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3% | Terceira Temporada

12/06/2019 19:10:38
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Terceira temporada mantém o nível alto e não decepciona

3% crítica terceira temporada

Primeira produção brasileira original da Netflix, 3% está de volta com sua terceira temporada, que estreou no dia último dia 07. O seriado de drama e ficção científica é um sucesso de audiência (inclusive internacional) e os fãs não se decepcionaram, já que os diretores e produtores entregaram uma excelente nova temporada, mantendo o nível elevado das anteriores.

O foco dessa vez não está no prédio do Processo ou no Maralto, mas sim na Concha, um local planejado e construído por Michele (Bianca Comparato) e Fernando (Michel Gomes) como uma alternativa ao Lado de Lá, um alívio para as pessoas do cada vez mais decadente Continente (ou Lado de Cá).

A Concha, localizada no meio do deserto, é autossuficiente, produzindo água a partir de um coletor que fica no topo do prédio, e os problemas todos começam quando uma inoportuna tempestade de areia o destrói, comprometendo a sobrevivência tanto do prédio, como das pessoas que lá se encontravam.

3% crítica terceira temporada

Mas antes disso, todos os nossos conhecidos nos são reapresentados, com exceção de Fernando, que morreu tentando recrutar pessoas para a Concha. Assim, começamos com Joana (Vaneza Oliveira), ainda muito revoltada com o Maralto e com seus antigos companheiros de Processo. Rafael (Rodolfo Valente), agora com uma barba bem grande e por fazer, foi para a Concha depois de ter fugido do Lado de Lá com Elisa (Thais Lago), mais por sobrevivência do que por vontade, e só faz beber e dormir. Mas a grande surpresa foi ver que Marco (Rafael Lozano), também estava lá, dócil e trabalhador. Glória (Cynthia Senek), a pessoa mais inconstante de toda a história, é uma das principais ajudantes de Michele, que agora é chamada de Fundadora, assim como o jovem Xavier (Fernando Rubro), uma das caras novas que aparecem e que se mostrou o personagem mais chato do seriado…

Logo percebemos que o Maralto não está nem um pouco feliz com o sucesso da Concha, uma vez que a autossuficiência do lugar estava começando a minar a sua longa dominação sobre o Continente e, por falar nisso, é instigante conhecer por flashbacks a nova parte da história do Casal Fundador Vitor (Sílvio Guidnane) e Laís (Fernanda Vasconcellos), e também a verdadeira origem da Causa.

3% terceira temporada

A parte do Maralto, aliás, dessa vez está bem focada na comandante Marcela (Laila Garin) e em sua relação com o pai, Leonardo, interpretado por (vejam só!) Ney Matogrosso, que nos deu o prazer de sua ilustre presença em algumas cenas; e também em André (Bruno Fagundes), irmão de Michele, que foi perdoado por seus crimes e agora é membro importante da Divisão.

O roteiro é todo muito bem construído para mostrar a personalidade de cada personagem, muitas das quais estão escondidas em tempos de paz e prosperidade, mas acabam se revelando quando a situação se complica, e a temporada é toda um prato cheio para conhecimento sobre política, liderança e democracia.

Um dos pontos altos também é a trilha sonora, que continua excelente e contribui para a boa produção que foi essa terceira parte, que conta com oito episódios.

Aguardamos ansiosos pela quarta temporada, em que parece que André se tornará o grande vilão da história…

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Terceira temporada mantém o nível alto e não decepciona

3% crítica terceira temporada

Primeira produção brasileira original da Netflix, 3% está de volta com sua terceira temporada, que estreou no dia último dia 07. O seriado de drama e ficção científica é um sucesso de audiência (inclusive internacional) e os fãs não se decepcionaram, já que os diretores e produtores entregaram uma excelente nova temporada, mantendo o nível elevado das anteriores.

O foco dessa vez não está no prédio do Processo ou no Maralto, mas sim na Concha, um local planejado e construído por Michele (Bianca Comparato) e Fernando (Michel Gomes) como uma alternativa ao Lado de Lá, um alívio para as pessoas do cada vez mais decadente Continente (ou Lado de Cá).

A Concha, localizada no meio do deserto, é autossuficiente, produzindo água a partir de um coletor que fica no topo do prédio, e os problemas todos começam quando uma inoportuna tempestade de areia o destrói, comprometendo a sobrevivência tanto do prédio, como das pessoas que lá se encontravam.

3% crítica terceira temporada

Mas antes disso, todos os nossos conhecidos nos são reapresentados, com exceção de Fernando, que morreu tentando recrutar pessoas para a Concha. Assim, começamos com Joana (Vaneza Oliveira), ainda muito revoltada com o Maralto e com seus antigos companheiros de Processo. Rafael (Rodolfo Valente), agora com uma barba bem grande e por fazer, foi para a Concha depois de ter fugido do Lado de Lá com Elisa (Thais Lago), mais por sobrevivência do que por vontade, e só faz beber e dormir. Mas a grande surpresa foi ver que Marco (Rafael Lozano), também estava lá, dócil e trabalhador. Glória (Cynthia Senek), a pessoa mais inconstante de toda a história, é uma das principais ajudantes de Michele, que agora é chamada de Fundadora, assim como o jovem Xavier (Fernando Rubro), uma das caras novas que aparecem e que se mostrou o personagem mais chato do seriado…

Logo percebemos que o Maralto não está nem um pouco feliz com o sucesso da Concha, uma vez que a autossuficiência do lugar estava começando a minar a sua longa dominação sobre o Continente e, por falar nisso, é instigante conhecer por flashbacks a nova parte da história do Casal Fundador Vitor (Sílvio Guidnane) e Laís (Fernanda Vasconcellos), e também a verdadeira origem da Causa.

3% terceira temporada

A parte do Maralto, aliás, dessa vez está bem focada na comandante Marcela (Laila Garin) e em sua relação com o pai, Leonardo, interpretado por (vejam só!) Ney Matogrosso, que nos deu o prazer de sua ilustre presença em algumas cenas; e também em André (Bruno Fagundes), irmão de Michele, que foi perdoado por seus crimes e agora é membro importante da Divisão.

O roteiro é todo muito bem construído para mostrar a personalidade de cada personagem, muitas das quais estão escondidas em tempos de paz e prosperidade, mas acabam se revelando quando a situação se complica, e a temporada é toda um prato cheio para conhecimento sobre política, liderança e democracia.

Um dos pontos altos também é a trilha sonora, que continua excelente e contribui para a boa produção que foi essa terceira parte, que conta com oito episódios.

Aguardamos ansiosos pela quarta temporada, em que parece que André se tornará o grande vilão da história…

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