Esporte Seleção Brasileira

09/11/2016 | domtotal.com

Com sete remanescentes, Seleção tenta ignorar 7 a 1 na volta ao Mineirão

Daniel Alves, Thiago Silva, Marcelo, Fernandinho, Paulinho, Neymar e Willian estavam no grupo que ficou marcado pela goleada.

Daniel Alves (dir.) é um dos jogadores que estavam no grupo na pior derrota da história da seleção brasileira.
Daniel Alves (dir.) é um dos jogadores que estavam no grupo na pior derrota da história da seleção brasileira. (CBF)

É impossível esquecer o fatídico jogo entre Brasil e Alemanha pelas semifinais da Copa do Mundo de 2014. E o trauma, todos sabem, não se dá por conta de uma eliminação em casa para aquela seleção que viria a conquistar seu tetracampeonato mundial. E sim pela forma como aconteceu. A equipe comandada por Luiz Felipe Scolari não justificou a história da camisa que vestia no dia 8 de julho daquele ano e envergonhou a todos com uma derrota jamais vista sofrida pela Seleção Brasileira.

Os 7 a 1 e o banho de bola impostos pelos alemães voltam à tona nesta quinta-feira, quando o Brasil, enfim, voltará a pisar no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, palco do maior vexame da Seleção em sua gloriosa história. Cientes desse clima inevitável, os jogadores tentam minimizar esse 'efeito 7 a 1' para que nada atrapalhe o time no desafio contra a Argentina, maior rival do Brasil.

"A torcida pode influenciar muito. A gente sabe que quando a gente joga aqui, com o povo ao nosso lado, é uma coisa. E quando vai jogar fora de casa são partidas muito mais difíceis. Eu, como jogador, prefiro ter a torcida ao nosso lado. A gente foi treinado desde pequeno, a gente tem que saber jogar com essa pressão", comentou o jovem Marquinhos.

Apesar de titular, o zagueiro nunca enfrentou a Argentina no futebol profissional e pouco sabe o que foi vivenciar o 7 a 1. Mas, sete jogadores podem dar essa dimensão ao atual grupo comandado por Tite. Daniel Alves, Thiago Silva, Marcelo, Fernandinho, Paulinho, Neymar e Willian estavam no grupo que ficou marcado pela goleada e agora têm a chance de dar a volta por cima.

"Não passa nenhuma sensação mais do que uma oportunidade de poder voltar aqui, de poder jogar um clássico mundial como Brasil x Argentina. É certo que a gente não pode se esquivar das fatalidades que acontecem nas nossas vidas, mas sou sempre um cara muito positivo. Não posso mudar o passado, então eu mudo o presente. E o presente é esse jogo contra a Argentina. O Passado está feito, foi um grande aprendizado para a gente, para a gente não cometer os mesmos erros. O passado serve para isso", explicou Daniel Alves, com um discurso que talvez se assemelhe ao de um psicólogo.

O lateral direito não entrou em campo contra a Alemanha por opção de Felipão, que preferiu Maicon. Thiago Silva, reserva com Tite, também ficou de fora, mesmo sendo o capitão em 2014, por ter de cumprir suspensão. Dante jogou. E Neymar, com uma grave lesão nas costas, sequer estava no Mineirão. Marcelo e Fernandinho foram titulares contra os alemães, assim como serão nesta quinta. Paulinho entrou no decorrer do jogo justamente na vaga de Fernandinho, assim como William, que substituiu Fred.


Gazeta Esportiva

EMGE

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