Blog TEOLOGIA

Onde a estrela parou

02/01/2015 14:27:09
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Roteiro Homilético – 4 de janeiro / 2015 – Epifania do Senhor/B

 

 

1ª leitura: (Is 60,1-6) Adoração universal em Jerusalém – Por ocasião das deportações que despovoaram a Galileia, em 732 a.C., Is 9,1 anunciou nova luz para aquela região. Duzentos anos depois, um discípulo de Isaías repete a mesma imagem, aplicando-a a Sião, ao povo de Judá que, de volta do exílio, se meteu a reconstruir a cidade e o templo (Is 60,1). “Torna-te luz”, esquece a fadiga e o desânimo, Deus está perto. As nações devolvem a Israel seus filhos e filhas que ainda vivem no estrangeiro, e oferecem suas riquezas ao Deus que realmente salva seu povo. – No N.T., os magos que vêm do Oriente realizam esta profecia; a eles, o Cristo aparece como a misteriosa “luz”. * Cf. Ap 20,10-11.23-24; Is 9,1; 2,1-4; 49,18-21; Sl 72[71],10.
 
2ª leitura: (Ef 3,2-3a.5-6) Os gentios participam também das promessas divinas, em Cristo – As promessas do A.T. se dirigem a Israel. Mas Deus vê mais longe. Isso, já os antigos profetas o sabiam, mas o judaísmo o esqueceu. Até Paulo o aprendeu com surpresa: a revelação do grande mistério, de que também os gentios são chamados à paz messiânica; e a revelação de sua missão pessoal, de levar esta boa-nova aos pagãos. * 3,2-3a cf. Ef 3,7; Cl 1,25-26; Rm 16,25-26 – 3,5-6 cf. 1Pd 1,12; Jo 14,26; Ef 2,12-19; Rm 15,7-13.
 
Evangelho: (Mt 2,1-12) Os magos do Oriente adoram Jesus – No novo povo de Deus, não importa ser judeu ou gentio, importa a fé. O evangelho de Mt termina na missão de evangelizar “todas as nações” (28,18-20), e já no início, os “magos” prefiguram isso. Os doutores de Jerusalém, ao contrário, sabiam onde devia nascer o Messias, mas a estrela da fé não os conduziu até lá. * cf. Nm 24,17; Jo 7,42; Mq 5,1.

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Roteiro Homilético – 4 de janeiro / 2015 – Epifania do Senhor/B

 

 

1ª leitura: (Is 60,1-6) Adoração universal em Jerusalém – Por ocasião das deportações que despovoaram a Galileia, em 732 a.C., Is 9,1 anunciou nova luz para aquela região. Duzentos anos depois, um discípulo de Isaías repete a mesma imagem, aplicando-a a Sião, ao povo de Judá que, de volta do exílio, se meteu a reconstruir a cidade e o templo (Is 60,1). “Torna-te luz”, esquece a fadiga e o desânimo, Deus está perto. As nações devolvem a Israel seus filhos e filhas que ainda vivem no estrangeiro, e oferecem suas riquezas ao Deus que realmente salva seu povo. – No N.T., os magos que vêm do Oriente realizam esta profecia; a eles, o Cristo aparece como a misteriosa “luz”. * Cf. Ap 20,10-11.23-24; Is 9,1; 2,1-4; 49,18-21; Sl 72[71],10.
 
2ª leitura: (Ef 3,2-3a.5-6) Os gentios participam também das promessas divinas, em Cristo – As promessas do A.T. se dirigem a Israel. Mas Deus vê mais longe. Isso, já os antigos profetas o sabiam, mas o judaísmo o esqueceu. Até Paulo o aprendeu com surpresa: a revelação do grande mistério, de que também os gentios são chamados à paz messiânica; e a revelação de sua missão pessoal, de levar esta boa-nova aos pagãos. * 3,2-3a cf. Ef 3,7; Cl 1,25-26; Rm 16,25-26 – 3,5-6 cf. 1Pd 1,12; Jo 14,26; Ef 2,12-19; Rm 15,7-13.
 
Evangelho: (Mt 2,1-12) Os magos do Oriente adoram Jesus – No novo povo de Deus, não importa ser judeu ou gentio, importa a fé. O evangelho de Mt termina na missão de evangelizar “todas as nações” (28,18-20), e já no início, os “magos” prefiguram isso. Os doutores de Jerusalém, ao contrário, sabiam onde devia nascer o Messias, mas a estrela da fé não os conduziu até lá. * cf. Nm 24,17; Jo 7,42; Mq 5,1.

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