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13/05/2020 | domtotal.com

Laboratório da EMGE distribui álcool 70% para a comunidade acadêmica

O produto antisséptico segue a formulação indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica.
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica. Foto (Arquivo pessoal)
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica.
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica. Foto (Arquivo pessoal)
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica.
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica. Foto (Arquivo pessoal)
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica.
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica. Foto (Arquivo pessoal)
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica.
O antisséptico será distribuído a toda comunidade acadêmica. Foto (Arquivo pessoal)

A pandemia no novo coronavírus está exigindo da sociedade um controle higiênico extremamente rigoroso para minimizar a disseminação da Covid-19, doença provocada pelo vírus. A lavagem das mãos e o uso de álcool em gel tornaram-se essenciais no combate ao micro-organismo. Pensando nisso, o Laboratório da EMGE Escola de Engenharia viabilizou a distribuição do álcool 70% para toda comunidade acadêmica.

A iniciativa foi coordenada pela professora Aline Oliveira e pelo laboratorista Gabriel Soares, seguindo a formulação indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que considera eficiente a utilização de 70% do álcool etílico. Isto é, segundo o Conselho Federal de Química (CFQ), essa é a porcentagem mínima necessária para combater vírus, fungos e bactérias.

Segundo Aline Oliveira, há uma crença de que quanto mais concentrado for o álcool, melhor será sua efetividade. Entretanto, essa informação é falsa, uma vez que “a água é muito importante no processo de higienização. O álcool 70 possui 70% de álcool e 30% de água, concentração ótima para o efeito germicida”, explica a docente. “A desnaturação das proteínas do micro-organismo é mais eficiente na presença de água, já que ela facilita a entrada do álcool na célula do vírus ou bactéria. A água também é útil para retardar a volatilização do álcool, permitindo maior tempo de contato e maior durabilidade ao produto”, completa.

De acordo com a OMS, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Covid-19 é uma doença infecciosa em que seus sintomas mais comuns são tosse, cansaço e febre podendo evoluir para insuficiência respiratória aguda. O vírus se espalha de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas expelidas pelo nariz ou pela boca. Devido ao seu grande poder de disseminação e contágio, a prática da higiene das mãos e respiratória tornou-se imprescindível para o combate à doença.

Ainda segundo o boletim da OMS, o número de casos confirmados da doença no mundo chegou a 4 milhões em 215 países. Mais de 250 mil pessoas já morreram. Somente no Brasil, de acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, já são 177.589 casos confirmados e 12.400 óbitos.


Bárbara Teixeira / Necom Dom Helder e EMGE



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