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Brasileiro CEO da Renault-Nissan é preso por fraude fiscal

19/11/2018 13:15:58
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De mocinho à vilão: Carlos Ghosn tem uma das carreiras mais brilhantes do mercado.
De mocinho à vilão: Carlos Ghosn tem uma das carreiras mais brilhantes do mercado.

Presidente da aliança Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn foi preso nesta segunda no Japão. Ele o diretor Representativo da marca, Greg Kelly, são suspeitos de fraude fiscal.

Investigação aponta que Ghosn e Kelly reportaram valores de compensação nos relatórios da Bolsa de Valores de Tóquio menores do que os reais. Ou seja, eles maquiavam os salários junto às autoridades fiscais japonesas. A prática foi realizada por muitos anos.

A própria Nissan ficou sabendo da denúncia e colaborou com o Gabinete do Ministério Público do Japão. Investigações internas também confirmam as suspeitas. Por conta da prisão dos executivos, a marca japonesa se manifestou por nota.

“Como a má conduta descoberta através de nossa investigação interna constitui clara violações da marca, o diretor Executivo da Nissan, Hiroto Saikawa, proporá ao Conselho de Diretores da Nissan a remoção imediata de Ghosn de seus cargos como Presidente e Diretor Representativo. Saikawa também proporá a remoção de Greg Kelly de sua posição como Diretor Representativo.

A Nissan pede desculpas por causar grande preocupação aos nossos clientes e acionistas. Continuaremos nosso trabalho para identificar nossos problemas de governança e conformidade e tomar as medidas apropriadas”, diz a marca.

A prisão de Ghosn reapresenta um abalo na industria global, que passa de herói a vilão. O  CEO possui uma das carreiras mais brilhantes do mundo dos negócios, e grande responsável pela virada na Nissan nas últimas duas décadas

A Nissan estava à beira da falência e graças ao trabalho do franco-brasileiro de origem libanesa, conseguiu se recuperar. Além de ser presidente da Nissan, Ghosn também é presidente e diretor-executivo da Renault e da Mitsubishi Motors.
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De mocinho à vilão: Carlos Ghosn tem uma das carreiras mais brilhantes do mercado.
De mocinho à vilão: Carlos Ghosn tem uma das carreiras mais brilhantes do mercado.

Presidente da aliança Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn foi preso nesta segunda no Japão. Ele o diretor Representativo da marca, Greg Kelly, são suspeitos de fraude fiscal.

Investigação aponta que Ghosn e Kelly reportaram valores de compensação nos relatórios da Bolsa de Valores de Tóquio menores do que os reais. Ou seja, eles maquiavam os salários junto às autoridades fiscais japonesas. A prática foi realizada por muitos anos.

A própria Nissan ficou sabendo da denúncia e colaborou com o Gabinete do Ministério Público do Japão. Investigações internas também confirmam as suspeitas. Por conta da prisão dos executivos, a marca japonesa se manifestou por nota.

“Como a má conduta descoberta através de nossa investigação interna constitui clara violações da marca, o diretor Executivo da Nissan, Hiroto Saikawa, proporá ao Conselho de Diretores da Nissan a remoção imediata de Ghosn de seus cargos como Presidente e Diretor Representativo. Saikawa também proporá a remoção de Greg Kelly de sua posição como Diretor Representativo.

A Nissan pede desculpas por causar grande preocupação aos nossos clientes e acionistas. Continuaremos nosso trabalho para identificar nossos problemas de governança e conformidade e tomar as medidas apropriadas”, diz a marca.

A prisão de Ghosn reapresenta um abalo na industria global, que passa de herói a vilão. O  CEO possui uma das carreiras mais brilhantes do mundo dos negócios, e grande responsável pela virada na Nissan nas últimas duas décadas

A Nissan estava à beira da falência e graças ao trabalho do franco-brasileiro de origem libanesa, conseguiu se recuperar. Além de ser presidente da Nissan, Ghosn também é presidente e diretor-executivo da Renault e da Mitsubishi Motors.
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