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Diligência Escatológica

13/11/2014 13:10:53
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Roteiro Homilético – 16/11/14 – 33º domingo do tempo comum/A

 

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1ª leitura: (Pr 31,10-13.19-20.30-31) A mulher virtuosa – Provérbios apresenta, em vários capítulos, a senhora Sabedoria, uma mulher alegórica. No último capítulo, apresenta o louvor da mulher real, temente a Deus, que encarna na sua vida justa e dedicada as qualidades da sabedoria. Ela encarna a generosidade e providência de Deus. * Cf. Pr 9,1-6; Eclo 26,1- 23[18].

2ª leitura: (1Ts 5,1-6) O Dia do Senhor vem como um ladrão de noite – Os primeiros cristãos se questionavam muito a respeito da Parusia, esperando-a para breve. Paulo diz: não a hora, mas o fato é que importa; ou seja, a realidade da Parusia, da presença de Cristo, deve marcar a nossa vida toda, desde já. Vivamos na sua presença, à sua luz. Então, o “Dia” não virá sobre nós como um ladrão de noite; a hora já não tem importância. * 5,1-3 cf. Lc 12,39-40; Mt 24,36.42-44; 2Pd 3,10; Ap 3,3; Jr 6,14; Lc 21,34-36; Jr 4,31 * 5,4-6 cf. Ef 5,8-9; Rm 13,12-13; 1Pd 1,13; 4,7; 5,8.

Evangelho: (Mt 25,14-30 ou 25,14-15.19-21) Parábola dos talentos – Assim como na parábola das virgens o noivo demorava para chegar, também na parábola dos talentos o proprietário fica muito tempo fora e volta de surpresa. Para os primeiros cristãos, que fazem a experiência da “demora da Parusia”, isso significa que devem trabalhar com os talentos que receberam e não enterrá-los. Não para “merecer o céu” (Mt não gosta dessa ideia farisaica), mas para assumir a causa do Senhor (com seu Reino), por amor a Ele. A recompensa deste serviço fiel é Deus mesmo, a alegria de sua presença. * Cf. Lc 19,11-27; Mc 13,34; Mt 24,45-51; 18,23; 2Cor 5,10; Lc 16,10; Jo 15,11; 17,24; Mt 13,12; Lc 8,18.

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Roteiro Homilético – 16/11/14 – 33º domingo do tempo comum/A

 

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1ª leitura: (Pr 31,10-13.19-20.30-31) A mulher virtuosa – Provérbios apresenta, em vários capítulos, a senhora Sabedoria, uma mulher alegórica. No último capítulo, apresenta o louvor da mulher real, temente a Deus, que encarna na sua vida justa e dedicada as qualidades da sabedoria. Ela encarna a generosidade e providência de Deus. * Cf. Pr 9,1-6; Eclo 26,1- 23[18].

2ª leitura: (1Ts 5,1-6) O Dia do Senhor vem como um ladrão de noite – Os primeiros cristãos se questionavam muito a respeito da Parusia, esperando-a para breve. Paulo diz: não a hora, mas o fato é que importa; ou seja, a realidade da Parusia, da presença de Cristo, deve marcar a nossa vida toda, desde já. Vivamos na sua presença, à sua luz. Então, o “Dia” não virá sobre nós como um ladrão de noite; a hora já não tem importância. * 5,1-3 cf. Lc 12,39-40; Mt 24,36.42-44; 2Pd 3,10; Ap 3,3; Jr 6,14; Lc 21,34-36; Jr 4,31 * 5,4-6 cf. Ef 5,8-9; Rm 13,12-13; 1Pd 1,13; 4,7; 5,8.

Evangelho: (Mt 25,14-30 ou 25,14-15.19-21) Parábola dos talentos – Assim como na parábola das virgens o noivo demorava para chegar, também na parábola dos talentos o proprietário fica muito tempo fora e volta de surpresa. Para os primeiros cristãos, que fazem a experiência da “demora da Parusia”, isso significa que devem trabalhar com os talentos que receberam e não enterrá-los. Não para “merecer o céu” (Mt não gosta dessa ideia farisaica), mas para assumir a causa do Senhor (com seu Reino), por amor a Ele. A recompensa deste serviço fiel é Deus mesmo, a alegria de sua presença. * Cf. Lc 19,11-27; Mc 13,34; Mt 24,45-51; 18,23; 2Cor 5,10; Lc 16,10; Jo 15,11; 17,24; Mt 13,12; Lc 8,18.

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