Coronavírus

26/07/2021 | domtotal.com

Covid-19: doses das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca podem ter intervalo alterado

Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis analisa situação

'Muito provável' que a pasta anuncie a redução do intervalo, diz  Queiroga
'Muito provável' que a pasta anuncie a redução do intervalo, diz Queiroga (Myke Sena/MS)

O Ministério da Saúde, comandado pelo ministro Marcelo Queiroga, estuda a possibilidade de alterar o intervalo entre as doses das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer aplicadas no Brasil. A pasta informou à reportagem que o tema segue em análise pela Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis. Nesta segunda-feira (26), o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, disse a jornalistas que o intervalo da Pfizer será reduzido para 21 dias, com o objetivo de frear a disseminação da variante Delta.

De acordo com o Ministério, a medida visa a acompanhar a evolução das diferentes variantes da Covid-19 no território nacional. "(A pasta) está atenta a possibilidade de alterações no intervalo recomendado entre doses", afirmou.

Na manhã desta segunda-feira (26), Queiroga afirmou à Folha de S.Paulo de que é "muito provável" que a pasta anuncie a redução do intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina da Pfizer no Brasil. Segundo a matéria, as doses sofreriam uma redução do tempo de intervalo de três meses para 21 dias.

O intervalo de 21 dias está previsto na bula do imunizante da Pfizer. No entanto, o período de três meses foi adotado pelo Ministério como estratégia para imunizar um maior número de pessoas com a 1° dose.

Independentemente da discussão, o Ministério da Saúde reforçou a importância de se completar o esquema vacinal contra a Covid com as duas doses dos imunizantes. Segundo a pasta, só assim o "caráter pandêmico da doença" será "superado".


Agência Estado



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