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Volkswagen admite erros na ditadura e vai pagar R$ 36,3 mi em reparações

Marca alemã é a primeira empresa estrangeira a reavaliar sua história durante o regime militar no Brasil. Volkswagen colaborou com militares e permitiu tortura dentro das dependências da fábrica de Anchieta

Fábrica de Anchieta (SP) da VW: marca colaborou com regime militar

A Volkswagen do Brasil assumiu o compromisso de destinar R$ 36,3 milhões a ex-trabalhadores da empresa presos, perseguidos ou torturados durante o governo militar (1964-1985) e a iniciativas de promoção de direitos humanos e difusos. A disponibilização dos recursos foi anunciada nessa quinta-feira em uma nota pública dos Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público de São Paulo (MPSP) e Ministério Público do Trabalho (MPT). As três instituições firmaram com a Volkswagen um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), um acordo extrajudicial que estabelece obrigações à empresa para que não sejam propostas ações judiciais sobre a cumplicidade da companhia com os órgãos de repressão da ditadura.

O acordo firmado é mais um capítulo da política da marca em reconhecer e reparar erros do passado. Em 2016, a Volkswagen contratou um historiador independente para analisar o caso brasileiro. Em nível global, a montadora também busca desvencilhar de capítulos obscuros. Na semana  passada, por exemplo, a marca cassou a concessão de uma revenda no México que usou fotos do período nazista em publicidade

O acordo encerrará três inquéritos civis que tramitam desde 2015 para investigar o assunto. Ao longo das apurações, o MPF, o MPSP e o MPT identificaram a colaboração da Volkswagen com o aparato repressivo do governo militar a partir de milhares de documentos reunidos, informações de testemunhas e relatórios de pesquisadores, um contratado pelo Ministério Público Federal e outro pela própria empresa.

Hiltrud Werner, membro do Conselho de Administração da Volkswagen AG por Integridade e Assuntos Jurídicos, disse: “Lamentamos as violações que ocorreram no passado. Estamos cientes de que é responsabilidade conjunta de todos os atores econômicos e da sociedade respeitar os direitos humanos e promover sua observância. Para a Volkswagen AG, é importante lidar com responsabilidade com esse capítulo negativo da história do Brasil e promover a transparência”.

Do montante total fixado no TAC, R$ 16,8 milhões serão doados à Associação Henrich Plagge, que congrega os trabalhadores da Volkswagen. O dinheiro será repartido entre os ex-funcionários que foram alvo de perseguições por suas orientações políticas, seguindo critérios definidos por um árbitro independente e sob a supervisão do MPT.

Outros R$ 10,5 milhões reforçarão políticas de Justiça de Transição, conjunto de medidas adotadas para o enfrentamento do passado ditatorial, como projetos que resgatam a memória sobre as violações aos direitos humanos e a resistência dos trabalhadores na época. Uma dessas iniciativas é o Memorial da Luta por Justiça, desenvolvido pela seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política (NPMP).

O projeto receberá R$ 6 milhões dos R$ 10,5 milhões, valor suficiente para a conclusão de sua implantação na sede da antiga auditoria militar em São Paulo. Os R$ 4,5 milhões restantes serão destinados à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para o financiamento de novas pesquisas sobre a colaboração de empresas com a ditadura e para a identificação das ossadas de presos políticos encontradas em uma vala clandestina no cemitério de Perus em 1990.

Além disso, a Volkswagen obrigou-se a pagar também R$ 9 milhões aos Fundos Federal e Estadual de Defesa e Reparação de Direitos Difusos. A empresa também publicará em jornais de grande circulação uma declaração pública a respeito do assunto. O TAC prevê ainda que um relatório sobre os fatos investigados será publicado pelas unidades do Ministério Público e que a companhia apresentará sua manifestação jurídica sobre o caso. Todas as medidas devem ser cumpridas assim que os órgãos de controle do MPF e do MPSP confirmarem os arquivamentos dos inquéritos, o que deve ocorrer até o fim deste ano. Estima-se que os desembolsos financeiros definidos no acordo sejam efetuados em janeiro de 2021.

“O ajuste de condutas estabelecido nesta data é inédito na história brasileira e tem enorme importância na promoção da Justiça de Transição, no Brasil e no mundo. O enfrentamento do legado de violações aos direitos humanos praticadas por regimes ditatoriais é um imperativo moral e jurídico. Não se logra virar páginas ignóbeis da história sem plena revelação da verdade, reparação das vítimas, promoção da responsabilidade dos autores de graves violações aos direitos humanos, preservação e divulgação da memória e efetivação de reformas institucionais, sob pena de debilidade democrática e riscos de recorrência”, afirmaram os representantes do MPF, do MPSP e do MPT na nota pública divulgada.

“O Brasil, infelizmente, segue como um caso notável de resistência à promoção ampla dessa agenda e, não por acaso, ecoam manifestações de desapreço às suas instituições democráticas. No mundo, por outro lado, são ainda raros os episódios de empresas que aceitam participar de um processo”.

Estudo

Em 2016, a Volkswagen encomendou um estudo científico independente, apresentado pelo historiador Professor Dr. Christopher Kopper, da Universidade de Bielefeld. À luz da avaliação científica das fontes disponíveis, o Professor Kopper conclui em seu estudo científico independente que houve cooperação entre os agentes de segurança da Volkswagen do Brasil e o antigo regime militar, mas não foram encontradas evidências claras de que essa cooperação foi institucionalizada na empresa. Naquela época, os funcionários poderiam ter sido expostos a violações dos direitos humanos.

Conheça o histórico da fábrica de Anchieta (SP) da Volkswagen

1959: Inaugurada oficialmente a unidade de São Bernardo do Campo
1967: Volkswagen chega ao patamar de meio milhão de unidades produzidas
1970: Milionésimo Volkswagen brasileiro deixa a linha de produção, um VW Sedan 1300
1980: Lançamento do Gol
1982: Lançamento da picape Saveiro
1986: Fusca deixa de ser produzido
1993: Relançamento do Fusca
1999: Marco de 3 milhões de Gol (produzidos na Anchieta e em Taubaté)
2001: Fábrica Anchieta comemora a produção de 10 milhões de veículos
2002: Inauguração da “Nova Anchieta”, representando um marco na indústria automobilística nacional. Foram investidos R$ 2 bilhões na reestruturação da unidade, com destaque para a instalação de 400 robôs, solda a laser e pintura automatizada
2012: Gol chega à marca de 7 milhões de unidades produzidas na Anchieta e em Taubaté
2013: Fábrica atinge o marco de 1 milhão de unidades produzidas da picape Saveiro
2014: Lançamento da Saveiro Cabine Dupla. Início da produção do Novo Jetta e ano em que a fábrica completa 55 anos, chegando o marco histórico de 13 milhões de veículos produzidos
2015: Lançamento do Novo Jetta nacional
2016: Anchieta inicia a produção do Novo Jetta 1.4 TSI e lança o Novo Gol e a Nova Saveiro
2017: A Anchieta recebe investimentos de R$ 2,6 bilhões para a produção do Novo Polo e Virtus
2018: Inicia a produção do Virtus
2019: Fábrica Anchieta celebra 60 anos e 14 milhões de veículos produzidos
2020: Volkswagen do Brasil inicia produção do Nivus na fábrica Anchieta

Fonte: MPSP e VW

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SUV com preço a partir de R$ 88 mil é ó carro mais vendido no Brasil

Categoria mais desejada pelo consumidor, SUV é receita de sucesso para montadoras saírem da crise. T-Cross, Tracker, Renegade e Compass despontam entre os 10 mais vendidos

Com preços a partir de R$ 88,7 mil, T-Cross foi o carro mais vendido no Brasil em julho

Thiago Ventura

Em um crescimento surpreendente, o Volkswagen T-Cross fechou julho de 2020 como automóvel mais vendido no Brasil. O veículo que tem preço inicial de R$ 88.790 superou o hatch compacto Chevrolet Onix ao emplacar 10.211 unidades no mês, contra 9.716 do modelo da GM. Em terceiro lugar no mês, ficou o Hyundai HB20, com 7.852 emplacamentos. Os números são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave. Nesta próxima quinta-feira (6), a Volksawagen lança a linha 2021 do T-Cross

O resultado mostra a força do segmento dos veículos utilitários esportivos (SUV) compactos no mercado nacional. No acumulado do ano, o T-Cross acumula 30.806 unidades, o quinto mais vendido no Brasil. Ele supera com boa folga o rival Jeep Renegade, que acumula 25.444 emplacamentos, o 9º mais vendido. Apesar do efeitos econômicos da pandemia da Covid-19, esse segmento parece não ter problemas em encontrar clientes dispostos a pagar até mais de R$ 110 mil nas versões mais caras dos SUVs compactos.

Essa retomada com foco nos SUVs se destaca também com o Chevrolet Tracker, que fechou julho como quarto mais vendido com 6.070 unidades e o médio Jeep Compass, com 4.786 emplacamentos, o sexto da lista. Todos esses citados estão na frente de carros compactos e mais baratos como o Volkswagen Gol e o Renault Kwid, novo e décimo mais vendidos respectivamente.

Os bons números dos SUVs vão de encontro com a retomada das vendas na indústria automobilística apontada pela Fenabrave. Segundo a entidade, considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) as vendas registraram crescimento de 43,61% em julho, na comparação com junho deste ano. Foram emplacadas 279.103 unidades, em julho, contra 194.345 no mês anterior.

Porém, quando os número deste ano são comparados a 2019, sem a pandemia, o mercado aponta para retração de 33,67%. No acumulado de janeiro a julho de 2020, a indústria emplacou 1.504.731 veículos emplacados. N mesmo período de 2019 foram emplacadas 2.268.385 unidades.
“Independentemente de termos tido dois dias úteis a mais em julho (23) em relação a junho (21), podemos observar que o mercado vem, gradativamente, se ajustando ao ‘novo normal’ e o índice de confiança começa a melhorar, principalmente, quando vemos uma retração menor do que a esperada nos números de desemprego e melhores níveis de aprovação cadastral para financiamento de veículos”, destacou Alarico Assumpção Jr, presidente da Fenabrave.

TOP 30 automóveis mais vendidos em Julho de 2020

1º VW/T CROSS 10.211
2º GM/ONIX 9.716
3º HYUNDAI/HB20 7.852
4º GM/TRACKER 6.070
5º GM/ONIX PLUS 5.205
6º JEEP/COMPASS 4.786
7º FIAT/ARGO 4.756
8º JEEP/RENEGADE 4.735
9º VW/GOL 4.427
10º RENAULT/KWID 4.274
11º FORD/KA 4.259
12º HYUNDAI/CRETA 4.017
13º VW/POLO 3.610
14º FIAT/MOBI 3.487
15º TOYOTA/COROLLA 3.265
16º VW/VIRTUS 2.642
17º NISSAN/KICKS 2.418
18º HONDA/HR-V 2.377
19º FORD/KA SEDAN 2.253
20º FORD/ECOSPORT 2.078
21º HYUNDAI/HB20S 2.031
22º RENAULT/SANDERO 2.005
23º GM/SPIN 1.831
24º VW/FOX/CROSS FOX 1.776
25º VW/VOYAGE 1.673
26º FIAT/UNO 1.547
27º RENAULT/DUSTER 1.422
28º TOYOTA/YARIS HB 1.415
29º RENAULT/CAPTUR 1.388
30º FIAT/CRONOS 1.337

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Indústria 4.0: Volkswagen Nivus é o primeiro projeto da marca feito 100% digital

Marca alemã reduziu para 10 meses o tempo de projeto graças a recursos de inteligência artificial e impressoras 3D. Desenvolvido no Brasil, Volkswagen Nivus será vendido na Europa

Desenvolvido no Brasil, Volkswagen Nivus será fabricado na Espanha em 2021

Thiago Ventura

Marca alemã começou a fabricar em São Bernardo do Campo (SP) as primeiras unidades para comercialização do inédito Nivus, veículo utilitário esportivo (SUV) compacto com estilo coupé.  O lançamento, que ainda não teve o preço revelado, é exemplo da indústria 4.0  nas montadoras de veículos. Segundo a marca, o tempo de projeto do carro foi reduzido de dois anos e meio a apenas dez meses.

Desenvolvido no Brasil, o carro teve seu projeto testado de forma digital, ao invés da fabricação de unidades em clay, um tipo especial de argila. Em projetos anteriores eram feitos de oito a dez unidades em clay.

“Foi tudo digital, inclusive o desenvolvimento das peças. É uma revolução histórica”, afirma Di Si, presidente da Volkswagen na América do SulO próprio lançamento do carro também foi digital em forma de live. Segundo a marca, foram 130 mil acessos  de concessionários, fornecedores, jornalistas e consumidores do Brasil e de outros 56 países.

O projeto do Volkswagen Nivus agradou a matriz alemã e o SUV coupé será produzido na Espanha no próximo ano.   A filial brasileira vai exportar o software da central de multimídia, outro produto de criação local que poderá ser configurado de acordo com as demandas locais.

Projeto 100% digital

O desenvolvimento do Nivus foi feito no Laboratório de Protótipo Virtual e a marca aponta para uma economia de 65% de custos em relação a projetos anteriores. Mesmo sendo um projeto global,em função da tecnologia, foi possível que mais de 70% das simulações ocorressem no Brasil virtualmente. No caso padrão ‘mulas’ do carro são enviadas a diferentes lugares do mundo para testar itens como segurança veicular, acústica, plataforma etc.

O laboratório utilizou ferramentas da indústria 4.0, como impressoras 3D e processos digitalizados, com alto nível de automação e inteligência artificial.  Além do projeto do carro, esse conceito de indústria também foi aplicado para antecipar a linha de montagem.

Os engenheiros analisaram de modo virtual todas as fases do processo produtivo, prevendo a  ergonomia e disposição dos equipamentos para maximizar a produção, antes mesmo de implementar a parte física da planta.  Isso é feito através de óculos de realidade virtual, roupa e luvas capazes de digitalizarem o movimento do homem para dentro do ambiente virtual e um projetor tridimensional que permite a várias pessoas ao mesmo tempo avaliar o processo em um ambiente 3D.

Nivus 2021

O Volkswagen Nivus 2021 tem 4.266 mm de comprimento, 1.757 mm de largura, 1.493 mm de altura e 2.566 mm de distância entre-eixos. O porta-malas oferece espaço de 415 litros.  A abertura da tampa do porta-malas pode ser feita por um dos ‘botões virtuais’ doa central multimídia VW Play.

O carro será vendido apenas com motor 1.0 turbo 200 TSI (família EA211) de três cilindros, flexfuel e com injeção direta de combustível. Este propulsor entrega até 128 cv (94 kw) de potência máxima e 200 Nm de torque, quando abastecido com etanol. A transmissão é automática de seis marchas. O motor 200 TSI é produzido na fábrica de São Carlos (SP) e equipa atualmente os modelos Polo, Virtus e T‑Cross. (Com AE e VW)

Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos  (Fotos: Thiago Ventura)

Na casa dos R$ 100 mil, Volkswagen Polo GTS chega ao mercado

Hot hatch alemão ganha motor 1.4 turbo de 150 cv e transmissão automática de seis marchas. Mas a VW cobra muito caro pelo Polo GTS

Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos (Fotos: Thiago Ventura)
Modelo faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos (Fotos: Thiago Ventura)

Thiago Ventura

A Volkswagen lançou no mercado a nova versão esportiva Polo GTS (Gran Turismo Sport). O carro já está nas concessionárias, como já mostramos. Vem com bloco 1.4 TSI turbo de 150 cv a 4.500 rpm e 250 Nm de torque já a 1.500 rpm acoplado com a transmissão automática de seis marchas, com borboletas atrás do volante. Segundo a marca, faz de 0-100 km / h em 8,4 segundos e velocidade máxima de 207 km / h. O irmão sedã Virtus GLS chega em fevereiro.


O visual é marcado por para-choque exclusivo, grade com padronagem de colmeia e faróis Full LED, unidos por um filete vermelho. O conjunto tem assinatura de luz formando um C. Logos ‘GTS’ ornam grade, tampa do porta malas e badges nas laterais. Além disso, rodas exclusivas 17″ e detalhes em black piano, com os retrovisores e o aerofólio.

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube8

O interior, como de costume, exibe detalhes em vermelho e costuras nessa cor com volante revestido em couro e na alavanca de câmbio. Os bancos dianteiros tem o logo GLS aplicado em alto relevo: são no formato concha e parcialmente revestidos em couro. Pedaleiras cromadas também completam o visual.

O Polo GTS vem de série com ar-condicionado digital Climatronic, sistema de alarme com comando remoto, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, painel Active Info Display, sistema infotainment Discover Media, computador de bordo, e câmera traseira, dentre outros.

Inclui ainda chave presencial com partida por botão, airbags laterais, assistente de partida em rampa, controle automático de velocidade e saídas de ventilação para fileira de trás e detector de fadiga. Vem também com start-stop, lanternas escurecidas e seletor de modos de condução, equipamentos inéditos na linha.

Volkswagen Polo GTS 2020 - foto Thiago Ventura - Carro Esporte Clube3

Completo, como esse da foto, custa R$ 103.440, valor que inclui o pacote Beats Sound (dois tweeters, subwoofer e amplificador, divisória ajustável do porta-malas e rede para bagagens) que custa R$ 2.400 + pintura metálica cinza por R$ 1.570.

O Blog Veículos/Carro Esporte Clube conferiu o carro de perto numa concessionária da Volkswagen em Belo Horizonte. O carro é visualmente muito bonito e conjunto mecânico promete. Porém, preço na casa dos R$ 100 mil contrasta com o amplo uso de plástico duro no painel e banco de materiais (tecido e couro) muito simples.

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Volkswagen Golf Variant deixa de ser vendido no Brasil

Perua deixa de ser oferecida no Brasil, num mercado cada vez mais dominado pelos utilitários-esportivos 

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Mais uma vítima da moda dos SUV, a perua do Golf deixa de ser importada para o Brasil. A VW não confirmou o motivo, mas é claro, ela seria canabalizada pelo T-Cross.

Um dos modelos mais bonitos e acertados do segmento, a Volkswagen Golf Variant era vendida no Brasil nas versões Comfortline e Highline, ambas equipadas com motor 1.4 TSI de 150 cv e 25o Nm de torque e transmissão automática de seis marchas.

A demanda pelo modelo, cujo segmento está em extinção, vinha muito baixa. Ao longo de todo o ano passado, apenas 503 unidades da perua foram emplacadas no país. Em janeiro deste ano, as vendas do modelo não passaram de 45 exemplares.

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Golf ameaçado?

Enquanto a perua derivada do modelo deixa de ser vendida no Brasil, o próprio hatch está ameaçado! A Volkswagen suspendeu a produção do modelo em São José dos Pinhais (PR). A marca alemã informa que essa ação é apenas temporária.

Fato é que o segmento dos hatches médios também está em declínio. O 308 deixou der importado par ao Brasil e o Focus também foi descontinuado.

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Volkswagen T-Cross: marca inicia pré-venda do SUV no Brasil

Inédito SUV compacto terá motores turbo e preços entre R$ 84,9 e R$ 109,9 mil. Volkswagen T-Cross disputará vendas com Jeep Renegade e Honda HR-V

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Por Thiago Ventura

Marca alemã lançou nesta terça-feira a pré-venda de seu inédito SUV compacto. Ao contrário do que a imprensa noticiou (inclusive a gente), o preço inicial do T-Cross será R$ 84,8 mil, caso da versão com motor 1.0 turbo com transmissão manual.
Para a ação de pré-venda, a VW disponibilizou 400 unidades da versão Comfortline e 400 da topo de linha Highline. Para garantir o modelo, o interessado deve pagar R$ 5 mil de sinal.

Quem optar pelo Comfortline, vai ganhar um cooler de brinde; no Highline, o cooler e uma bicicleta dobrável que cabe no porta-malas. Além disso, a marca promete condições especiais de financiamento direto na fábrica.

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O site para reservas é https://prevendatcross.vw.com.br/reserva

Produzido em São José dos Pinhais (PR), o T-Cross nacional é maior que o europeu (que mostramos nas fotos anteriores): mede 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (10 mm mais alto que o europeu). A distância entre os eixos é de 2.651 mm (88 mm a mais). O porta-malas tem capacidade para 373 litros com o banco em sua posição normal e 420 litros com o encosto do banco traseiro reclinado.
Será vendido com dois motores: 1.4 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW), com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm). Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis.

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Nas versões iniciais, motor 1.0 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm.
O modelo chega ao mercado em abril. Ele vai competir com Honda HR-V, Hyundai Creta, Jeep Renegade, Ford EcoSport e Nissan Kicks, entre outros.

Tabela de Preços: Volkswagen T-Cross

T-Cross 200 TSI – R$ 84.990

T-Cross 200 TSI Automático – R$ 94.490

T-Cross Comfortline 200 TSI Automático – R$ 99.990

T-Cross Highline 250 TSI Automático – R$ 109.990

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Recall: Volkswagen vai recomprar veículos no Brasil

Marca alemã vendeu modelos pré-série, não homologados para a venda ao público. VW vai pagar 100% na tabela Fipe nos carros

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Um recall inusitado da montadora alemã  vai recomprar veículos usados, fabricados entre 2009 e 2017. É isso mesmo! O chamado envolve 194 unidades dos seguintes veículos: os nacionais Golf, Up!, Fox, CrossFox, Saveiro, Gol, Parati, Voyage, os antigos Polo e Polo Sedan e os importados Passat, Passat Variant, Tiguan e CC.

A Vokswagen vai oferecer aos proprietários o 100% do valor da tabela Fipe. O proprietário não é obrigado a vender o veículo, mas caso não queira, terá que assinar um termo de compromisso.

O que aconteceu com os veículos? É que a marca acabou vendendo por engano modelos “pré-série”, que não estavam homologados para a venda ao público. Esses veículos são fabricados para fotos e vídeos publicitários, testes de produção, treinamento da rede, atividades internas e eventos de lançamento e podem vir com peças e detalhes fora das especificações.

Isso pode ser desde algum elemento estético (frisos, adesivos, faróis, cor exclusiva), até peças importantes como correia, rolamentos, cabos, suporte do motor… Os carros também podem ter sido equipados com peças compatíveis de outros modelos. Como seria bem mais difícil identificar qual peça está com inconformidade de cada unidade, a VW achou melhor comprá-los e sucateá-los.

Dessa forma, não dá para saber se o recall inclui alguma falha perigosa que coloca em risco os ocupantes ou se é algum detalhe completamente irrelevante. Assim, de acordo com cada caso, o proprietário pode fazer um bom negócio, como vender um usado em péssimo estado e receber 100% da Fipe ou mesmo manter o carro que se tornará objeto de colecionador no futuro!

Para saber se o seu modelo está envolvido, entre no site da VW ou ligue 0800 019 8866.

 

Confira os chassis (não sequenciais) envolvidos no recall

MODELO ANO-MODELO CHASSIS NÃO SEQUENCIAIS
Volkswagen Touareg 2013 e 2015  WVGVF67P7DD011212
Touareg 2013 e 2015  WVGVF67P0DD011214
Touareg 2013 e 2015   WVGVF67P9FD000280
Touareg 2013 e 2015  WVGVE67P3FD004165
Touareg 2013 e 2015  WVGVF67P5FD004388
Volkswagen CC 2013 e 2016  WVWBC63C7DE519774
CC 2013 e 2016  WVWBC63C2DE520427
CC 2013 e 2016  WVWBC63C8DE521226
CC 2013 e 2016   WVWBD63C2GE508067
Volkswagen Passat 2013 WVWMG83C7DP009759
Passat 2013 WVWMG83C0DP010154
Passat Variant 2013 WVWRG83C6DE019104
Volkswagen Tiguan 2013 e 2015 WVGSV65N4DW014306
Tiguan 2013 e 2015 WVGSV65N3DW519611
Tiguan 2013 e 2015 WVGSV65NXFW016449
Volkswagen Golf 2015, 2016 e 2017 FW094744 até H4000452
Up! 2014 ET500039 até ET500077
Fox e CrossFox 2015, 2016, 2017 e 2018 F4001762 até J4000040
Saveiro 2009, 2015, 2017 e 2018 9P082682 até JP100759
Volkswagen Polo 2009, 2010, 2011 e 2014  9BWAB49N69P019666
Polo 2009, 2010, 2011 e 2014  9BWAB49N79P020017
Polo 2009, 2010, 2011 e 2014  9BWAE49N8AP000001
Polo 2009, 2010, 2011 e 2014  9BWDB49N0BP000002
Polo 2009, 2010, 2011 e 2014  9BWAB49N5EP000004
Volkswagen Polo Sedan 2009 e 2014 9BWJB49NX8P038428
Polo Sedan 2009 e 2014 9BWJB49N28P038679
Polo Sedan 2009 e 2014 9BWDE49N79P000015
Polo Sedan 2009 e 2014 9BWDB49N7EP000003
Volkswagen Gol 2010, 2011, 2014 e 2016 AP012368 até GP185049
Parati 2009 e 2011  9BWGB45W69P083389
Parati 2009 e 2011  9BWGB05W3BP000001
Parati 2009 e 2011  9BWGB05W0BP025342
Volkswagen Voyage 2010  9BWDB05U0AT034050
Voyage 2010   9BWDA45U5AT035060
Voyage 2010  9BWDB45U4AT039887

 

Nova geração das picapes médias será criada pela Ford.

Ford e Volkswagen fazem parceria global para criar novos modelos

No acordo, a Ford vai projetar e construir picapes médias para ambas as empresas, que devem chegar ao mercado já em 2022

Nova geração das picapes médias será criada pela Ford.
Nova geração das picapes médias será criada pela Ford.

A Volkswagen AG e a Ford Motor Company anunciaram nessa terça (15), no Salão de Detroit, o primeiro acordo de uma ampla aliança. As empresas vão compartilhar investimentos em arquiteturas de veículos que abrangem diferentes capacidades e tecnologias. Elas pretendem desenvolver vans comerciais e picapes médias para os mercados globais já a partir de 2022! O acordo foi anunciado pelo CEO da Volkswagen, Dr. Herbert Diess, e o CEO da Ford, Jim Hackett.

Em outra frente, Volkswagen e a Ford assinaram um memorando de intenções para estudar a colaboração em veículos autônomos, serviços de mobilidade e veículos elétricos e iniciaram o aproveitamento de oportunidades.

Entre os veículos que terão projetos compartilhados, destacam-se da Volks as linhas Transporter, Caddy e Amarok, enquanto a americana tem a família Ford Transit e a Ranger. O volume total de veículos comerciais leves das empresas em 2018 somou cerca de 1,2 milhão de unidades globalmente.

O CEO da Ford, Jim Hackett e o O CEO da Volkswagen, Dr. Herbert Diess.
O CEO da Ford, Jim Hackett e o O CEO da Volkswagen, Dr. Herbert Diess.

“Ao longo do tempo, essa aliança vai ajudar ambas as empresas a criar valor e atender as necessidades de nossos clientes e da sociedade”, disse Hackett. “Ela vai não só trazer eficiências importantes e ajudar ambas as empresas a melhorar seu desempenho, mas também nos dará a oportunidade de ajudar a formar a próxima era da mobilidade.”

Diess acrescentou: “A Volkswagen e a Ford vão combinar seus recursos, capacidade de inovação e posições de mercado complementares para melhor atender milhões de consumidores ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, a aliança servirá como pilar para a nossa meta de aumento da competitividade.”

No acordo, a Ford vai projetar e construir picapes médias para ambas as empresas, que devem chegar ao mercado já em 2022. Para ambas as marcas, a Ford pretende projetar e construir vans comerciais maiores para os consumidores europeus, enquanto a Volkswagen vai desenvolver e construir uma van urbana.

Ou seja, VW e Ford vão shipar seus modelos para a próxima geração das picapes médias. A Rangerok vem aí!

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Volkswagen Jetta 2019 chega ao mercado a partir de R$ 109 mil

Modelo será vendido em duas versões com motor 1.4 TSI Flex (150 cv e 250 Nm), associado à transmissão automática de seis marchas.

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Por Thiago Ventura

Nova geração do Jetta chega ao Brasil importada do México. O blog Veículos DomTotal flagrou o sedã na semana anterior ao lançamento. O carro traz o atual DNA de Design da Volkswagen, com traços “limpos”, com ênfase em linhas horizontais. Produzido em Puebla, o modelo será vendido nas versões Comfortline 250 TSI e R-Line 250 TSI. Nas duas configurações, a motorização utilizada é a 1.4 TSI Flex (150 cv e 250 Nm), associada à transmissão automática de seis marchas.

O Novo Jetta é oferecido em seis opções de cor: três sólidas (Branco Puro, Preto Ninja e Vermelho Tornado), duas metálicas (Prata Snow e Cinza Platinum) e uma perolizada (Preto Mystic). O modelo conta com três anos de garantia de fábrica, sem limite de quilometragem, e tem as três primeiras revisões gratuitas!

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O novo Jetta cresceu em todas as direções. É mais longo, largo e alto. O carro mede 4.702 milímetros (mm) de comprimento – 43 mm maior do que a geração anterior. A largura é de 1.799 mm (+21 mm) e a altura é de 1.474 mm (+1 mm). O entre-eixos é de 2.688 mm. O porta-malas manteve os 510 litros de capacidade.

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O interior é todo novo com o cockpit focado no motorista. Os instrumentos e o sistema de infotainment são orientados de forma horizontal e proporcionam fácil leitura. Na versão R-Line (fotos), oferece rodas de 17” estilo “Viper” e espelhos retrovisores pintados em preto. O teto do Novo Jetta R-Line também é pintado de preto.

O Novo Jetta Comfortline traz rodas de 17 polegadas estilo “Polanko” com pneus 205/55 R17, câmera traseira para auxílio ao estacionamento, sistema Kessy (chave presencial) e espelho retrovisor interno eletrocrômico. O modelo conta, também de série, com o sistema de seleção do perfil de condução e iluminação ambiente ajustável em 10 tonalidades.

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Além do visual exclusivo e de todos os equipamentos da versão Comfortline, o R-Line tem como itens de série o Active Info Display (painel digital), controlador automático de velocidade (ACC), Front Front Assist, Detector de Fadiga e regulagem automática do farol alto.

Tabela de Preços

Jetta 1.4 Comfortline – R$ 109.990
Jetta 1.4 R-Line – R$ 119.990

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Marca já faz o treinamento com sua rede de concessionários.

Flagramos o novo Volkswagen Jetta 2019

Sedã-médio chega ao mercado em outubro para brigar com Civic e Corolla. Volkswagen Jetta 2019 será importado do México

Marca já faz o treinamento com sua rede de concessionários.
Marca já faz o treinamento com sua rede de concessionários. Fotos: Thiago Ventura/DomTotal

Por Thiago Ventura

Nossa reportagem flagrou a nova geração do sedã médio praticamente sem disfarces em Belo Horizonte! O carro chega no fim deste mês ao Brasil e a marca já faz o treinamento com sua rede de concessionários.

No local, havia também unidades dos líderes Toyota Corolla e Honda Civic: vendedores e gerentes das revendas VW faziam teste drive tanto no novo Jetta como nos demais, provavelmente para apontar pontos positivos do novato alemão.

Coluna C faz parecer que o carro é um coupé de quatro portas
Coluna C faz parecer que o carro é um coupé de quatro portas

O carro será vendido em duas versões, Comfortline e Highline. Na de entrada, o Jetta exibe quadro de instrumentos convencional; na completa, cluster digital (não sabemos se será de série ou opcional). Antes de conseguirmos fazer mais imagens, fomos “convidados” a nos retirar.

Visual

O Jetta 2019 é produzido na nova plataforma MQB, oferecendo design mais bold e ganhando mais espaço para passageiros. A distância entre eixos subiu para 2,68 m, ante os 2,65 de até então.
Nos EUA  ganhou mais equipamentos de segurança como : Front Assist, alerta de ponto cego com monitor de tráfego cruzado, Adaptive Cruise Control, alerta de saída de faixa e Light Assist. Resta saber se teremos tais itens no Brasil.

Na dianteira, o sedã tem alguns elementos que lembram o Arteon, enquanto na lateral a Volkswagen alterou a caída da coluna C para que o modelo tivesse um pegada de coupé de quatro portas.

O Jetta segue importado do México, e terá opção pelo motor turbo 1.4 TSI flex de 150 cavalos, e o 2.0 TSI  de 220 cavalos. A transmissão será automática de seis marchas.

Que tal, gostou?

Nova geração tem design bold.
Nova geração tem design bold.

 

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Versão Comfortline terá rodas 17"
Versão Comfortline terá rodas 17″

 

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