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Sempre um Papo recebe Sergio Rodrigues

13/08/2019 08:19:41
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Sergio Rodrigues Sempre um papo

O premiado autor do romance “O Drible” e de “Viva a Língua Brasileira!”, Sérgio Rodrigues, é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do livro “A visita de João Gilberto aos Novos Baianos”. Nos contos, o escritor brinca com coisa séria. Depois de presenciar um encontro mitológico no céu da MPB, o leitor vai para a cama com Machado de Assis e acompanha um desfile de histórias cheias de graça, prosa afiada, erudição literária e cultura pop. O evento será no dia 13 de agosto, terça-feira, às 19h30, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, com entrada gratuita.

Em “A Visita de João Gilberto aos Novos Baianos”, o prazer de contar histórias sobre histórias é o antídoto à alardeada perda de potência da literatura em nosso tempo. Assim, a história do mundo pode caber em treze tweets, tornamo-nos cúmplices de uma farsa erótica ambientada na Vila Rica dos inconfidentes e espiamos pela fechadura a intimidade de um famoso personagem machadiano.

No conto que abre e nomeia o livro, fantasia pop inspirada no encontro real entre o gênio da bossa nova e os jovens hippies liderados por Moraes Moreira, vislumbra-se uma síntese da contribuição original que a arte brasileira pode dar ao mundo: metade precisão rigorosa, metade delírio e festa. Os mesmos ingredientes podem ser encontrados na prosa entre o culto e o popular que anima um livro dividido em três partes, como um LP impossível. No Lado A ficam as narrativas mais clássicas. O Lado B é dedicado aos fragmentos de um experimentalismo que examina com humor ferino, mas sem perder a ternura, os cacos restantes das velhas catedrais literárias e suas vaidades autorais na era da internet. Fecha o volume a deliciosa novela “Jules Rimet, meu amor”, publicada em 2014 como e-book.

“O livro que você tem nas mãos não é conto, não é romance, não é tese e nem folhetim, é tudo isso misturado. Um ato de desobediência e teimosia de um baita escritor. A literatura está morta, viva a literatura!”, disse Fernanda Torres.

“O húngaro que jogou com Puskas e as desventuras da taça Jules Rimet, uma festa baiana, a outra inconfidência mineira, os caprichos da escrita – em histórias saborosas e irresistíveis, Sérgio Rodrigues faz o que quer com as palavras, sempre com graça e densidade, leveza e humor.”, escreveu Cristovão Tezza.

Sérgio Rodrigues nasceu em 1962, é escritor, crítico literário e jornalista. Mineiro que adotou o Rio de Janeiro, é autor, entre outros, do romance O drible (vencedor do prêmio Portugal Telecom, atual Oceanos) e do almanaque Viva a língua brasileira!, e organizador da antologia Cartas brasileiras, todos publicados pela Companhia das Letras. Em 2011, ganhou o Prêmio Cultura do Governo do Estado do Rio pelo conjunto de sua obra.

Sempre Um Papo com Sérgio Rodrigues
Dia 13 de agosto, terça-feira, às 19h30, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes – Avenida Afonso Pena, 1537, Centro. ENTRADA GRATUITA
Informações: 31 32611501 – www.sempreumpapo.com.br

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Sergio Rodrigues Sempre um papo

O premiado autor do romance “O Drible” e de “Viva a Língua Brasileira!”, Sérgio Rodrigues, é o convidado do Sempre Um Papo para o debate e o lançamento do livro “A visita de João Gilberto aos Novos Baianos”. Nos contos, o escritor brinca com coisa séria. Depois de presenciar um encontro mitológico no céu da MPB, o leitor vai para a cama com Machado de Assis e acompanha um desfile de histórias cheias de graça, prosa afiada, erudição literária e cultura pop. O evento será no dia 13 de agosto, terça-feira, às 19h30, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, com entrada gratuita.

Em “A Visita de João Gilberto aos Novos Baianos”, o prazer de contar histórias sobre histórias é o antídoto à alardeada perda de potência da literatura em nosso tempo. Assim, a história do mundo pode caber em treze tweets, tornamo-nos cúmplices de uma farsa erótica ambientada na Vila Rica dos inconfidentes e espiamos pela fechadura a intimidade de um famoso personagem machadiano.

No conto que abre e nomeia o livro, fantasia pop inspirada no encontro real entre o gênio da bossa nova e os jovens hippies liderados por Moraes Moreira, vislumbra-se uma síntese da contribuição original que a arte brasileira pode dar ao mundo: metade precisão rigorosa, metade delírio e festa. Os mesmos ingredientes podem ser encontrados na prosa entre o culto e o popular que anima um livro dividido em três partes, como um LP impossível. No Lado A ficam as narrativas mais clássicas. O Lado B é dedicado aos fragmentos de um experimentalismo que examina com humor ferino, mas sem perder a ternura, os cacos restantes das velhas catedrais literárias e suas vaidades autorais na era da internet. Fecha o volume a deliciosa novela “Jules Rimet, meu amor”, publicada em 2014 como e-book.

“O livro que você tem nas mãos não é conto, não é romance, não é tese e nem folhetim, é tudo isso misturado. Um ato de desobediência e teimosia de um baita escritor. A literatura está morta, viva a literatura!”, disse Fernanda Torres.

“O húngaro que jogou com Puskas e as desventuras da taça Jules Rimet, uma festa baiana, a outra inconfidência mineira, os caprichos da escrita – em histórias saborosas e irresistíveis, Sérgio Rodrigues faz o que quer com as palavras, sempre com graça e densidade, leveza e humor.”, escreveu Cristovão Tezza.

Sérgio Rodrigues nasceu em 1962, é escritor, crítico literário e jornalista. Mineiro que adotou o Rio de Janeiro, é autor, entre outros, do romance O drible (vencedor do prêmio Portugal Telecom, atual Oceanos) e do almanaque Viva a língua brasileira!, e organizador da antologia Cartas brasileiras, todos publicados pela Companhia das Letras. Em 2011, ganhou o Prêmio Cultura do Governo do Estado do Rio pelo conjunto de sua obra.

Sempre Um Papo com Sérgio Rodrigues
Dia 13 de agosto, terça-feira, às 19h30, na sala Juvenal Dias do Palácio das Artes – Avenida Afonso Pena, 1537, Centro. ENTRADA GRATUITA
Informações: 31 32611501 – www.sempreumpapo.com.br

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