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18/06/2019 | domtotal.com

Presidente do Cruzeiro depõe como testemunha e pode virar alvo da Polícia Federal

Esquema investigado pela Polícia Federal pode ter ligação com o Cruzeiro, um dos maiores clubes do Brasil.

Presidente do Cruzeiro tem gestão contestada
Presidente do Cruzeiro tem gestão contestada (Vinnicius Silva/Cruzeiro)

O nome do Cruzeiro ocupa mais uma vez o noticiário policial. O presidente Wagner Pires de Sá prestou depoimento à Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (18) como testemunha em inquérito da Operação Escobar, que investiga lavagem de dinheiro e desvios de recursos para outros dirigentes do clube.  O mandatário ficou quase duas horas na sede da PF do bairro Gutierrez, na Região Oeste de Belo Horizonte. Wagner Pires pode passar a ser investigado.

A PF investiga contratos de honorários com os advogados Carlos Alberto Arges Júnior e Ildeu da Cunha Pereira. A suspeita é de lavagem de dinheiro e desvio do dinheiro para outros dirigentes do clube celeste.

Ao sair da sede da PF, Wagner Pires de Sá foi questionado se o clube mantinha algum tipo de contrato com os advogados investigados. “O Cruzeiro tem contrato com mais de mil advogados”, disse.

Ildeu da Cunha Pereira e o ex-servidor da PF Marcio Antonio Camillozzi Marra foram presos no dia 5 deste mês. Eles estão entre os 18 conselheiros que recebem pagamentos por trabalharem ou prestarem serviços para o Cruzeiro.

A operação Escobar é um desdobramento da Capitu, que prendeu 16 pessoas por suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo Dilma. As investigações contra os acusados tiveram início após a PF encontrar documentos sigilosos da operação Capitu na casa de Andrea Neves.



Redação

EMGE

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