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O Reino de Deus está aí

22/01/2015 11:55:00
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Roteiro Homilético – 25 de janeiro / 2015 – 3º Domingo do Tempo Comum/B

 

1ª leitura: (Jn 3,1-5.10) A pregação de conversão de Jonas – No livro de Jonas é mostrado que Deus quer a conversão de todos, e não só do povo de Israel. Por isso, Jonas deve pregar a conversão em Nínive, capital do império dos gentios. Deus oferece como graça o chamado à conversão; quem o aceita é salvo. * 3,1-5 cf. Mt 12,41; Lc 11,32 * 3,10 cf. Gn 6,6; Jr 26,3; 18,7-8.

 

2ª leitura: (1Cor 7,29-31) O “esquema” deste mundo passa – Em 1Cor 7 Paulo responde a perguntas com relação ao casamento. As respostas, cheias de bom senso e sem desprezo algum da sexualidade, revelam um tom de “reserva escatológica”; ou seja: tudo isso não é o mais importante, para quem vive na expectativa da parusia. Porque “o tempo é breve” (7,29), matrimônio ou celibato, dor ou alegria, posse ou pobreza são, num certo sentido, indiferentes: são um “esquema” (literalmente, conforme o grego) que passa. Paulo continua, depois, mostrando o valor de seu celibato como plena disponibilidade para as coisas de Cristo – uma espécie de antecipação da Parusia (7,32). * 7,29 cf. Rm 13,11; 2Cor 6,2.8-10 * 7,31 cf. 1Jo 2,16-17.

 

Evangelho: (Mc 1,14-20) O Reino de Deus está aí: convertei-vos – Mc é o evangelho da “irrupção do Reino de Deus”. Jesus aparece como profeta apocalíptico, anunciando a boa-nova da chegada do Reino e pedindo conversão e fé. Mas ele não apenas anuncia. Ele tem também a “autoridade” (Mc 1,22.27) do Reino, o que se mostra na expulsão de demônios e outros sinais. Ele é o “Filho de Deus” (1,1; 9,7; 15,39; cf. 1,11). Contudo, nem mesmo os discípulos o reconheceram como tal. Somente depois da Ressurreição, entenderiam isso e fariam de Jesus mesmo o conteúdo da “boa-nova” que iam pregar. Para nós, agora, graças ao testemunho deles, fica claro que a atuação de Jesus foi a inauguração do Reino que ele anunciava. Nele, em sua pregação, confirmada por sinais, o Reino tornou-se presente. Por isso, exige conversão e fé (1,15), bem como seguimento incondicional dos que são chamados (1,16-20). * 1,14-15 cf. Mt 4,12-17; Lc 4,14-15; Mc 6,17-18; Dn 7,22; Gl 4,4 * 1,16-20 cf. Mt 4,18-22; Lc 5,1-11.

 

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Roteiro Homilético – 25 de janeiro / 2015 – 3º Domingo do Tempo Comum/B

 

1ª leitura: (Jn 3,1-5.10) A pregação de conversão de Jonas – No livro de Jonas é mostrado que Deus quer a conversão de todos, e não só do povo de Israel. Por isso, Jonas deve pregar a conversão em Nínive, capital do império dos gentios. Deus oferece como graça o chamado à conversão; quem o aceita é salvo. * 3,1-5 cf. Mt 12,41; Lc 11,32 * 3,10 cf. Gn 6,6; Jr 26,3; 18,7-8.

 

2ª leitura: (1Cor 7,29-31) O “esquema” deste mundo passa – Em 1Cor 7 Paulo responde a perguntas com relação ao casamento. As respostas, cheias de bom senso e sem desprezo algum da sexualidade, revelam um tom de “reserva escatológica”; ou seja: tudo isso não é o mais importante, para quem vive na expectativa da parusia. Porque “o tempo é breve” (7,29), matrimônio ou celibato, dor ou alegria, posse ou pobreza são, num certo sentido, indiferentes: são um “esquema” (literalmente, conforme o grego) que passa. Paulo continua, depois, mostrando o valor de seu celibato como plena disponibilidade para as coisas de Cristo – uma espécie de antecipação da Parusia (7,32). * 7,29 cf. Rm 13,11; 2Cor 6,2.8-10 * 7,31 cf. 1Jo 2,16-17.

 

Evangelho: (Mc 1,14-20) O Reino de Deus está aí: convertei-vos – Mc é o evangelho da “irrupção do Reino de Deus”. Jesus aparece como profeta apocalíptico, anunciando a boa-nova da chegada do Reino e pedindo conversão e fé. Mas ele não apenas anuncia. Ele tem também a “autoridade” (Mc 1,22.27) do Reino, o que se mostra na expulsão de demônios e outros sinais. Ele é o “Filho de Deus” (1,1; 9,7; 15,39; cf. 1,11). Contudo, nem mesmo os discípulos o reconheceram como tal. Somente depois da Ressurreição, entenderiam isso e fariam de Jesus mesmo o conteúdo da “boa-nova” que iam pregar. Para nós, agora, graças ao testemunho deles, fica claro que a atuação de Jesus foi a inauguração do Reino que ele anunciava. Nele, em sua pregação, confirmada por sinais, o Reino tornou-se presente. Por isso, exige conversão e fé (1,15), bem como seguimento incondicional dos que são chamados (1,16-20). * 1,14-15 cf. Mt 4,12-17; Lc 4,14-15; Mc 6,17-18; Dn 7,22; Gl 4,4 * 1,16-20 cf. Mt 4,18-22; Lc 5,1-11.

 

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