Coronavírus

16/06/2021 | domtotal.com

EUA supera 600 mil mortos, enquanto Brasil se aproxima de meio milhão

Presidente Joe Biden lamentou a 'triste marca' e pediu aos americanos para se vacinarem

Funcionários transportam corpo de vítima do coronavírus no Kingsbrook Jewish Medical Center, em Nova York
Funcionários transportam corpo de vítima do coronavírus no Kingsbrook Jewish Medical Center, em Nova York (Angela Weiss/AFP)

O número de mortes nos Estados Unidos pela pandemia de Covid-19 superou os 600 mil nesta terça-feira (15), segundo dados da Universidade Johns Hopkins. 

O presidente Joe Biden lamentou a última "triste marca" e pediu aos americanos para se vacinarem. Os Estados Unidos sofrem, de longe, o maior número de mortes pela pandemia, à frente do Brasil e da Índia. "Ainda estamos perdendo muitas vidas", acrescentou Biden.

O número diário de mortes diminuiu drasticamente nos últimos meses, mas a perda de vidas ainda é "uma verdadeira tragédia", expressou o presidente. "Temos mais trabalho para fazer e combater este vírus. Agora não é a hora de baixar a guarda. Por favor, se vacinem o mais rápido possível", pediu Biden.

A campanha de vacinação em massa nos Estados Unidos começou em dezembro e alcançou seu ponto máximo em abril, com mais de quatro milhões de injeções por dia. No entanto, o ritmo desacelerou rapidamente desde então, e as pessoas que ainda não se vacinaram continuam vulneráveis à doença.

Pouco mais de 52% da população dos EUA - 174 milhões de pessoas - já recebeu pelo menos uma dose de uma das três vacinas autorizadas no país, segundo funcionários de saúde.

Biden estabeleceu como meta que 70% da população dos Estados Unidos esteja vacinada com ao menos a primeira dose antes do feriado nacional de 4 de julho.

Brasil se aproxima do meio milhão de mortos

O Brasil registrou 2.760 novos óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, o que fez o total de vítimas da pandemia chegar a 491.164 , segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. A marca foi atingida em meio a um cenário no qual a curva de mortes teve a queda interrompida e agora mantém a estabilidade em um patamar elevado.

A média diária de mortes, que leva em consideração uma ponderação dos últimos sete dias, ficou em 1.980. O número é 6% maior na comparação com o dado de 14 dias atrás; é a quinta alta seguida após 51 dias consecutivos de queda no indicador. A média voltou a se aproximar de 2 mil, patamar que não é atingido desde 10 de maio.

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

O balanço apontou 88.992 casos confirmados da doença nas últimas 24 horas, o que fez o total de testes positivos chegar a 17.543.853. A média diária de novos casos chegou a 72.193, 14% a mais do que há duas semanas, um patamar que não era alcançado desde 1º de abril.

Segundo o Ministério da Saúde, o país tem 15.944.646 pessoas recuperadas da doença e 1.097.879 em recuperação.

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AFP/Agência Estado/Dom Total



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