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18/02/2020 | domtotal.com

Professor Jacques Fux, da EMGE, lança livro 'Antiterapias' em Israel

O livro, que foi apoiado pela EMGE, é uma autoficção e aborda a formação eclética do escritor

Professor Jacques Fux ao lado do reitor da EMGE, Franclim Brito
Professor Jacques Fux ao lado do reitor da EMGE, Franclim Brito Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)
O professor Jacques Fux autografou e presenteou a biblioteca da Dom Helder e EMGE com os livros
O professor Jacques Fux autografou e presenteou a biblioteca da Dom Helder e EMGE com os livros Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)
O professor Jacques Fux autografou e presenteou a biblioteca da Dom Helder e EMGE com os livros
O professor Jacques Fux autografou e presenteou a biblioteca da Dom Helder e EMGE com os livros Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico
“Antiterapias” está disponível na biblioteca da Dom Helder e EMGE em português e hebraico Foto (Patrícia Azevedo/NECOM)

Escritor e matemático, o professor da Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE), Jacques Fux, acaba de lançar seu livro “Antiterapias” em Israel. Publicado em 2012 e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura de 2013, o livro o lançou como romancista.

“Um sonho feliz voltar a Israel, agora lançando o meu primeiro romance. Curiosamente, neste livro conto as minhas histórias no período em que morei em Israel”, conta Fux sobre a experiência.

O livro, que foi apoiado pela EMGE, é uma autoficção e aborda a formação eclética do escritor. “Fiz engenharia elétrica, depois matemática, mestrado em computação, doutorado (e alguns pós-doutorados) em Literatura Comparada”.

Em tese, o romance é um testemunho ou “uma sessão de psicanálise” que retrata a vida de um jovem judeu em busca de se inserir na sociedade contemporânea. Escrito em primeira pessoa, o livro faz críticas a história, à religiosidade e à própria vida do personagem, sendo esta “repleta de ironia, iconoclastia, citações e plágios literários desde a tenra infância até seus trinta e três anos”.

“Falo da busca (e as muitas perdas) pelo amor, as questões da Diáspora, do ‘ser judeu’ e a minha formação enquanto leitor e autor. De volta a Israel, visitei muitos lugares e pessoas que apareceram no livro. Muito interessante essa mistura/amálgama entre as memórias, a literatura, o passado escrito e o presente redescoberto”, conta.

Segundo Fux, uma editora israelense comprou os direitos autorais do livro e o traduziu para o hebraico. O processo não é novo para o autor, que já teve outras obras traduzidas para o espanhol e italiano. “A tradutora se chama Dalit Lahav, foi contratada pela editora e fez uma brilhante tradução”, diz.

O autor também produziu os romances “Brochadas: confissões sexuais de um jovem escritor”, “Literatura e Matemática: Jorge Luis Borges, Georges Perec e o OULIPO”, “Meshugá: um romance sobre a loucura”, e o mais recente “Nobel”.


Bárbara Teixeira/NECOM Dom Helder e EMGE

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*O DomTotal é mantido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais (EMGE). Engenharia Civil conceito máximo no MEC.
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