEROS POR AUTOMOTOR y estableció las pautas para la prestación del servicio de transporte por automotor de pasajeros a realizarse: a) entre las Provincias y Ciudad Autónoma de Buenos Aires; b) entre Provincias; c) en los Puertos y Aeropuertos nacionales, entre ellos, o entre cualquiera de ellos y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires o las Provincias.

Que en dicha norma se clasifica el transporte automotor en Servicios Públicos, Servicios de Tráfico Libre, Servicios Ejecutivos, Servicios de Transporte para el Turismo, y los que en el futuro establezca la Autoridad de Aplicación.

Que es deber del ESTADO NACIONAL adoptar las medidas tendientes a garantizar la seguridad de los usuarios de Servicios de Transporte por Automotor de Pasajeros.

Que entre las medidas de seguridad más relevantes en materia de transporte automotor se encuentra el uso del cinturón de seguridad por tratarse de un dispositivo cuya utilización tiene un impacto considerablemente efectivo en casos de accidentes viales.

Que a pesar de las exigencias y condiciones de seguridad que se encuentran vigentes para los Servicios de Transporte de Pasajeros por Automotor de Carácter Interurbano de Jurisdicción Nacional, de la experiencia colectada resulta posible observar el relevante número de accidentes viales, en donde el saldo de víctimas y heridos encuentran explicación en la falta del uso de los cinturones de seguridad, lo que provoca que el pasajero sea eyectado de su asiento impactando dentro del interior del vehículo sobre diversos puntos agresivos de la estructura o sobre el vano de las ventanillas.

Que en esa línea, resulta oportuno aprobar un Protocolo de Seguridad para los Servicios de Transporte por Automotor de Pasajeros de Carácter Interurbano de Jurisdicción Nacional, que contemple medidas tendientes a concientizar al pasaje sobre los beneficios del uso del cinturón de seguridad en los buses y establecer mecanismos mandatorios para que el personal de a bordo verifique el uso de este equipamiento como condición esencial para la prestación segura de los servicios.

Que la COMISIÓN NACIONAL DEL TRÁNSITO Y LA SEGURIDAD VIAL, órgano desconcentrado actuante en el ámbito de la SUBSECRETARÍA DE TRANSPORTE AUTOMOTOR, ha elaborado el informe técnico del que surge que del análisis de varios accidentes recientes, se ha verificado la robustez de las unidades desde el punto de vista estructural, no obstante algunos han sido muy graves con un saldo importante de víctimas y heridos graves.

Que conforme surge del informe de la citada Comisión la gravedad de los siniestros encuentran explicación en la falta de uso de los cinturones de seguridad por parte del pasaje, lo que provoca que el mismo no permanezca contenido en el espacio de supervivencia para lo cual está diseñado el bus y por el contrario sea eyectado de su asiento impactando dentro del interior del micro sobre diversos puntos agresivos de la estructura o sobre el vano de las ventanilla.

Que resulta imperioso generar todas las acciones tendientes a concientizar al pasaje sobre los beneficios del uso del cinturón de seguridad en los buses y establecer mecanismos mandatorios para que el personal de a bordo verifique el uso de este equipamiento como condición esencial para la prestación segura de los servicios.

Que mediante el Decreto N° 1388 de fecha 29 de noviembre de 1996 se establecieron los objetivos de la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE, entre los que se destaca el de promover mayor seguridad, calidad y eficiencia en el servicio, mejor operación, confiabilidad, igualdad y uso generalizado del sistema de transporte automotor de pasajeros, asegurando un adecuado desenvolvimiento en todas sus modalidades, como así también se estipularon las potestades de dicho organismo, entre las que cabe señalar las de aplicar y hacer cumplir las leyes, decretos y demás normas reglamentarias en materia de transporte, fiscalizar las actividades de las empresas y operadores de transporte automotor y aplicar las sanciones previstas en las distintas normas legales relacionadas con el transporte y las penalidades fijadas en la normativa vigente y en los contratos de concesión vigentes.

Que conforme la Ley N° 26.363, la AGENCIA NACIONAL DE SEGURIDAD VIAL posee como funciones coordinar, impulsar y fiscalizar la implementación de las políticas y medidas estratégicas para el desarrollo de un tránsito seguro en todo el territorio nacional y elaborar campañas de concientización en seguridad vial.

Que entre los objetivos de la SECRETARÍA DE GESTIÓN DE TRANSPORTE estipulados mediante el Decreto N° 174 de fecha 2 de marzo de 2018, se encuentra el de entender en la gestión de los modos de transporte de jurisdicción nacional, bajo las modalidades, terrestre, fluvial, marítimo de carácter nacional y/o internacional, y de las vías navegables.

Que la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE y la AGENCIA NACIONAL DE SEGURIDAD VIAL, órganos descentralizados actuantes bajo la órbita del MINISTERIO DE TRANSPORTE, han tomado la intervención de sus competencias.

Que la DIRECCIÓN GENERAL DE ASUNTOS JURÍDICOS dependiente de la SUBSECRETARÍA DE COORDINACIÓN ADMINISTRATIVA del MINISTERIO DE TRANSPORTE, ha tomado la intervención de su competencia.

Que la presente resolución se dicta en virtud de las atribuciones conferidas por los Decretos N° 958 de fecha 16 de junio de 1992 y N° 174 de fecha 2 de marzo de 2018.

Por ello,

EL SECRETARIO DE GESTIÓN DE TRANSPORTE

RESUELVE:

ARTÍCULO 1°.- Establécese que todos los servicios regulados por el Decreto N° 958 de fecha 16 de junio de 1992 y sus modificatorios, deberán satisfacer el “Protocolo de Seguridad para los Servicios de Transporte por Automotor de Pasajeros de Carácter Interurbano”, que como ANEXO (IF-2019-81754811APN-SSTA#MTR) forma parte de la presente resolución.

ARTÍCULO 2°.- Solicítase a la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE, órgano descentralizado actuante bajo la órbita del MINISTERIO DE TRANSPORTE, que establezca operativos de concientización a los fines de la implementación de la presente medida.

ARTÍCULO 3°.- Establécese un período de SEIS (6) meses contados desde la entrada en vigencia de la presente, durante el cual se desarrollará una fiscalización educativa a implementarse por parte de la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE.

ARTÍCULO 4°.- Recomiéndase a los operadores de los servicios regulados por el Decreto N° 958 de fecha 16 de junio de 1992 y sus modificatorios, la aplicación en los asientos de los pasajeros de los buses 0 km de cinturones de seguridad de TRES (3) puntos retráctiles, que satisfagan el REGLAMENTO 14 de la COMISIÓN ECONÓMICA DE LAS NACIONES UNIDAS PARA EUROPA (CEPE).

Los operadores que apliquen lo dispuesto en el párrafo precedente podrán publicitar en las unidades con esta tecnología, una leyenda que indique que el vehículo cumple con las recomendaciones de seguridad efectuadas por el MINISTERIO DE TRANSPORTE, cuyas características técnicas serán definidas por la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE”.

ARTÍCULO 5°.- Solicítase a la AGENCIA NACIONAL DE SEGURIDAD VIAL, organismo descentralizado actuante en el ámbito del MINISTERIO DE TRANSPORTE, la realización de una campaña de difusión pública relativa a la importancia del uso del cinturón de seguridad en las unidades afectadas al Transporte por Automotor de Pasajeros de Carácter Interurbano de Jurisdicción Nacional.

ARTÍCULO 6°.- La presente medida entrará en vigencia a partir del día siguiente al de su publicación en el Boletín Oficial.

ARTÍCULO 7°.- Comuníquese a la COMISIÓN NACIONAL DE REGULACIÓN DEL TRANSPORTE, a la AGENCIA NACIONAL DE SEGURIDAD VIAL, al MINISTERIO DE SEGURIDAD, a las Cámaras Representativas del Transporte Automotor de Pasajeros y a los Operadores de los Servicios regulados por el Decreto N° 958/92.

ARTÍCULO 8°.- Comuníquese, publíquese y dése a la DIRECCIÓN NACIONAL DEL REGISTRO OFICIAL. Hector Guillermo Krantzer

Fecha de publicación 22/10/2019